domingo, fevereiro 17, 2013

Revista “Os emigrantes”, 2ª adição


A editora brasileira CORD e a sua coordenadora Cláudia Regina Fialka, apresentam a 2ª edição da revista (BD) “Os Imigrantes” (A vinda da família ucraniana para Brasil).

O projeto pretende resgatar as tradições milenares que transformaram o quadro socioeconômico do Brasil com a imigração, é um resgate aos valores que antepassados ucranianos trouxeram ao seu novo país.

Dentro de alguns dias a revista será impressa e distribuída no Brasil, Ucrânia e Moçambique. É de notar que na página 13 da revista aparece o logotipo do nosso blogue (ler mais sobre o projeto).

Ver a revista online:

sábado, fevereiro 16, 2013

A Declaração de Independência da Lituânia


A Declaração de Independência da Lituânia (Lietuvos Nepriklausomybės Aktas) ou Declaração de 16 de Fevereiro foi assinada pelo Conselho da Lituânia em 16 de fevereiro de 1918, proclamando a restauração de um Estado independente da Lituânia, governado por princípios democráticos e cidade de Vilnius como sua capital. A Declaração foi assinada por todos os vinte representantes do Conselho, presididos por Jonas Basanavičius. A Declaração de 16 de Fevereiro foi o resultado final de uma série de resoluções sobre o assunto, incluindo uma aprovada pela Conferência de Vilnius e a Declaração de 8 de Janeiro. O caminho para a Declaração foi longo e complexo devido à pressão exercida pelo Império Alemão ao Conselho a fim de formar uma aliança. O Conselho teve que cuidadosamente manobrar entre os alemães, cujas tropas estavam presentes na Lituânia e as demandas do povo lituano.

Na foto em cima são retratados os 20 membros do Conselho da Lituânia após assinarem a Declaração de 16 de fevereiro de 1918.

Nos anos 1920-1930, a Lituânia era uma boa aliada do movimento independentista ucraniano, da UVO e da OUN, em 1929, o país inclusivamente concedeu o passaporte diplomático ao líder da OUN, coronel Eugene Konovalets.

Ler mais:

Bónus

O filme “Absolutamente Sozinhos” sobre a luta da resistência lituana contra ocupação soviética e Museus da ocupação soviética

sexta-feira, fevereiro 15, 2013

O maior cossaco francês


Em 1803 em Paris nasceu Prosper Mérimée. Aos onze anos ele assistiu a parada dos cossacos de Don nos Champs-Élysée, traduzindo a palavra desconhecida “cossaco” como “vrijbuiter”, pirata das estepes, lendo tudo, que conseguia encontrar, sobre a história da Sich de Zaporizhia.


Na obra do Guillaume Levasseur de Beauplan, Mérimée leu: “O verdadeiro cossaco era tido aquele, que passou por todos os 13 porohy. Por isso, – dizia Beauplan, sou cossaco de verdade”. Com tempo, o próprio Mérimée escreverá para uma fidalga polaca, sua amiga: “Estes dias tomei conhecimento de um livro recém-publicado que me interessou e divertiu. Me parece bem pensado e muito bem escrito, mas reparo nele: ele é demasiadamente polaco. Você sabe, quando à mim, sou Cossaco”. Escritor se considerava como “cossaco no espírito”, dando a prioridade não aos “fidalgotes”, mas aos “cossacos valentes”.
Livro do de Beauplan publicado em 1660

Mérimée era jurista de formação, acadêmico, senador, conselheiro do Napoleão. Para escrever “Cármen” escritor aprendeu espanhol e viveu com os ciganos. Estudando os cossacos, aprendeu ucraniano, polaco e russo para poder pesquisar os arquivos. Em várias obras suas ele descreve a época dos cossacos, as mais famosas são «Les Cosaques de l'Ukraine et leurs derniers atamans» (publicada no jornal “Moniteur Universel”, em 21-23 de junho de 1854), «Bogdan Chmielnicki» (publicado no “Journal des Savants” em janeiro-julho de 1863, saído em livro em 1865). No seu drama inacabado “Les debuts de un aventurier” (1853), no capítulo 6º, uma grande passagem descreve os cossacos de Zaporizhia e os seus hábitos. Em 1863 Márimée publica mais uma obra dedicada aos cossacos ucranianos “Les Cosaques d’autrefois”.

