Nos
primeiros dias de julho na linha da frente nas regiões de Donetsk e Luhansk as diversas
posições ucranianas foram atacadas com as munições de 120 mm. Os pontos mais
quentes na região de Donbas são Vodiane, Krasnohorivka, Avdiivka e arredores,
região de Develtseve; e em Luhansk: as localidades de Zholobok, Krymske e
Triohizbionka.
Por
vezes, o inimigo russo-terrorista tenta avançar, é recebeido pelas forças ucranianas
nas posições equipadas pelos visores de visão noturna, drones e sistemas de
escutas.
Tabaco com selos fiscais russo-separatistas
Placa de colete prova-de-bala, 3º nível de proteção
Galhetas "Do Exército", produzidas na Rússia
Quetonal (Quetoprofeno): analgésico e Dicinon: comprimidos anti-sangramento
Um
dos últimos avanços russo-terroristas na localidade de Kamianka terminou
para eles com 18 mortos, 20 feridos e a perca de algumas unidades de blindados
(uma das unidades pode ser vista na foto), além disso, na sua fuga os
terroristas deixaram munições, placas de proteção (sem as placas puderam correr
mais depressa) e outros tipos de fornecimentos.
Nem
todas as vezes as coisas correm dessa maneira, nem de todas as armas é possível
ter a proteção efetiva, os militares ucranianos também são mortos e feridos...
Mina antipessoal soviética Mon-50
Ajudar
à Fundação “Voltar vivo”: Transferências
do estrangeiro: https://api.fondy.eu/s/v7joD0D4lCyO
Um
russo-terrorista conta aos propagandistas que os franco-atiradores das forças ucranianas, “moças
dos países Bálticos e os polacos”, estão alvejar os terroristas com grande
profissionalismo, isso é, “em 90% alvejando a virilha”; “numa distância de 600
m conseguem acertr na perna”.
A
72ª Brigada Mecanizada das Forças Armadas da Ucrânia (FAU) queimou o blindado T-72
modernizado, com indicativo único “Águia Branca”, comandado, provavelmente
pelos militares russos no ativo, devido à complexidade do equipamento, produzido unicamente na Rússia.
O
comandante ucraniano “Bazalt”, responsável pela defesa da mina “Butivka”,
estudou o itinerário diário do blindado e armou lhe uma armadilha. Com uso dos morteiros
permitidos pelo acordo Minsk-2, as forças ucranianas primeiro atingiram a
defesa dinâmica do blindado e depois disso foram aos seus tanques de combustível adicionais, no
fim “Águia Branca” ardeu...
O caricaturista russo Vladimir
Kadulin 1883 (?) – após 1950 (?), estudou na Escola das Belas Artes de Moscovo
e de Kyiv. Julgando pelas imagens, o artista em nada simpatizava como o novo poder
soviético, o seu destino após 1917 é praticamente desconhecido.
O
jornalista russoPavel
Kanygin, falou com Svetlana Ageeva, a mãe do cabo russoVictor
Ageev, capturado recentemente no leste da Ucrânia com as armas nas mãos,
mais um entre os milhares de terroristas e mercenários russos, desta atual agressão russa contra o leste ucraniano.
Svetlana
Ageeva é professora de inglês, para ver o jornalista ele viajou cerca de 100 km
até a cidade russa de Barnaul,
onde vive o seu filho mais velho, Maxim, o irmão do Victor. O encontro se deu
no escritório Aleksandr Goncharenko, o famoso na região de Altay defensor dos
direitos humanos. Svetlana conta que recentemente ela recebeu a visita do comissário
militar da sua cidade, Konstantin Eller que lhe declarou categoricamente o
seguinte: Victor não era militar do exército russo contratado, foi para a dita “lnr”,
na qualidade do mercenário [ação punível no Código Penak russo com a pena prisional
de até 15 anos].
—
Svetlana Victorovna, você disse que ele [Victor Ageev] tinha um contrato com o
Ministério da Defesa russo. Mas o Ministério nega tudo. Você tem os respetivos papéis?
