Encontro
de Normandia com a participação do Presidente da Ucrânia Petró Poroshenko,
Presidente da França François Hollande, Chanceler da Alemanha Angela Merkel e presidente
da federação russa Putin em Milão, Itália, em 17 de outubro de 2014.
Olhe
para os rostos, em seus mimetismos. Sinta a atmosfera. Imagine que você esteja
segurando a câmara, e não o fotógrafo ucraniano Mykhaylo Palinchak.
Encontro
em formato de Normandia, 17 de outubro de 2014. Esta foi a segunda reunião, e a
primeira foi realizada no dia 6 de junho do mesmo ano. Apenas um dia antes da
inauguração oficial do presidente Petró Poroshenko, apenas 12 dias após a sua eleição.
Nas
reuniões deste nível não há assistentes e consultores, não há peritos e equipas.
Estão lá os líderes de países e seus tradutores. As sedes das campanhas,
conselheiros, ministros – eles também estão lá, mas eles não podem intervir ou
ajudar, eles trabalham nos bastidores em procedimentos preparatórios. E no
próprio encontro do mais alto nível – bem, no máximo podem fazer passar uma
nota.
Agora
imaginem uma exacerbação na linha da frente/front. Em maio de 2019, por
exemplo. A União Europeia começará a manifestar a sua preocupação e organizará
uma reunião no formato de Normandia. E de cada palavra, de cada gesto, da
expressão da face e do tom da fala – disso tudo dependerão as VIDAS REAIS dos
combatentes que naquele momento entrarão em combate.
Não
daqui um ano, nem daqui dois anos. Imagine isso pode acontecer daqui à um mês.
Por exemplo, em 3 de maio deste ano. Doze dias após a eleição presidencial.
Agora
imaginem no lugar do Petró Poroshenko o...
Dessa
forma fica mais claro?
Blogueiro:
Na diplomacia existe um truque. Uso do tradutor, mesmo quando se domina a língua
do seu interlocutor. A tradução leva algum tempo, embora não muito, e isso é um
par de segundos extras para pensar. Todos os diplomatas estão cientes disso. O
facto de Petró Poroshenko falar diretamente com os seus interlocutores (o
presidente ucraniano domina bem 6 idiomas), sem uso dos tais segundos, diz
muito sobre o caráter e as qualidades dele.
A
agênciaAmaq publicou um vídeo curto em que militantes transportam um militar russo ferido,
aparentemente um oficial. Ele está vivo, ao menos faz uns movimentos com as
mãos. O vídeo é de 7 de abril, embora possa ter sido filmado antes. Não sa sabe
quando e onde.
Dentro
da viatura dos militantes pode-se ver o segundo corpo em um uniforme militar aparentemente
ucraniano, usado pelas FAU antes de 2015. Possivelmente estamos falando dos três
oficiais russos que caíram numa emboscada no dia 22 de fevereiro de 2019 na Síria, nos aredores de Mayadin e que
foram dados como mortos pelo Ministério da Defesa russo: dois majores e um
tenente-coronel. Ou talvez estamos perante um novo incidente com alguma empresa
militar privada (EMP) russa, que aconteceu recentemente e do qual nada sabemos,
por enquanto, escreve o blogueiro militarista russo el-murid.
Blogueiro:
dado que o fardamento aparentemente é ucraniano, muito possivelmente capturado pela
Rússia na Crimeia ocupada, o mais possivel, é que estamos falando dos membros da alguma EMP
russa, capturados pela resistência islamista síria.
No
dia 5 de abril de 1992 começou o cerco do Sarajevo, crime perpetuado pelo
Exército Popular da Jugoslávia e pelas recém-criadas unidades paramilitares
sérvias locais.
Neste
dia, os franco-atiradores sérvios, escondidos no cemitério judaico, mataram
duas primeiras vítimas, Suad Dilberovic e Olga Sucic, dois civis que
participaram na manifestação pacífica, organizada para chamar a atenção das
autoridades para a importância de uma solução pacífica das tensões interétnicas
cada vez mais fortes na Bósnia e Herzegovina.
No
mesmo dia, em Sarajevo começaram as primeiras trocas de tiros, bem no centro da
cidade, e logo em seguida a urbe foi alvo dos bombardeios indiscriminados dos
canhões sérvios, alvejando ruas e praças, edifícios residenciais, da polícia e locais
que hospedavam as instituições da recém-criada República da Bósnia e
Herzegovina.