Graças às obras do Mérimée, na França aumentou o interesse pela Ucrânia, principalmente entre os historiadores, folcloristas, especialistas em literatura. Influenciado pelas suas obras, em 1869, o Senado francês decidiu incluir o estudo da história ucraniana nas escolas públicas francesas. É de notar que na mesma época em que a monarquia russa proibia o uso da palavra “Ucrânia”, França era único país do mundo onde se estudava a história dos cossacos ucranianos.

Prosper Mérimée era um bom amigo do Nicolas Gogol, ele traduziu em francês a sua tragicomédia “O Inspector Geral”. Em 1851 na revista francesa «Revue des deux Mondes» aparece o artigo da crítica literária «Nicolas Gogol», em que Mérimée avalia muito positivamente a obra do Gogol, o colocando ao lado do Aristófanes, François Rabelais ou Charles Dickens. Mérimée também nutria uma grande amizade pela escritora ucraniana Marko Vovchok (Vovtchok), traduzindo o seu conto A Cossaca (“Kozatchka” ou “La fille de cosaque”), tragédia de uma jovem ucraniana livre que se casa por amor com filho de um servo, se transformando ela própria, na serva dos nobres polacos.

quarta-feira, fevereiro 13, 2013

Maksym Osa: romance gráfico ucraniano


A editora ucraniana Evgenios (Odessa) publicou o romance gráfico (BD) do Ihor Baranko, chamado “Maksym Osa”, ambientado no século XVII e no universo dos cossacos ucranianos da época.

Século XVII. A maior parte da Ucrânia faz parte da Polônia, um dos maiores países da Europa. Na fronteira sul do país, na fronteira com as “estepes selvagens”, os cossacos ucranianos fundaram Sich de Zaporizhia, pequena república militar dos homens livres. Daqui, eles atacam os portos da Turquia. O governo polaco os apoia, pretendendo enfraquecer os turcos. Os cossacos libertam os prisioneiros cristãos do cativeiro turco, ações nobres que lhes granejam o apoio e respeito popular.

O herói da obra, mestre armeiro cossaco Maksym Osa, volta à Ucrânia após participar numa daquelas incursões, descobre que foi dado como morto, por isso as pessoas já não o reconhecem. Até a sua noiva se recusa falar-lhe, embora Maksym acha que ela o reconhece.

A obra é praticamente um guião cinematográfico pronto para fazer um épico ucraniano ao estilo dos filmes históricos europeus.

Temas: segredos da família, lutas, traição, caça aos tesouros, assassinatos misteriosos.

Casa editorial: Evgenios, 2011, 96 páginas

Comprar (5,2 UAH – 0,65 USD): https://store.obreey.com/ukr/books/961383

Descarregar da Internet (112,22 MB): http://www.twirpx.com/file/561331/?rand=8191177

terça-feira, fevereiro 12, 2013

Gays ucranianos: que futuro?


No dia 20 de junho de 2011, seis deputados do parlamento ucraniano, em representação dos principais grupos parlamentares, registaram o projeto-Lei № 8711 “Sobre a defesa dos direitos das crianças pelo espaço de informação seguro”. A lei prevê a responsabilização criminal entre 3 à 5 anos da prisão efetiva pela “propaganda da homossexualidade”.

A principal força anti-gay ucraniana é a organização cívica “Amor contra a homossexualidade”, que costuma organizar as ações de rua em Kyiv e algumas outras cidades, usando os slogans como “Homossexualismo = SIDA!”, “Não à Ditadura homossexual!”, “Não se nasce gay, se tornam eles!”, etc.

Organização afirma conseguir 100.000 assinaturas ao favor do projeto-lei, entregando 72.000 aos dois coautores do anteprojeto, deputados do governamental Partido das Regiões.

