quinta-feira, junho 18, 2026

O dia em que a guerra neocolonial russa voltou ao Moscovo

A foto parece tão surreal, só que é vedadeira)

No dia 18 de Junho as sanções ucranianas de longo alcance voltaram a atingir a região de Moscovo: pela 2ª vez numa semana e 3ª nos últimos 30 dias, a Refinaria de Petróleo de Kapotnya foi atingida. Um alvo legítimo russo à apenas 15 km do Kremlin.







Também foram atingidos vários alvos na região de Rostov e nos territórios temporariamente ocupados da Ucrânia. Uma resposta absolutamente justa e adequada aos ataques russos contra as cidades e comunidades ucranianas e mais um importante resultado do trabalho dos militares ycranianos contra as diversas instalações que prestam apoio à máquina da guerra russa. 


O dia moscovita que se tornou noite

Imagem de satélite da petrolífera da Kapotnya após o ataque de 17 de junho corrente

Agradecem-se às Forças de Defesa e Segurança da Ucrânia pelo trabalho conjunto. No ataque ao Moscovo participaram as unidades de drones do 1º Comando Operacional do USBS, do 9º Batalhão «Kairos», do 414º «Pássaros do Magyar», do 413º SBS «Raide» e do 412º SBS «Nemesis», juntamente com SSO, SBU e GUR, pela terceira vez em 30 dias, infligiram danos maciços à Refinaria de Petróleo de Moscovo em Kapotnya. 



Além disso, como resultado do uso de contramedidas russas de guerra eletrónica/defesa aérea, foi atingido e ardeu o mercado moscovita «Sadovod». Um dos maiores mercados de Moscovo, incluindo lojas de eletrónica. Um alvo perfeitamente justificável, tendo em conta os constantes ataques russos aos centros lógísticos e de distribuição postal.

 

Nos vídeos nota-se uma grande quantidade dos mísseis, disparados pelos sistemas «Pantsyr-1S», que miseravelmente falham os seus alvos: drones ucranianos An-196 «Lyutiy», bastante lentos e de fácil alcance. Há pelo menos três vídeos em que o míssil russo atinge o drone, mas mesmo assim, o drone continua o seu objetivo e atinge os alvos russos. Pegunta que não se cala: como os russos planearam lutar contra os EUA e a NATO, se a cidade de Moscovo não se consegue proteger dos drones ucranianos? O que rússia irá fazer, quando em vez de centenas de drones vão receber a chuva de mísseis ucranianos?




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