O plano era construir duas unidades de geração de energia com reatores VVER-440, cada uma com uma capacidade de 440 MW. A construção da central começou em 1983. Uma cidade para os trabalhadores da energia nuclear, a Ciudad Nuclear, foi construída nas proximidades, inspirada nas «cidades atómicas» soviéticas. Na primavera de 1987, 11.000 pessoas trabalhavam na construção da central.
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A primeira unidade de geração de energia estava quase pronta, mas em 1991, a URSS entrou em colapso e a construção foi interrompida. Cuba tentou posteriormente obter financiamento, mas em 2000, Fidel Castro cancelou finalmente o projeto. Tudo o que resta são as gigantescas estruturas de betão da central e a cidade dos trabalhadores da energia nuclear, onde ainda vivem pessoas.
O fracasso do projeto Juraguá também levou à demissão do filho do ditador, Castro Díaz-Balart, que estava sendo acusado pelo pai de incompetência, segundo relatos da imprensa à época. Em 2018, «Fidelito» cometeu suicídio após sofrer um quadro de «depressão profunda», segundo a imprensa oficial cubana.








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