O
Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Pavlo Klimkin, entregou aos
representantes do Tribunal Penal Internacional em Haia, na Holanda, a
declaração ucraniana de reconhecimento da jurisdição do TPI sobre os crimes
cometidos pela Rússia no leste da Ucrânia desde o início da sua agressão em
2014.
O
Ministro Klimkin escreveu no seu twitter em 8 de setembro:
“O
momento histórico. Ao pedido do presidente, no Tribunal Penal Internacional
hoje entrego a declaração de reconhecimento da competência do TPI. Ucrânia
reconhece a jurisdição sobre crimes contra a humanidade e crimes de guerra
cometidos desde o início da agressão pela Federação Russa”.
O
Ministro também mencionou que TPI estão apoiar ativamente as ações das
autoridades ucranianas na investigação dos crimes na Praça da Independência,
nas palavras do Ministro: “os crimes contra os manifestantes, os crimes do agressor e dos terroristas apoiados por este não ficarão impunes”.
Em
Haia, Pavlo Klimlin, se reuniu com o vice-chefe do TPI, o advogado canadense James K. Stewart.
Em
4 de fevereiro de 2015 o Parlamento da Ucrânia (Verkhovna Rada) aprovou a deliberação
№ 145-VIII, que, por sua vez, aprovou a declaração “Sobre o reconhecimento pela
Ucrânia da jurisdição do Tribunal Penal Internacional nos crimes contra a
humanidade e crimes de guerra por altos funcionários da Federação Russa e pelos
líderes das organizações terroristas, “DNR” e “LNR”, com consequências especialmente
graves e ao assassinato em massa de cidadãos ucranianos”.
Através
da mesma deliberação, o Parlamento incumbiu o Gabinete dos Ministros e a
Procuradoria-geral da Ucrânia reunir os respetivos materiais e a base fatual
para a sua entrega ao TPI.
O
portal Global Firepower apresentou o seu novo rating dos exércitos dos 126
países do mundo. O exército mais poderoso pertence aos EUA, Ucrânia ocupa a 25ª
posição. Os criadores da lista explicam que usaram cerca de 50 factores para
determinar o Índice da Força (Power Index ou PwrIndx) do cada país. A
existência das armas nucleares, assim como fatóres políticos e militares não
influenciam o rating, já os fatóres económicos, geográficos e de existência dos
recursos naturais são tidos em conta.
O
1º lugar é ocupado pelo exército dos EUA com índice de força de 0,1661; no 2º
lugar estão as forças armadas russas com índice de 0,1865, seguidas pela China,
Índia e Grã-Bretanha.
O
Brasil está em 22º lugar, Ucrânia no 25º (0,8214), África do Sul no 32º,
Portugal no 57º, Angola no 76º e Moçambique é penúltimo, na 125ª posição, à
frente da Somália que fecha a lista.
Fonte (para aumentar a imagem, faça 1 click nela):
O
corpo expedicionário do exército russo desembarcou na Síria e participa no
confronto militar contra o Estado Islâmico. Os combates decorrem nas imediações
da cidade de Lataquia ao lado das forças governamentais do Bashar al-Assad.
Essa informação é confirmada pelas várias fontes.
por:
Kirill Martynov, Novaya Gazeta, Moscovo
Ainda
no dia 12 de agosto a página da resistência anti-Assad, Syria.net, afirmou que
os conselheiros militares russos comandam a defesa da Lataquia. No dia 21 de
agosto na Internet foram publicadas as fotos do navio principal de transporte
das tropas aerotransportadas «Nikolay
Filchenkov», à passar pelo estreito do Bósforo com equipamentos militares
no seu convés. No dia 31 de agosto a página israelita Ynet publicou os dados das
fontes diplomáticas ocidentais anónimas segundo os quais Rússia começou a
operação do apoio militar direto do regime do Assade e moveu ao país os
equipamentos militares, incluindo os caças e helicópteros de assalto.
Ao
mesmo tempo o jornal oficial sírio “Al-Watan” informou que Rússia planeia
construir uma base militar na cidade de Jableh, no sul da Lataquia, em acréscimo
ao já existente ponto dos fornecimentos técnico-militares da marinha da guerra
russa em Tartus. Nas redes sociais apareceram as fotos, tiradas pela oposição
síria, neles se vêem as caças em missões de combate, parecidas com as russas.
Possivelmente um Mig-29 (?)
Possivelmente um Su-27 (?)