O
cerco de Sarajevo durou 1.425 dias, resultando na morte de mais de 13.000
cidadãos, entre eles mais de 5.000 civis, incluindo 1.600 crianças. Mais de 50.000
cidadãos foram feridos, entre eles mais de 15.000 crianças (fonte).
This
War of Mine
Desde
novembro de 2014 foram vendidas mais de 4,5 milhões de cópias do jogo This War
of Mine, que simula a vida de civis durante o cerco da Sarajevo em 1992-1995, embora os seus criadores enfatizam que eles procuraram mostrar eventos que
poderiam ocorrer em qualquer lugar durante uma guerra.
O
lançamento do jogo desenvolvido e publicado pelo estúdio polaco/polonês 11 Bit Studios
ocorreu em 14 de novembro de 2014. This War of Mine é uma espécie de simulador
de sobrevivência.
Em
This War of Mine, o jogador terá que liderar um grupo de pessoas comuns que
estão tentando sobreviver nos combates na sua própria cidade. Os principais
problemas para o jogador serão a falta de comida e de medicamentos, a presença dos saqueadores frios e armados. Para vencer, é necessário que os personagens do
seu grupo sobrevivam até o armistício.
Todos
as vendas do jogo vão para a War Child, uma organização sem fins lucrativos
dedicada a ajudar crianças afetadas por conflitos militares no Afeganistão,
Iraque, República Centro-Africana, República Democrática do Congo e Iémen. A
produtora 11 Bit Studios já repassou mais de 500.000 dólares para esta
organização.
This
War of Mine ganhou mais de 100 prémios, incluindo o Independent Games Festival,
o Games For Change e o SXSW Cultural Innovation Award.
O
jogo funciona em todas as plataformas, como PC, PlayStation 4, Nintendo Switch,
Xbox One, iOS e Android. Na semana passada, a 11 Bit Studios lançou uma nova
extensão autónoma chamada This War of Mine: Stories – Father's Promise para iOS
e Android.
As
análises da despistagem de drogas e do álcool do apresentador Zelensky (inovação
do Zelensky) foram recolhidas por um ator do estúdio dirigido pelo próprio Zelensky, à trabalhar (no laboratório escolhido por Zelensky) como massagista (Sic!)
Após
na Ucrânia serem conhecidos os dados dos exit-polls da 1ª volta/1º turno da eleição
presidencial, que colocaram o ator e apresentador Volodymyr Zelensky no
primeiro lugar da escolha dos ucranianos, o chefe do seu estado-maior eleitoral
tinha dito que: “Zelensky participará nos debates apenas se haverá a demanda
disso da sociedade ucraniana e essa demanda não existe”.
De
seguida, Zelensky desafiou o Presidente Poroshenko aos debates, fazendo isso,
propositadamente, em termos ao máximo grosseiros e inaceitáveis, na sua forma e no conteúdo, contando com a recusa do
Presidente (exigindo os debates num estádio e não no estúdio; desafiando Yúlia
Tymoshenko para ser a “moderadora”; exigindo a divulgação da declaração
financeira do Presidente; exigindo a efetuação das análises da despistagem de
drogas e do álcool; exigindo o pedido de desculpas do Petró Poroshenko que o chamou
de “criatura do [oligarca] Kolomoysky”, exigindo a resposta, para tudo isso, em
apenas 24 horas, entre outras coisas semelhantes):
A
lei ucraniana é clara, os debates, entre os dois candidatos mais votados na 1ª
volta/1º turno, e com a duração de, no mínimo 1 hora, são organizados pelo
canal da TV pública da Ucrânia, com a transmissão pelos outros canais públicos da
TV e rádio, e devem ser organizados, neste caso, no dia anterior ao “dia de
silêncio”, ou seja no dia 19 de abril de 2019.
Presidente
Poroshenko, aceitou o desafio, incluindo o local proposto pelo seu adversário, fazendo
isso num vídeo bastante respeitoso para com Zelensky, que tratou Presidente
pelo “tu”, apenas emendando a sua “falha” propositada de seguida, para
conseguir mais uma graçola junto ao seu eleitorado:
Depois
começaram as coisas verdadeiramente intrigantes.