—
Nega sim. Mas eu já nem sei, eu própria. Afinal de contas, ele me dizia: eu vou
sob contrato. Enviou [me] via rede social “OK” a digitalização da ordem em que recebeu
[a patente] do cabo. Ele estava tão feliz com isso! E eu tinha certeza de que
ele está na região de Rostov e serve lá na 22ª unidade. Temos tantas vezes falado
ao telefone, ele me enviava as fotos de lá, onde ele está em uniforme militar com
três outros rapazes, e eles seguram uma bandeira, e nela estava escrito algo
sobre as unidades da federação russa... Bem, talvez era coisa a romântica, os
meninos estão à brincar. O comissário [Konstantin Eller], quando vinha, me disse
que a bandeira não é verdadeira. Entãoagoraeunãoseioquepensar.
[...]
Svetlana Ageeva conta que desde a sua chegada em Rostov, ela falava com filho semanalmente.
Um mês depois, Victor até lhe mandou do seu salário 5.000 rublos (84,2 dólares).
“Ele disse que para já não pode [mandar] mais. Mas mesmo assim estava feliz...
Vitinho me ajuda a pagar o empréstimo, sabe que isso não é me muito fácil” [...]
—
Você, em geral, segue ativamente as notícias? Aquilo que está acontecendo na
Donbas, por exemplo?
— Sim! Gosto
muito da política. Sempre assistir nosso famoso Solovyov, Kiselev [os dois
propagandistas mais patrioteiros em alinhamento pró-Kremlin], gosto os seus “60
Minutes”. Embora Kiselev de alguma forma não muito bom, mas Solovyov gosto
muito. Em geral, eu entendo um pouco, me parece [da política].
—
Depois de ver estes programas, quais são os seus pensamentos, que conclusões você
tira?
—
A conclusão é essa de que
a mídia ucraniana e a nossa [russa] trabalham algo assim, apenas para demonizar
o outro. Veja. Por que os ucranianos têm tal ódio [aos russos]? Talvez os nossos
meios de comunicação também lançam a sujeira sobre os ucranianos mais do que é necessário? Talvez isto acontece de propósito?.. Ou os acordos de Minsk. Em
toda parte se ouve constantemente que eles não funcionam, e eu não consigo
entender quando irão funcionar! Quem deve tomar os passos para isso? Kiev sozinho
ou os nossos também devem? Acho que precisa que ambos os lados devem trabalhar.
Esta situação [no sudeste da Ucrânia] está se arrastando. Por outro lado, eu
escutei uma barragem de negatividade dirigido à mim e à Rússia dos ucranianos,
e era assustador. Ameaças de morte, insultos. Talvez eles foram contratados
especificamente para escrever isso? Eu claramente não sei, mas parece-me que os
russos não reagem tão fortemente [contra os ucranianos], tão agressivamente e
com tanto ódio. Eu mesmo não reajo, de tudo, com ódio contra eles [ucranianos].
Acho que a minha geração de ucranianos também – assim eu acho. É apenas a
juventude que cresceu durante estes 25 anos [desde a queda da URSS em 1991], é
má. Desde que a política lá [na Ucrânia] era anti-russa, foi isso o que
aconteceu. Mais uma vez, eu não vivi lá, apenas tiro as conclusões a partir da
mídia, dos programas do Kiselev, Solovyov. De que outra fonte seria? Onde mais se falam
de forma tal convincente? Agora eu estou interessado nesta questão, quando me tocou.
Eu só quero saber por que eles nos odeiam tanto, então? Ou eles não nos odeiam?
Talvezapenas isso sejaapresentadoanósassim?
—
Você está surpresa com a reação das pessoas pelo facto do seu filho ir participar
na guerra num outro país?
—
(longa pausa) Eu, apenas, não iria reagir assim, se a tal [invasão] estaria no
meu território. Bem, agiria de forma mais inteligente, de alguma forma. Mas
eles são jovens, são mais emocionais, maximalistas. Estou confusa. Eu
sempre pensei sobre essa guerra na Ucrânia, assisti todos os programas de
televisão, e é assim que a vida se virou.