Possivelmente um Su-34 (?)
No
dia 3 de setembro o jornal “The Times” informou que na reportagem sobre os
combates na região da Lataquia, mostrada na TV oficial síria estava presente o moderno
blindado russo BTR-82А(número
de identificação 111) e podem se ouvir as ordens em russo.
O
secretário de imprensa do presidente russo, Dmitry Peskov nega a participação
da Força Aérea russa no conflito da Síria e os representantes oficiais da NATO
para já estão em silêncio. A situação em redor da presença militar russa parece
tecnicamente com o início da guerra híbrida na Ucrânia. Por acaso, paralelamente
com os primeiros rumores sobre o aparecimento do exército russo na Síria, os
observadores confirmaram um forte abrandamento do conflito no Donbas. Como se os especialistas
de condução da “guerra híbrida” passaram a sua atenção para um novo projeto.
Para
que Rússia vai à Síria? O significado político da campanha russa é diferente da
crise ucraniana. Nas vésperas da Assembleia-geral da ONU, em que pela primeira
vez em 10 anos participará o presidente Putin, a intromissão no conflito no
Médio Oriente significa que Rússia está pronta para vir aos seus “parceiros
ocidentais” com a nova iniciativa. Moscovo, que contrariamente do Washington
não tem oposição da opinião pública e do Congresso, se compromete com a
aniquilação do Estado Islâmico.
A
Rússia forma uma nova coligação militar contra os islamitas, fornecendo lhe os
meios de inteligência, aviação e assegurando o comando estratégico. Como a
força de assalto para as operações terrestres poderão ser usadas as unidades do
exército do Irão. Em contrapartida Rússia exige as concessões na
questão ucraniana, o fim das sanções e o retorno do país ao clube dos países
ocidentais, que luta contra as ameaças globais, como o terrorismo. Com este pacote
de propostas o presidente russo poderá viajar até Nova Iorque no dia 15 de
setembro.
Se
este plano terá o sucesso, mesmo que parcialmente, o poder russo receberá tudo do que poderia apenas sonhar. Normalização das relações com Ocidente,
perspetiva das negociações sobre o estatuto da Crimeia. E ao mesmo tempo a
demonstração do poder russo no mundo: diferentemente das democracias ocidentais
o país tem a capacidade de atacar os terroristas até no Médio Oriente. O orgulho
pelo país levará o rating do apoio do presidente aos novos patamares.
Existe,
no entanto, um déjà-vu, parece que ninguém calculou profundamente os riscos
deste jogo.
Os
militares russos novamente auto denunciaram-se, propositadamente ou sendo
incapazes de superar a sua dependência das redes sociais. Além disso, faltam
lhes os conhecimentos técnicos elementares para desativar a geolocalização dos
seus telefones celulares. Como resultado, as redes sociais populares russas, “VKontakte”
e “Odnoklassniki” estão abarrotar de fotos, onde soldados do exército russo pousam
nos diversos locais da Síria: ruas, pontos de interesse, monumentos e posições
militares. Dezenas de fotos similares foram encontrados pelo blogueiro
ucraniano Nikolay
Mahno que simplesmente usou as geolocalizações sírias para a busca
automática.
As
imagens testemunham que cada vez mais militares russos lutam pelo regime do
al-Assad. Eles já não são apenas “instrutores”, mas as unidades inteiras de forças
especiais e fuzileiros navais. A maior parte dos militares russos está passando
pela área de Tartus, mas também aparecem em Homs, em Lataquia, em Damasco, em
Salamia, em Hama, etc. Algumas unidades servem na Síria por 4-6 meses, às vezes
“mascarados” de árabes.
Blogueiro
A
possível decisão russa de entrar, de corpo e alma, na guerra da Síria pode
significar diversas coisas para Ucrânia. Primeiro: cada militar russo morto ou
ferido na Síria significa menos um militar disponível à agressão contra
Ucrânia. Segundo: as intervenções no estrangeiro, geralmente, são mal geridas
pela Rússia, a guerra russo – japonesa de 1904-05 levou à 1ª revolução russa de
1905; a participação russa na I G.M. ditou o fim do império russo e a
intervenção soviética no Afeganistão contribuiu, largamente, para o fim da
União Soviética. Terceiro: a guerra aberta contra o Estado Islâmico e as
forças, que possivelmente estão por trás do mesmo, pode significar a
continuação da queda do petróleo, possivelmente até 20 dólares por baril (e
colapso da economia russa), além do conflito aberto com o mundo islâmico, tendo
em conta os números dos muçulmanos russos: cerca de 14,5 milhões de cidadãos em
todo o país (entre 6% à 14% da população geral) e 2 milhões só na cidade de
Moscovo (FONTE). Quarto: existe a informação do que os militares ucranianos, outrora estacionadas na Crimeia, que traíram o seu juramento, passando às forças armadas russas, neste momento estão sendo colocados na Síria. No caso da sua liquidação pela resistência síria isso diminuirá o trabalho à procuradoria ucraniana e confirmará o já conhecido: ninguém gosta e ninguém tem a consideração mínima pelos traidores.