Já
no dia 5 de abril, pela manha cedo, o Presidente Poroshenko efetuou as análises
clínicas no laboratório do Complexo Nacional Desportivo “Olimpiysky” (Olímpico),
no gabinete do controlo médico e de antidopagem (até dia 15 de abril de 2019 o
gabinete receberá as excursões pagas, e em grupo, de adultos e crianças ao
preço entre 40-50 UAH (1,48-1,85 dólares) e 80-100 UAH (2,96-3,7 dólares)
respetivamente, escreve Inforesist.org).
Os resultados das análises, que o Presidente da Ucrânia fez em direto,
mostraram que Petró Poroshenko está livre influência de álcool e das drogas.
De repente, Zelensky
afirmou que não confiava no laboratório do “Olimpiysky”, local que ele próprio escolheu
como o local dos debates e diz que faria as suas análises no laboratório EuroLab,
pertencente a um amigo seu, que apoia ativamente a candidatura do Zelensky à
presidência da Ucrânia.
Os
primeiros dados das análises do Zelensky foram publicados com a data 2 de abril
(na realudade foram efetuadas no dia 5 de abril), o laboratório explicou
o sucedido com o erro da funcionária, que digitou o texto. Realmente foi um grande
erro.
Na
página do laboratório está escrito: “Laboratório médico EUROLAB representa o mais
moderno complexo, certificado pela TUV ZUD ISO 9001:2008 e ISO 15189: 2012”.
Adiante o laboratório afirma que “introduziu um sistema de informação digital único,
baseado em codificação de estágio completo, eliminando a influência do “fator
humano”.”
O
que significa que ou análises do Zelensky efetuadas na EuroLab são falsas ou
nem sequer foram efetuadas. Muito possivelmente, o laboratório usou os
resultados das análises de uma outra pessoa, realmente efetuadas no dia 2 de
abril de 2019, apenas redigindo o nome do paciente em programa Photoshop ou
semelhante (Facebook automaticamente marca a imagem como resultado de Photoshop,
mas isso não constitui uma prova definitiva).
Até
que o blogueiro ucraniano Vladimir
Zavgorodny reparou numa outra coisa muito comprometedora:
Os
dois documentos do laboratório, datados de 2 e de 5 de abril — são assinados
pelo mesmo clínico (Galagan N.,), que tem o mesmo número de identificação, mas
duas assinaturas diferentes.
Mas
há mais. As análises de sangue do Zelensky foram efetuados pelo ator semiprofissional Vladislav Kiryakulov,
que participou na série «Svaty» (literalmente “Casamenteiros”), produzida pelo estúdio
«Kvartal 95», dirigido pelo próprio Zelensky.
Na
página do laboratório
está escrito que assistente médico Kiryakulov trabalha no «EuroLab» há 10 anos, é
um massagista, especialista em higiene geral, com a especialização em seleção de
palmilhas individuais “Footbalance”, tratamento de “pés chatos, fascite placentária,
esporões ósseos, joanete, pronação e supinação excessiva”.
Como
ator, Kiryakulov participou nos filmes “Ucrânia,
goodbye!”, “Duplo do killer”, “Caça ao werewolf”, “Paramédico”. Também esteve no elenco da 8ª temporada ucraniana do show culinário “Master Chef”.
E
por último, nascido em 1978 e jurista de profissão, Zelensky nunca serviu no
exército e como indica o documento que publicamos recebeu, entre março de 2014
à agosto de 2015 (no momento, em que Ucrânia estava lutando até a morte, quando
os meninos, que nunca tinham visto a arma antes da guerra, foram para a linha frente
para se tornarem heróis) recebeu ao menos 4 (quatro) notificações do
Comissariado Militar, mas nenhuma dos quais foi entregue, porque Zelensky nunca
foi localizado no endereço que próprio mencionou como o seu local da
residência.
Ou
seja, se a parte da chamada militar se confirmar, então o FUJÃO, que se escondia
deliberadamente das chamadas do exército ucraniano, agora pretende ser o
Comandante Supremo das Forças Armadas da Ucrânia...
Blogueiro: existem
fortes razões de pensar que Zelensky é um usuário recreativo de alguma droga
pesada, naturalmente ele fará tudo para esconder as suas verdadeiras análises.
