domingo, março 15, 2026

O regime comunista cubano liberta os dissidentes e os prisioneiros comuns

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Até este domingo, a ONG Prisoners Defenders registou apenas 19 prisioneiros políticos e de consciência entre os 51 libertados e anunciados pelo regime comunista cubano na passada quinta-feira. 

Juntamente com Ibrahín Ariel González Hodelin, Ariel Pérez Montesino, Juan Pablo Martínez Monterrey, Ronald García Sánchez e Adael Jesús Leivas Díaz, que já tinha identificado na sexta-feira, acrescentou mais 14 à sua lista, com base em informações das suas famílias:

  • Oscar Bárbaro Bravo Cruzata, 27 anos, condenado a 13 anos (prisão de trabalhos forçados de La Lima, Guanabacoa).
  • José Luis Sánchez Tito, 34 anos, condenado a 16 anos (Prisão de segurança máxima Combinado del Este, Havana).
  • Roberto Ferrer Gener, 52 anos, condenado a 15 anos (Combinado del Este).
  • Deyvis Javier Torres Acosta, 33 anos, condenado a 10 anos (prisão de Valle Grande, Havana).
  • Yussuan Villalba Sierra, 35 anos, condenado a 10 anos (Prisão Combinado del Este para trabalhos forçados). Eduardo Álvarez Rigal, 36 anos, condenado a 13 anos (La Lima).
  • Wilmer Moreno Suárez, 37 anos, condenado a 18 anos (Prisão de Trabalhos Forçados Combinado del Este, Zona 0).
  • Frank Aldama Rodríguez, 33 anos, condenado a 16 anos (Combinado del Este).
  • Miguel Enrique Girón Velázquez, 29 anos, condenado a 11 anos (Prisão Juvenil de La Aguada, Holguín).
  • Jorge Vallejo Venegas, 39 anos, condenado a 15 anos (La Lima, Guanabacoa).
  • Luís Esteffani Hernández Valdés, 34 anos, condenado a 6 anos (Prisão de Trabalhos Forçados de Ho Chi Minh, Bainoa, Jaruco). Franklin Reymundo Fernández Rodríguez, 25 anos, condenado a 9 anos na Penitenciária Provincial de Holguín.
  • Carlos Pérez Cosme, 38 anos, condenado a 10 anos (Prisão de Trabalho Forçado Toledo 2, Marianao, Havana).
  • Felipe Almirall, 65 anos — o mais velho até à data — condenado a 9 anos de prisão (La Lima, Guanabacoa). 

A Polícia cubana reiterou que as penas destes indivíduos se mantêm em vigor e que a sua libertação está sujeita a um regime de liberdade condicional particularmente restritivo. 

Aparentemente, o regime comunista cubano está a imitar a «primavera fria de 1953» na URSS, quando o ministro do interior soviético, Lavrenti Beria, após a morte do ditador comunista Estaline, ordenou a libertação de alguns presos políticos, mistrurados com muitos presos violentos comuns. Uma das explicações possíveis daquele plano, era facilitar e promover um aumento abrupto da criminalidade no país, culpando, pelo mesmo, os presos políticos, os ditos «inimigos do povo».

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É de recordar, que neste momento, há em Cuba 1214 prisioneiros políticos, epenas em fevereiro de 2026 as autoridades comunistas prenderam 28 novos presos políticos e de consciência — 23 homens e 5 mulheres. Um dos dissidentes cubanos que foi removido da lista dos prisioneors de consciênciao foi Luis Miguel Oña Jiménez, devido à sua morte por tortura e negligência médica numa prisão cubana.

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