Uma parte dos quadros
foi pintada ainda na URSS e guardada no fundo dos estúdios dos artistas. Outros
foram pintados já após o início da Perestroica, quando censura e KGB deixaram
de ameaçar os seus autores. Ambas as partes são bastante interessantes, principalmente
hoje, quando na federação russa o regime optou, claramente, pelo branqueamento total
e até uma certa restauração da “prisão dos povos”, da União Soviética.
O “pintor popular”
soviético, o prémio “Estaline” de 1950, Yuriy Kugach (1917-2013), retrata no seu quadro “Do passado recente”
(1960-1990) o processo de deskulakização, quando os camponeses mais capazes
eram deportados à Sibéria ou às outras regiões soviéticas, tendo como única
culpa o facto de possuírem mais que uma vaca ou habitarem em uma casa mais
abastada. O processo da deportação é comandado e coordenado pelos agentes do CheKa / OGPU.
"Do passado recente" (1960-1990)
Egil Veydmanis
(1924-2004), pintor soviético de origem letã, filho de um comunista letão,
membro da unidade dos “atiradores letões”. Após a consolidação do regime
soviético, o seu pai trabalhou no teatro letão “Skatuve” (Palco) em Moscovo,
cujo grupo teatral, praticamente na sua totalidade, foi preso e fuzilado pelo
NKVD durante o Grande Terror de 1937-38. O pai do pintor foi fuzilado no polígono
de Butovo, juntamente com mais de 20.000 pessoas...
"Butovo. Polígono de fuzilamento do NKVD" (1999-2003)
Entre as vítimas do
polígono de Butovo estão as pessoas com idades entre 13 à 82 anos, de pelo
menos 73 nacionalidade e grupos étnicos, de todos as classes, incluindo cerca
de 100 pintores e mais de 900 sacerdotes. Embora a maneira de extermínio no
polígono era ligeiramente diferente a da pintada no quadro. A técnica de
retirar os prisioneiros da viatura e fuzilar imediatamente no mato era usada
pelo NKVD no Massacre
de Katyn. Em Butovo, NKVD construiu uma barraca especial, para onde à 1h00
de manha eram trazidos os prisioneiros, 400-500 pessoas por noite. Eles eram
lavados à barraca para o “tratamento sanitário” (a técnica mais tarde usada pelos
nazis), seguia-se a verificação das suas identidades, depois as pessoas eram
despidas e lhes anunciavam a sentença. A equipa do extermínio esperava numa
outra barraca, bebendo a vodca, para ganharem coragem e indiferença. Depois, os
condenados eram levados fora da barraca, um por um e fuzilados. No fim do
processo, pela manha, uma retroescavadora tapava a vala comum.
"Inscrição ao kolkhoze" (1985)
A pintora ucraniana Nina
Marchenko (1940), no quadro “Inscrição ao kolkhoze” (1985) mostra como comunista, em “budionovka”, o boné usado pela cavalaria bolchevique, obriga um camponês à
se inscrever no kolkhoze. Após a aderência forçada ao kolkhoze aos camponeses
arrancavam o trigo, que por sua vez era vendido no Ocidente para financiar a
industrialização soviética (fábrica “Ford” em Nizhni Novgorod ou as turbinas “Siemens”
de DniproHES).
O preço à pagar foi Holodomor
que custou a vida aos entre 3,5 à 7 milhões de ucranianos.
"Caminho de luto" (1998-2000)
"A última caminhada" (1998-2000)
"A mãe do 1933" (2000)
O pintor não
conformista russo, Vasily Kolotev
(1953), era famoso pela sua firme postura de não colaboração com o regime
soviético (trabalhava como serralheiro e pintava nos seus tempos livres). Hoje
o artista é considerado o documentalista da vida moscovita popular de uma época
inteira.