Mas mais importante, apenas neste pequeno episódio, o candidato Zelensky mostrou, até em demasia, o que representa a sua “nova cara” na política: clientelismo,
favorecimentos indevidos, falsificações, desrespeito, entre outras coisas semelhantes, enumerem vocês mesmos.
A
artista tajique Marifat Davlatova, de 25 anos, pinta quadros ao estilo nu
artístico. Ela é reconhecida nas ruas, é ameaçada nas redes sociais e recusada de
financiamento por causa do conteúdo do seu trabalho.
O
pai da artista é um músico que colocava para filha as gravações dos Beatles, a sua
mãe é programadora e, no passado, foi uma campeã no tiro com arco. “Sou grata aos
meus pais por me libertarem”, diz Marifat, que tem duas irmãs: uma está
envolvida na música e outra é uma financista.
Os
pais apoiam Marifat, mas, apesar de sua relativa democracia, aderem aos cânones
da sociedade tajique: “desde os 14 anos eu sempre oiço: “Você é uma menina,
então mantenha a sua opinião para você mesma” – conta Marifat. – Os pais me
desencorajaram de exibir trabalhos no estilo nu, dizendo que eu sou uma tajique
e muçulmana. Mas a arte não tem religião”.
Nas
redes sociais Marifat recebe as mensagens com ameaças e insultos, acusando-a de
autopromoção e “ódio ao povo tajique”. No entanto, artista diz que, por enquando, não pretende deixar o seu Tajiquistão natal.
Ler
a entrevista
com Marifat Davlatova (em inglês).
No
dia 4 de abril de 2019 a cidade de Kyiv viveu uma nova tentativa de atentado
contra oficial da secreta militar ucraniana (GUR), major ucraniano, afeto ao spetsnaz, não sofreu nenhum dano físico, o
terrorista estrangeiro foi ferido com gravidade e mais tarde morreu no hospital.
A
tentativa ocorreu na rua Académico Williams № 6A, junto à um dos supermercados noturnos.
O agente dos serviços secretos russos Alexey Komarychev (o cidadão do Quirguistão), às 2h00 do
dia 4 de abril se aproximou à viatura do oficial do GUR, situada no parque de
estacionamento.
As
câmaras de vídeo mostram o terrorista se aproximar à viatura, se aproveitando da
ausência do condutor, colocar na viatura um AEI, que imediatamente explode, o ferindo,
com bastante gravidade.
No
dia 3 de abril, a viatura “Chevrolet Aveo”, foi usada por dois oficiais
ucranianos da secreta militar GUR, ambos bastante conhecidos no meio de spetsnaz. Em resultado da explosão
nenhum deles sofreu qualquer ferimento, o terrorista gravemente ferido foi
levado ao hospital, o cão/cachorro que aparece nas filmagens também conseguiu
se salvar, ao menos este não foi achado no local do atentado.
Através
do estudo da documentação pessoal do terrorista e graças às câmaras CCTV foi
possível saber que o grupo terrorista era composto por duas pessoas, um deles é
cidadão da Quirguistão Alexey Komarychev. Os dois vieram à Ucrânia de forma legal, ao bordo de
comboio/trem “Moscovo-Odessa”. Já estiveram na Ucrânia em 2018, graças ao
convite de uma cidadã ucraniana, residente em Kyiv. Não existem as dúvidas, são
operativos guiados e instruídos pelos serviços secretos russos.
O
grupo seguia o major de spetsnaz da GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia Kirill Budanov, visado no atentado, assim como os
locais da residência oficial de alguns outros oficiais seniores da GUR. Oficial
visado servia na mesma unidade que Maksym Shapovalov, comandante do spetsnaz da GUR do Ministério da Defesa,
que perdeu a vida, num atentado à bomba em 2017 em Kyiv.
