sábado, maio 02, 2015

Os terroristas brasileiros na guerra da Ucrânia

O jornalista brasileiro Yan Boechat visitou os mercenários e terroristas brasileiros que lutam ao lado dos separatistas no leste da Ucrânia. Não muito diferentes dos outros mercenários estrangeiros ou separatistas locais, os brasileiros apresentam um padrão social semelhante: desejustados socialmente, de baixa escolaridade, veêm no conflito ucraniano uma possibilidade de serem alguém na vida. 
Rafael Miranda Santos (28 anos)
Rafael Miranda Santos (21.04.1988) é natural de Mauá, na região do São Paulo, fez cursos de segurança privado, o mais novo, queria ser um pugilista profissional. Disputou apenas uma luta e perdeu. Após perder o seu emprego como segurança em São Paulo, na segunda metade de 2014 trabalhou como motoboy. Explica a sua motivação de se tornar mercenário na Ucrânia de seguinte maneira: “Sabe quando chega aquele momento em que nada dá mais certo, que você só quer sumir, desaparecer? Pois é, eu cheguei nesse momento”. Em termos políticos, o mercenário acredita em: “um complô formado por banqueiros, grandes empresas e magnatas judeus para impor ao mundo uma ordem”.
Rafael Miranda Santos
Rafael Lusvargui no hospital de Donetsk
Rafael Lusvargui é o mais conhecido dos mercenários, por isso despensa as maiores apresentações. Estudou medicina na Rússia para aprender a língua russa e tentar entrar no exército russo (Sic!), adora andar de saia, fez uma cicatriz falsa “igual ao do rei Leónidas” do filme “300”. Recentemente, foi ferido com alguma gravidade em combates no aeroporto de Donetsk, uma parte do qual continua sob controlo das forças ucranianas.
Rodolfo Cunha Cordeiro de 27 anos
Rodolfo Cunha Cordeiro (29.09.1987) é fruto de uma família disfuncional e natural do Presidente Prudente (estado do São Paulo), onde trabalhou como o segurança privado, até ficar desempregado após ser baleado numa perna. Este ex-cabo do exército brasileiro é conhecido entre os comparsas como “Rodolfo Magaiver”. Em 18 de janeiro foi ferido por estilhaços de morteiro nos combates pelo controlo de localidade de Shyrokino, quando os separatistas tentavam avançar contra a cidade de Mariupol. O mercenário afirma que veio do Brasil até Ucrânia “para lutar contra o imperialismo americano”, mas não nega que, desde militar, sonhava participar em combates reais. Rodolfo Cunha Cordeiro gosta da guerra.
Ronan Passos aka Ahmed Al Hassan
Ronan Passos, usa alcunha de “Ahmed Al Hassan” (14.09.1988) se define como comunista, é um ex-estudante de história e soldado da Polícia Militar do Pará (PMPA), estando de licença não remunerada. O mercenário detesta o seu emprego na polícia, mas gosta do salário: “É difícil ser policial militar, a PM é uma instituição reacionária, mas é um emprego”. Ele foi para a Ucrânia (foi visto na região de Luhansk) em busca de experiência militar, pois acredita que: “em algum momento os grupos armados de extrema-esquerda possam ressurgir no Brasil e na América Latina”. Aprendiz do terrorista pretende: “estar preparado para fazer parte deles”. Por isso, na guerra ucraniana Ronan Passos está decepcionado com ausência do “combate direto”, isso é, corpo-à-corpo.
"Félix" de 20 anos
“Félix” (20), o estudante universitário, nunca tinha usado uma arma, antes de chegar à Ucrânia, trazido pelo seu pai. Deu o seu primeiro tiro da AK-74 durante os cinco dias de treino básico que todos os terroristas recebem quando chegam à Ucrânia. No fim de março de 2015, “Félix” estava em um apartamento ocupado (entende-se ilegalmente) pelos terroristas em Pervomaisk, recuperando-se de hipotermia, não suportando as temperaturas negativas que enfrentou durante os cinco dias passados nas trincheiras: “A guerra de verdade é muito diferente do que a gente pensa, não tem nada a ver com o vídeo-game”. No Brasil, “Félix” gostava de jogar “Call of Duty” e “Medal of Honor”: “mas eu não tenho ideologia, não gosto de nenhuma ideologia política”.