Apelo
da Svetlana V. Ageeva ao presidente Putin e aos ministros da Defesa, Shoigu e
dos Negócios estrangeiros, Lavrov.
Meu
filho, cumprindo o serviço militar regular há um ano, expressou o desejo de trabalhar
sob contrato e queria voltar aos mesmos lugares, onde ele serviu o SMO. Ele viajou
em março [de 2017], dizendo que iria trabalhar sob contrato. Foi dito a cidade
de Bataisk. Ele estava constantemente entrando em contato comigo ao telefone,
uma vez por semana, uma vez à cada duas semanas. Eu sabia das suas realizações
mais ou menos, porque não podíamos falar por muito tempo — isso era caro.
<…>
Victor! E espero sinceramente que a parte ucraniana fará as concessões (Sic!), mostrará
a humanidade (Sic!!) e nos permitirá comunicar consigo ao telefone. Ou permitirá
lhe transmitir a minha mensagem de vídeo através do jornalista da “Novaya
Gazeta”. Pelo menos, eu quero acreditar nisso.
Blogueiro:
a mãe do mercenário defende o seu filho com “unhas e dentes”, mas seguramente
já recebeu a orientação dos órgãos militares/estatais russos, daí a menções de “já
não saber”, “de estar confusa”, de acreditar na “brincadeira dos meninos” com
as bandeiras e armas à fingir... Interessantes são duas revelações da Sra. Svetlana:
a participação ativa do Victor na guerra russa contra Ucrânia e na morte dos
ucranianos na Ucrânia, ajuda a sua mãe à pagar o empréstimo bancário e outro
ponto, as suas conversas telefónicas eram caras, por isso eram curtas. Este elemento
indica que as conversas, muito provavelmente, eram em roaming, à partir do
território da Ucrânia, como tal eram caras, sendo internacionais.
Outro ponto interessante é
a maneira como Svetlana lê o seu apelo, como se pode ver nas imagens, ela lê
algum texto que fica à esquerda da câmara. Quem é o autor do texto para já é uma
incógnita...
Inspirados
nos protestos de 2013-2014 na Ucrânia, os jovens manifestantes da Venezuela
estão usando escudos como o dos vikings nos combates contra as forças policiais
e assistindo empolgados o documentário “Winter on Fire” dedicado à revolta de Kyiv.
Adversários
do presidente venezuelano Nicolás Maduro têm realizado exibições públicas do
documentário da Netflix, “Winter on Fire”, sobre o confronto de três meses na
Ucrânia que levou a 100 mortes e à saída do então presidente Viktor Yanukovich. Nas
manifestações contra o governo da Venezuela, onde mais de 70 pessoas morreram
desde abril, jovens têm usado escudos coloridos parecidos com os que foram
usados na Praça da Independência de Kyiv.
Os
jovens venezuelanos fabricam seus escudos a partir de antenas parabólicas,
tampas de bueiros, barris ou qualquer outro pedaço de madeira e metal que
consigam encontrar. Alguns apoiadores também fazem e doam escudos.
Alguns
manifestantes usam os escudos para formar barreiras ou até mesmo batem neles em
uníssono, imitando o grito de guerra dos nórdicos. Os demais bradam em apoio
enquanto membros da auto-intitulada “Resistência” enlaçam os braços e andam até
as linhas de frente para enfrentar tropas da Guarda Nacional e a polícia.
“Os
escudos não seguram as balas, mas eles nos protegem do gás lacrimogéneo, das
balas de borracha e das pedras”, diz o estudante de direito de 20 anos, Brian
Suárez, que usa uma máscara de gás e carrega um escudo com o desenho de Maduro
na mira de um rifle.
Outros
escudos carregam citações e imagens da constituição da Venezuela, pinturas e
símbolos religiosos, retratos de manifestantes mortos ou palavras de ordem como
“SOS!”, “Chega de Ditadura!” ou “Maduro Assassino!”
Enquanto os manifestantes dizem estar lutando
contra a tirania nesse país sul-americano produtor de petróleo, Maduro os acusa
de estarem tentando provocar um golpe violento com o apoio dos Estados Unidos.