A
relativamente baixa qualificação profissional do terrorista se enquadra na
tática das ações dos serviços secretos russos em usar um grande número de
agentes. São escolhidos os “descartáveis”, mesmo no caso de sua falha ou morte,
por isso, passam por treino/treinamento muito curto. Como regra geral, estes agentes
russos possuem o passado criminoso ou semi-criminoso, a disposição consciente
para violar a lei, o aventureirismo e os problemas financeiros. O assassino de ex-deputado
da Duma russa Igor Voronenkov foi recrutado por se envolver no contrabando da federação
russa para Ucrânia, o assassino que atirou contra voluntário checheno Adam
Osmayev era um aventureiro, agente autónomo dos serviços secretos russos, que aceitava
qualquer trabalho, até participou na publicidade televisiva. Os serviços
secretos russos não arriscam o seu pessoal profissional, para evitar escândalo no
caso de detenção, mas não poupam os agentes externos – a sua morte são perdas
permissíveis. A explosão ao instalar AEI não deve surpreender o público.
As
tentativas de a(c)tos terroristas contra o comando do Serviço de Inteligência
do Ministério da Defesa do Ministério da Defesa por parte dos serviços secretos
da federação russa mostram que o inimigo está tentando atrapalhar o trabalho efetivo,
de combate, efetuado pela inteligência ucraniana, nos territórios
temporariamente ocupados do leste da Ucrânia. Putin continuam a ver toda Ucrânia como um
campo de batalha. A guerra russo-ucraniana
continua.
Após a recusa da rede Cinemark de exibir “1964 – o
Brasil entre armas e livros” nos cinemas (não teve qualquer problema de exibir
o filme propagandista sobre Lula), os seus criadores colocaram o filme no
domínio público no YouTube. Até agora a película foi vista por mais de 4,014 milhões de pessoas.
O trecho do comunicado da produtora Brasil
Paralelo: Tenho o prazer de informar que
a empresa Brasil Paralelo, produtora do documentário “1964, o Brasil entre
armas e livros”, irá divulgar o filme completo e gratuitamente, no Canal do
Brasil Paralelo no YouTube. Tal fato se deve em razão da rede Cinemark ter
proibido a exibição do filme em suas salas alegando que não se envolve em
questões políticas (apesar de ter exibido o filme do Lula) e da grande mídia
ter divulgado diversas vezes que o documentário defende a ditadura militar, sem
sequer ter tido acesso ao conteúdo do filme.
Bónus
Programa
“Fantástico” da Globo sobre os chamados “justiçamentos”, atentados terroristas
dos grupos de esquerda armada contra o governo brasileiro e contra os cidadãos
que se opunham à ditadura comunista:
Cristiano
Alves, o ferrenho estalinista do comunismo brasileiro, foi detido na Rússia
como imigrante ilegal e se prepara para a sua deportação administrativa forçada ao Brasil.
O
jovem estalinista brasileiro foi detido na sua saída da Rússia, por permanecer no
país ilegalmente (mais de 90 dias no decorrer dos 180 dias de calendário). Após
a sua detenção, o cidadão brasileiro foi colocado no centro de detenção temporária
dos emigrantes ilegais detidos no país, situado nos arredores de São
Petersburgo. Desde o dia 25 de março ele aguarda a deportação administrativa forçada
do território russo, o que significará que durante um longo período de tempo,
ele será impedido de entrar na federação russa.
Carta do Cristiano aos camaradas, escrita atrás das grades
Neste
momento Cristiano Alves enfrenta duas possibilidades, a decisão do tribunal russo
sobre a sua deportação forçada pode ter limites temporários de 10 ou de 90
dias. Tudo indica que jovem brasileiro não possui nenhum dos atenuantes, que
poderiam, em teoria, o salvar da deportação administrativa: 1) Não é casado,
não têm filhos, nem outros parentes cidadãos na federação russa; 2) não trabalhava
na Rússia de forma legal (não tinha patente, permissão ou contrato de trabalho);
3) não é um estudante; 4) não está sendo tratado no sistema de saúde russo; 5) não possuía a permissão de residência na Rússia.
A nova casa do Cristiano nos arredores de São Petersburgo
O
grande fã do Estaline/Stalin, Rússia e do comunismo, Cristiano Alves aderiu à
fé ortodoxa, se batizando na Igreja Ortodoxa Russa (IOR) sob o nome de
Alexandre. A sua amiga íntima, Yelena Jerdeva, conta, nas redes sociais, que Cristiano
costuma receber as propostas do casamento fictício, mas as sempre recusa por se
considerar um “cristão ortodoxo”, uma espécie de “testemunha do comunismo
estalinista”.