"A data vermelha do calendário" (1985)
"Domingo" (1984)
"... E o barco anda. Cervejaria" (1979)
"As folhas do álamo caem do freixo" (1984)
"As cenas do boulevard" (1984)
Os temas dos seus
quadros era o quotidiano moscovita (espelho maior do quotidiano soviético) dos
anos 1970-1980. “A data vermelha do calendário” (1985): os proletários soviéticos bêbados
celebram o dia 1 de maio. “... E o barco anda. Cervejaria” (1979), “As folhas
do álamo caem do freixo” (1984) e “Domingo” (1984): retratam o passatempo popular no fim da
época do Brejnev. A URSS invade o Afeganistão e ameaça invadir a Polónia, mas
nas cervejarias ao céu aberto os intelectuais, caídos e os vindos do povo discutem a vida:
desde as mamas da vendedora até a filosofia do Kant. Por ser inofensivos,
são tolerados pelo regime. “As cenas do boulevard” (1984): uma das “conquistas”
do “socialismo real” que suscita mais nostalgia dos saudosistas soviéticos é a
vodca barata. Em 1984 o líder soviético Yuri Andropov aumentou o seu preço para
4,70 rublos pela garrafa de 0,75 litros. Oficialmente, para combater alcoolismo,
na realidade para preencher o magro orçamento soviético que já não aguentava a
corrida armamentista contra os EUA.
"Nas escadas do prédio" (1983)
"A manha da vizinha" (1984)
“Nas escadas do prédio” (1983): dado que na
parte europeia da URSS o frio apertava muito bastante pelo menos 6 meses ao
ano, os bêbados soviéticos e as companhias dos jovens delinquentes costumavam
beber nas escadas dos prédios de habitação, incomodando os seus habitantes. “A
manha da vizinha” (1984): até o fim dos anos 1990 um grande número dos cidadãos
soviéticos vivia nos apartamentos comunais: os bons apartamentos individuais da
época do “czarismo sangrento” foram transformados em cubículos imundos, onde
cada quarto passou à ser ocupado por uma família, com a necessidade de partilhar
os locais comuns: casa de banho, banheira, cozinha, etc. “A nona onda” (1979):
a vida quotidiana da família soviética. “A fila” (1985): uma parte considerável
do seu tempo o cidadão soviético passava nas filas, filas por tudo e por nada:
desde a mortadela até os sapatos jugoslavos, de papel higiénico até o café
brasileiro.
"A fila" (1985)
As famosas filas
soviéticas, a parte integral da economia planificada foram retratadas por diversos
outros pintores. O quadro “A fila” (1986) do Aleksey Sundukov (1952) mostra uma fila
feminina para comprar os alimentos que no calão soviético eram “deitados”, ou
seja, apareciam em venda livre, mas em quantidade limitada.
"A fila" (1986)
O quadro do Vladimir Korkodym (1940) “Esperando
pela mercadoria” (1989) mostra a população apática à espera pelos alimentos
numa loja rural no interior. Nas prateleiras podemos ver os alimentos em venda
livre e de pouca procura: algumas conservas e enlatados.
Desde
1919, pela iniciativa de Lev Trotsky, no Exército Vermelho (RKKA), foram criadas
as primeiras unidades militares de punição (da castigo), para onde eram
enviados os desertores e outros militares, acusados de mais diversos atos de
indisciplina. Durante a II G.M., a URSS tinha formado 65 batalhões de punição (Shtrafbat), que oficialmente
funcionaram entre 28 de julho de 1942 e 6 de julho de 1945 e pelas cujas
fileiras passaram cerca de 427.910 pessoas.
No
entanto, na URSS também existiam os batalhões de punição, formados quase
exclusivamente de oficiais, chamados Batalhões Especiais de Assalto (Extermínio)
de Oficiais (OShSB) ou Batalhões de Punição de Oficiais (ShOB). Estes batalhões
eram formados em 90% pelos oficiais do RKKA, os seus efetivos eram designados de
“oficiais soldados”.
A
única culpa dos oficiais enviados à estas unidades era a sua passagrem pelo
cerco inimigo ou facto de serem capturados pelos nazis. As unidades, eram
usados como as de assalto, em média, cada unidade funcionava entre 2 à 5 meses,
ou, em alternativa até o ferimento, morte ou a condecoração do oficial (segundo
a ordem do Comité nacional da defesa da URSS № 2/1348). Os mortos, feridos ou
condecorados eram tidos como indivíduos que conseguiram se redimir da sua “culpa”
perante a pátria. Nas mesmas unidades serviam os oficiais do NKVD e da
guarda-fronteira soviética, pela “culpa” de serem aprisionados pelos nazis ou
pela “permanência passiva nos territórios ocupados”.