Manuel
Melo conta que estava na linha de frente dos protestos, jogando pedras e
protegendo outros manifestantes com seu escudo de plástico azul, até que um dia
ele foi atingido por um canhão de água. O estudante de design gráfico de 20
anos perdeu um rim com o impacto. Mesmo
assim ele quer voltar para as ruas.
“É
um papel importante carregar o escudo porque você sabe que tudo que eles jogam
vai direto em você”, ele diz, enquanto se recupera em sua casa, em Caracas. “Não
estou lá na rua porque gosto, mas sim pelo bem comum”.
O
documentário “Winter on Fire”, dirigido pelo realizador russo Evgeny
Afineevsky, mostra dezenas de milhares de manifestantes ucranianos enfrentando
a neve e golpes de cassetete das tropas de choque para se defenderem atrás de
barricadas na Praça de Independência de Kyiv (Maydan). Ele
tem sido exibido discretamente em toda a Venezuela, inclusive em livrarias, uma
universidade, uma praça pública e uma sala de cinema independente. Após as
exibições, são realizadas palestras e debates.
“Quando
você vê um ucraniano com lágrimas nos olhos, você se pergunta: 'Espera aí,
estou na Ucrânia ou em Cafetal?'”, diz o professor universitário Carlos
Delgado, referindo-se a um bairro de classe média alta de Caracas que apoiou
com veemência os protestos.
Delgado,
48, participou recentemente de uma exibição e de um debate sobre “Winter on
Fire” na Universidade Católica da Venezuela, onde a oposição a Maduro também é
forte.
Muitos
também divulgaram pelas mídias sociais. “Esse documentário é imperdível”,
afirma a atriz e escritora venezuelana Ana Maria Simon, em sua conta no
Instagram. “Todos os venezuelanos deveriam assisti-lo, especialmente aqueles
que estão cansados, especialmente aqueles que estão quase perdendo a fé”.
Em
ambos os países os manifestantes contestavam presidentes que eles consideravam
repressivos, e os confrontos foram ficando cada vez mais violentos. Mas também
há muitas diferenças.
Enquanto
os manifestantes da Ucrânia enfrentavam um frio congelante dia e noite, os da
Venezuela se dispersam rapidamente quando começa a chover, e voltam para a casa
à noite, além de desfrutarem de um ameno clima caribenho.
Os
venezuelanos apontam que os gangues de criminosos tornam as ruas perigosas à
noite. E com sua economia em colapso, muitas vezes eles sofrem com a falta de
remédios, alimentos e outros itens, ao passo que os ucranianos tinham um bom
abastecimento.
Hans
Wuerich, que ganhou fama ao ficar nu na frente de um carro blindado segurando uma
Bíblia em Caracas, diz que “Winter on Fire” o fez pensar que a Resistência da
Venezuela precisava ampliar sua estratégia.
“Está na hora de levar
os protestos além”, diz o repórter de 27 anos na Praça Altamira, em Caracas, um
dos focos das manifestações. “Mas precisamos nos organizar se quisermos tomar
as ruas noite e dia, se realmente quisermos chegar a um ponto sem volta”.
No
dia 30 de junho, o chefe do Serviço da Guarda-fronteira da Ucrânia, Victor
Nazarenko, informou na sua página doFacebooksobre a detenção na região de Kherson de dois operativos do FSB, que tentavam
penetrar ilegalmente no território da Ucrânia.
Hoje,
no dia 30 de junho, cerca das 2h30 (de manha, hora ucraniana), o destacamento
da Guarda-fronteira de Kherson, em conjunto com os militares das FAU, na região
de Kherson, nas margens do golfo de Perekop, detive duas pessoas não
identificadas, indocumentadas e encontrou o barco, usado pelos detios para desembarque
na costa.
A
interrogação mostrou que os detidos são militares do Serviço de Fronteiras do
FSB da federação russa. De acordo com eles, supostamente desempenhavam o papel
de violadores de fronteira durante o exercício de treino, mas se desviaram do
caminho, perderam a orientação e, portanto, entraram na Ucrânia continental. Os
cidadãos russos detidos são sujetos às certas ações processuais previstas na
legislação ucraniana.