“Alberto” (50), o pai de “Félix” se apresenta como um ideólogo. “Alberto” passou a vida militando em organizações e partidos de esquerda no sul do Brasil. Ele garante que não foi para Ucrânia para se transformar em um combatente, embora tenha feito o treino básico militar e diz “passado vários dias nas trincheiras, participando de missões de reconhecimento das linhas inimigas”. No entanto, recusa a fotografia e embora veste a uniforme militar e estando ao lado de uma AK-74 diz ao jornalista: “se você disser que eu peguei em armas, eu nego”.
A conexão Brasil-Moscovo-territórios ucranianos ocupados
Raphael Machado ao lado do neo-fascista Alexandre Dugin mostrando um sieg-heil pós-moderno 
No Brasil, os futuros mercenários mantém o contacto e trocam as informações via uma página do Facebook, criada e mantida pelo advogado carioca Raphael Machado. Depois, os brasileiros viajam até Moscovo, onde são recebidos por alguém ligado aos separatistas, ficando alojados em apartamentos particulares na capital russa. Em poucos dias, embarcam num autocarro com outros terroristas estrangeiros e russos, diretamente para a cidade de Luhansk, da onde são encaminhados para Pervomaisk. Nessa cidade, situada à menos de cinco quilómetros das trincheiras das forças ucranianas, os terroristas recebem o treino básico militar de 5 dias, pois na sua maioria, nunca tiveram quaisquer experiência militar.
Fonte e fotos

Blogueiro
http://www.abin.gov.br/modules/faleconosco/?op=O         http://www.dpf.gov.br/servicos/fale-conosco/denuncias
Como já escrevemos antes, mais cedo ou mais tarde, os terroristas brasileiros irão se cansar das suas atividades na Ucrânia e retornarão ao Brasil. Mas já com o treino militar feito e gosto pelo sangue derramado. Antes que eles cometam crimes no Brasil, se deve ajudar ao ABIN e à Polícia Federal identificar os terroristas, ora anónimos: principalmente o “Félix” e “Alberto”. Identifica-los hoje, permitirá prevenir os seus crimes já amanha.

1º de maio na capital da Ucrânia
No comício comunista que decorreu em Kyiv, o líder do PC da Ucrânia, Petró Simonenko foi regado com o kefir. Por tabela, também foi molhado o jornalista russo do canal «Rossija» que entrevistava o chefão comunista.
O comício comunista, que reuniu apenas alguns centenas dos fies, foi fortemente protegido pela polícia ucraniana; os organizadores também usaram os jovens marginais titushki, que zelavam pela segurança comunista e falavam com os jornalistas à contra gosto, informa a televisão ucraniana Hromadske TV. Mais sobre as ações comunistas pode-se ler e ver na reportagem da Euronews.

8 comentários:

Land disse...

A ABIN não vai fazer nada. Essa agência é uma piada só serve para lotear cabides de emprego. Infelizmente muitos desses terrorista voltarão ao Brasil para desenvolver suas atividades aqui.

Jest nas Wielu disse...

Estimado Land,
mesmo assim, temos que fazer aquilo que podemos, nomeadamente identificar para depois o caso ser tratado por quem do direito...

Anónimo disse...

Jest, a instituição responsável por investigar isso seria a Policia Federal e não a Abin. Esses casos devem ser reportados a Policia Federal e não Abin que não tem poder para rende-los ou indicia-los.

Anónimo disse...

Esses palhaços devem estar servindo de garotas de programa para os russos... Aquele imbecil q tatuou uma cicatriz falsa já mostra bem o q são na vdd...um bando de babacas q espero q não voltem p Br, q sirvam pelo menos como fertilizantes p terras ucranianas... E se voltarem, q virem garotas nos presídios onde forem encarcerados pela pf...
Nem de longe nos representam...otarios...

Anónimo disse...

não digo nada que esses idiotas uteis estão sendo financiados por partidos e ong's de esquerda (como MST) para terem experiencia de combate real...mas falar o que? o Brasil já tem um governo terrorista que é omisso das 56 mil mortes anual, somos o 11° país que mais se morre de crime violento!

são todos psicopatas, não digo nada os que sobreviverem se tornarem herois pela midia e governo brasileiro, e os que serem mortos terão o luto de nossa presitAnta!

Anónimo disse...

Infelizmente sou obrigado a concordar com vcs sobre esse fato...
Bando de vermes!! Lixo da humanidade, se vendendo a esmolas dos porcos russos comunistas (pq há russos de bem, tbm) p matar cidadãos de uma nação soberana...
A justiça de Deus pesará sobre cada um desses...

Jest nas Wielu disse...

Estimado anónimo,
para entrar em contato com Raphael Machado use este e-mail: callcenter@ssu.gov.ua
Grato.

Anónimo disse...

Essa matéria citou apenas alguns desses mercenários, seria interessante levantar mais sobre outros. O ex-legionário Rafael Marques Lusvarghi foi preso e condenado na Ucrârnia a 13 anos de prisão por terrorismo. O também ex-legionário, mercenário e racista Rodrigo Marques Zica foi condenado há quase 3 anos de prisão no Brasil por racismo. Rodrigo Zica é ex-membro da tropa de elite francesa, a Legião Estrangeira Francesa, mas logo percebeu que ganharia mais dinheiro como soldado da fortuna prestando trabalhos para quem pagar mais. Zica se esconde atrás de profissões como jornalista, policial, segurança e outras para poder mascarar o fato de ser simplesmente um mercenário e racista. Mercenários nada mais são do que "cães de guerra".