Também
é sabido que Cristiano teme voltar ao Brasil, onde, acredita, existe o perigo real de ser perseguido devido as suas “crenças e declarações políticas”. Ele chegou à pedir
o exílio político na Rússia, pedido que foi oficialmente recusado.
Blogueiro:
nas décadas de 1930-1940, vários prisioneiros soviéticos e os ativistas de
esquerda estrangeiros presos pelos OGPU-NKVD, costumavam escrever as cartas rogatórias
ao camarada Estaline/Stalin. Geralmente, as cartas começavam assim: “Querido
camarada Estaline, se sucedeu um grande equívoco...” Por vezes, as cartas surgiam
efeito, em vez de ser fuzilado, o prisioneiro era enviado para trabalhar nas
minas de ouro ou de urânio...
Bónus
O
mesmo Cristiano Alves defendia, em 2017, a eliminação física de Jair Bolsonaro
e a tortura dos seus seguidores, ou seja, cerca de 70 milhões de eleitores em
2018:
No
dia 25 de março se completou o 75º aniversário da morte doOmelián Kovch, o
sacerdote greco-católico ucraniano, que salvava os judeus e foi conhecido como “pároco
de Majdanek”, assassinado pelos nazis no campo de concentração de Majdanek.
O
beato Omelián Kovch (20 de agosto de 1884 — 25 de março de 1944) tinha nascido no
seio de uma família ucraniana camponesa na localidade de Tlumach, da região de
Kosiv, situada no Oeste de Ucrânia. Se ordenou sacerdote em 1911, após terminar
os seus estudos em Colégio de São Sérgio e São Baco, em Roma. Durante 4 anos
foi sacerdote na comunidade graco-católica ucraniana na Bósnia. Em 1919 se
tornou o capelão do Exército Ucraniano de Galiza (UGA), forças armadas da
República Popular da Ucrânia Ocidental (ZUNR). De 1921 à 1943 foi pároco da igreja
de São Nicolau, em Peremyshliany. Estava casado e era pai de seis filhos (os
padres católicos ucranianos do rito bizantino podem se casar).
Na
primavera de 1943 padre Kovch foi detido pela Gestapo por salvar os judeus
ucranianos. A sua família, assim como o metropolita Andrey Sheptytsky, tentaram
salvá-lo da morte no campo de concentração nazi. Mas padre Kovch se recusou. Ele
escreveu uma carta para sua família, que contém as seguintes palavras: “Ontem
milhares de pessoas foram mortas aqui. Eu sou o único padre aqui. O único que
pode ajudar as pessoas a morrer e entrar na porta aberta para a casa do Pai
Celestial”.
Em
fevereiro de 1944 ele baixou no hospital prisional e no dia 25 de março de 1944
– morreu e foi cremado no crematório de Majdanek, situado nos arredores da
cidade de Lublin, na Polónia.
Ivan Kovch (1932), filho de Omelían Kovch junto à placa memorial em Majdanek em memória do pai.
foto: Nashastudiya, 25/03/2009
Em
9 de setembro de 1999, o Conselho Judaico da Ucrânia, o considerou oficialmente
como “justo da Ucrânia”. A sua beatificação ocorreu em 27 de julho de 2001 em
Lviv, durante a cerimónia litúrgica do rito bizantino, presidida pelo Papa João
Paulo II.
O
serviço de imprensa da24ª Brigada
especial mecanizada“Rei Danylo” divulgou as imagens da posição avançada
separatista “Krokodil” (Crocodilo), situada nos subúrbios de Donetsk.
“Alguns
dias atrás, graças às ações hábeis e coordenadas dos militares da brigada real,
foi realizada uma operação de fogo, bem-sucedida, contra as posições do inimigo
no “Krokodil”, diz o comunicado.
Esclarece-se
que foi a partir daquela posição que as forças russo-separatistas realizavam
bombardeios constantes das posições ucranianas com o uso de mísseis antitanque,
morteiros SPG e de 82 mm, metralhadoras pesadas DShK, etc.
Nota-se que a colina em
que era situada a posição, usada pelos ocupantes para controlar a estrada
Krasnohorivka-Mariinka e as localidades de Krasnohorivka e Mariinka está
localizada nos arredores de bairro Petrovsky, num dos subúrbios ocidentais da
cidade de Donetsk.