quinta-feira, março 19, 2026

A rússia está a recrutar mercenários no Iémen, mergulhado na guerra civil

Foto: anónimo via Wagdy Essalemi

O Iémen é o país mais pobre da Península Arábica. Não tem petróleo, a água é escassa e está rodeado de desertos e montanhas. Há mais de uma década que o país está mergulhado numa guerra civil, na qual o regime iraniano está ativamente envolvido, fornecendo armas e munições. Neste local da pobreza, devastação e fome, onde as pessoas estão dispostas a tudo para sobreviver, aparece a rússia. Claro, não para ajudar. 

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Tal como acontece noutros países pobres de África e da Ásia, a rússia está a aproveitar a situação para recrutar homens locais para combater. Pode parecer que o Iémen e a rússia são duas coisas completamente diferentes. O que sabem os iemenitas sobre a rússia? Mas para os recrutadores russos, isto até é conveniente. 

O recrutamento no Iémen não difere muito do de outros países da região. Os russos empregam os recrutadores locais que recebem por cada homem que assina um contrato com o Ministério da Defesa russo. É utilizado um esquema simples para aliciar as pessoas: são atraídas para a guerra com promessas de salários comparáveis ​​aos de um professor na Bélgica. Muitas são simplesmente enganadas com promessas falsas de empregos nas empresas de segurança ou na construção civil. 

Atualmente, são conhecidos os dados pessoais dos menos 331 cidadãos iemenitas que a rússia enviou para combater na Ucrânia. Os 33 deles, ou seja, 10%, já morreram. Alguns outros iemenitas estão atualmente detidos na Ucrânia como prisioneiros de guerra. Tal como acontece com outros estrangeiros, a rússia não demonstra qualquer interesse em devolvê-los numa troca de POW.

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