A
página do chefe da Guarda-fronteira da Ucrânia mostra as fotos dos detidos, mas
não revela as suas identidades. A Comunidade Internacional InformNapalm, efetuou uma rápida investigação OSINT,
com intuito de revelar a identidade dos operativos do FSB detidos.
Na
rede social «VK» foi achado o perfil de um tal Vladimir
Kuznetsov (o apelido/sobrenome do operativo do FSB nas redes sociais pode ser fabricado, ver os arquivos da página, fotos, contactos egrupos), cuja semelhança
com o operativo do FSB detido é óbvia: os olhos, nariz, testa, corte de cabelo,
orelhas e lábios “descaem” para o lado direito, até a corrente no pescoço é a
mesma.
Além das semelhanças físicas, existem algumas indicações indiretas de que Vladimir
Kuznetsov pertence ao FSB.
Tendo estudado o círculo modesto de amigos do Kuznetsov, torna-se claro que ele é da cidade de
Blagoveshchensk, região russa de Amur, na fronteira com a China. Em Blagoveshchensk está localizado a
Direção da Giarda-fronteira do
FSB da região de Amur, e muitos moradores locais são filhos e familiares dos militares e operativos
de guarda-fronteira, que servem nas unidades da
guarda-fronteira da Rússia.
Entre
os amigos do Kuznetsov, podemos ver o seu conterrâneo Igor Kin, de alguma forma relacionado com a
unidade militar № 2486, que faz parte das unidades da marinha da guarda-fronteira
russa, incumbidas a defesa da fronteira estatal russa, neste caso com a vizinha China,
no rio Amur.
Deve recordar-se que os russos detidos em Kherson, tentaram penetrar
na Ucrânia continental de barco.
Nesta
fase inicial não foi possível estabelecer a identidade do segundo russo detido.
Se espera que a investigação OSINT poderá ser útil ao SBU e ao Serviço de Guarda-fronteira da Ucrânia, para dirigir
as perguntas adicionais aos russos detidos, efetuando as medidas de filtragem
necessárias.
Reação
do FSB
O
serviço de imprensa do FSB reconheceu a pertença dos russos detidos ao FSB,
alegando que estes “se desviaram no caminho e entraram no território da
Ucrânia, onde foram detidos pelos representantes da agência de guarda-fronteira
do estado vizinho”. Agora FSB diz estar “esperançado que, de acordo com as
normas do Direito Internacional (Sic!), os funcionários do Serviço de Guarda-Fronteira
da Rússia no futuro próximo serão devolvidos ao território da federação russa”
(fonte).
Outros
militares russos perdidos na Ucrânia
A
foto foi tirada no quartel-geral da 17ª Brigada Motorizada Especial da Guarda “A.
Suvorov” e “A. Nevsky” do exército russo, situado na cidade de Shali, na Chechénia.
“Eles
morreram, cumprindo o seu dever”, diz o texto cravado. Nove “deles”,
morreram entre 12 à 15 de agosto de 2014. A pedra não diz onde, nem em que circunstâncias.
Em agosto de 2014 não havia combates na Chechénia, decorriam fortes combates no
leste da Ucrânia, principalmente na região de Ilovaysk. Exército ucraniano
começou a ofensiva em larga escala, as unidades ucranianas entraram nos subúrbios
de Donetsk. Para salvar os terroristas, o território da Ucrânia foi invadido pelas
unidades regulares das forças armadas russas. Algo que nunca pode ser
esquecido, nem perdoado...
Blogueiro:
os países razoavelmente sérios não efetuam este tipo de exercícios na fronteira
com o país com quem tecnicamente estejam em guerra. À não ser que querem criara
alguma provocação, tensão, testar a prontidão combativa da contraparte. Além disso,
possivelmente os serviçais do FSB detidos podem estar implicados no rapto dos
cidadãos ucranianos, ocorridos no passado recente. De qualquer maneira, poderiam ser libertados apenas em troca dos ucranianos raptados ou detidos na Rússia,
desde o jornalista Roman
Sushenko, aos outros POW ucranianos, mantidos ilegalmente nas cadeias
russas.