Os
membros destas unidades não perdiam os seus galões militares e não eram registados
como “punidos”, mas, tal, como os efetivos dos batalhões de punição formados
pelos soldados, eram usados nas direções mais perigosas da frente de combate. A
eficiência das suas unidades superava a média do RKKA, pois os seus membros
tinham a experiência e a visão de combate, que os soldados não poderiam ter. Em
contrapartida, as perdas definitivas dos efetivos, em média eram de 52%, ou
seja 4-6 vezes superiores às unidades regulares do exército soviético. Por
exemplo, o 12º OShSB da 3ª Frente do Báltico do RKKA, em apenas alguns dias de
1944 perdeu ¾ do seu efetivo.
A
dita ediciência fez com que no Cerco de Budapeste o
RKKA usava simultaneamente quatro batalhões de punição, formados exclusivamente
pelos oficiais.
“Uma
vez, durante ao assalto ao Budapeste, nós vimos muitos combatentes com aquelas
facas (Trud-Vacha). [...] Nas suas cadernetas militares estava escrito “militar
do RKKA-tenente”, “militar do RKKA-major”, “militar do RKKA-coronel”. Pois na
guerra “nada, e mesmo a ameaça da morte não devem forçar o militar do Exército
Vermelho se render”. AssimrezavaoEstatuto (doRKKA).
Soube-se
que estes combatentes foram armados com as facas raras, pois eles deveriam entrar
em combate, onde as obrigatoriamente usariam. Antes do ataque foi anunciado que
a colina de Gellértdeveria
ser tomada em um único assalto. Quem, cair durante o ataque, será fuzilado como
covarde e alarmista. [...] No topo da colina, aos oficiais sobreviventes foi anunciado
que pela sua bravura eles pagaram, perante a pátria, todas as suas
transgressões”.
Nota:
as facas militares «Trud-Vacha» eram fabricadas na URSS entre 1937 e 1945 na
unidade fabril, pertencente ao NKVD, especialmente para as unidades de NKVD,
SMERSH, sapadores, sabotadores e pára-quedistas. Primeiramente, a faca foi adotada em
1937 pela marinha militar soviética, a mesmas foram usadas na guerra civil
espanhola, na agressão soviética contra a Finlândia e na II G.M.
As
unidades semelhantes, conhecidas genericamente como Strafbattalion, existiam
no exército alemão nazi e em alguns outros exércitos, antes, durante e depois
da II G.M. No entanto, nenhum outro exército do mundo, colocava nas unidades de
punição os soldados e oficiais, pelo simples facto, destes caírem no cativeiro
inimigo. Pelo contrário, diversas nações, como Bélgica
ou os EUA
tinham criado as medalhas para condecorar os seus militares que se tornaram prisioneiros
da guerra no decorrer do seu dever militar.
Em outubro de 2014 o
nosso blogue contou sobre a iniciativa do artista ucranianoSviatoslav Pashchukque
criou uma série de cartazes ao estilopin-up
patriótico ucranianoque juntam as belas e sensuais mulheres ucranianas,
semi-vestidas, em fardamento militar dos diversos ramos das forças armadas da
Ucrânia: desde o exército até os batalhões voluntários. Tudo pela vitória
contra os separatistas domésticos e ocupantes russos.
Nos últimos meses o
artista adicionou mais algumas beldades à sua coleção, que agora pode ser comprada
à partir de qualquer parte do globo. Você também pode apoiar Ucrânia desta
maneira descontraída e agradável!
Todos os cartazes estão
à venda na página agitcom.org,
os pedidos podem ser feitos através do e-mail: agitcom.org@gmail.com
In fake they trust...
O israelita Eliran
Fitussi da cidade Bersebá (na foto em cima) seguramente não contava, protegendo uma criança com o seu próprio corpo, durante
os bombardeamentos vindos da Gaza em julho de 2014 que um ano depois a
propaganda russa o transformará em “herói do Donbas” (foto em baixo).
A foto real da página mako.co.il
(agosto de 2014) e falsidade difundida por um dos propagandones russos
na tentativa de manipular a opinião pública ao favor dos russo-terroristas
ocupantes do leste da Ucrânia.