Ao mesmo tempo, o ministro ucraniano dos negócios estrangeiros, Leonid Kozhara disse recentemente na entrevista ao jornal polaco Gazeta Wyborcza que o governo ucraniano prepara-se para introduzir no Código de Trabalho a norma que proíbe a discriminação dos gays.

O ministro notou que isso é uma das exigências da União Europeia para abolição do regime dos vistos. “Sem a lei, que proíbe a descriminação dos gays, não poderemos progredir sobre a abolição dos vistos. Por isso, penso, que a vontade na questão da integração futura com UE prevalecerá e a lei será adotada”, - disse o ministro, citado pela edição online Glavcom.ua.

Por sua vez, a campanha cívica ucraniana pró-gay, Stop-hate.in.ua (Parar a violência), iniciou a colocação no metro de Kyiv a sua própria propaganda contra o projeto-lei № 8711.

Na página da organização se propõe assinar a petição contra o anteprojeto que já foi duramente criticado pela Human Rights Watch, Amnistia Internacional, representação da ONU na Ucrânia, deputados do Parlamento Europeu, Secretário-geral do Conselho da Europa, União Ucrânia-Helsínquia dos direitos humanos, entre outros. Até agora a petição foi assinada pelas 1057 pessoas.

Tudo indica que mais uma vez o Partido das Regiões usa a tática do “polícia bom e polícia mau”. Por um lado os seus deputados se engajam nas atividades claramente inaceitáveis pela União Europeia, por outro lado, o ministro “para a Europa ver”, Kozhara, faz tudo para agradar a UE. É a política multissetorial à Partido das Regiões.

domingo, fevereiro 10, 2013

UE quer proibir negação dos crimes comunistas


A República Checa, juntamente com outros cinco Estados-Membros da UE, pediu à Comissão Europeia preparar uma proibição a nível da UE da negação dos crimes do comunismo. O ministro dos Negócios Estrangeiros checo, Karel Schwarzenberg, assinou a carta à Comissão, juntamente com os seus homólogos da Bulgária, Hungria, Letônia, Lituânia e Romênia.

Há aqui uma preocupação fundamental para que os sistemas totalitários sejam medidos pelo mesmo padrão”, disse Schwarzenberg, em Bruxelas. Na sua opinião, a negação dos crimes do comunismo é inteiramente comparável a negar os crimes do nazismo, que em muitos países da UE é uma ofensa criminal.
Para dizer a verdade, Estaline conseguiu matar mais pessoas. Ambos eram assassinos em massa e aqueles que os serviram, serviram os assassinatos”, disse Schwarzenberg, comparando Hitler a Estaline.

Todo o mundo sabe sobre os crimes do regime nazista, mas apenas uma parte da Europa está ciente dos crimes do comunismo”, disse o ministro lituano Audronius Azubalis. Na sua opinião, a carta representa principalmente um “toque de despertar” para Bruxelas. Lituânia, sozinha, perdeu aproximadamente um terço de sua população durante os cerca de 50 anos que passou sob o domínio soviético.

Fonte:

sábado, fevereiro 09, 2013

Mó do Holodomor (filme documental)

“… Quando o Victor morreu eu lembro bem. Mamã cozinhava a batata na caçarola, já era a Primavera. A batatinha era pequenina, acabou de brotar, do tamanho de um ovo de pomba. Água quase ferveu, já se levantou a espuma. Victor estava deitado e toda a hora dizia: “Mamã, quero comer, mamã, quero comer”…
Ela lhe: Vitinho, agora vai ferver e eu trago. Mais um minutinho… Trouxe, mas ele já morreu… Mãe repetia toda a sua vida: “se eu trazia dois minutos mais cedo Victor estaria vivo”…

O filme documental “Zhorna” (Mó/Stone Mill) é dedicado aos acontecimentos do Holodomor de 1932-1933 na província de Kharkiv. No filme falam apenas os velhos – eram crianças naquela época. Nenhuma voz off. Nenhum comentário, resumo. Nenhuma politiquice. Apenas as memórias e citações dos documentos de arquivo.
Monumento feitos dos mós, aldeia Viktorivka, província de Cherkassy
Autora do argumento e realizadora é Anna Hin:

Resumidamente: quando abriram os arquivos, eu, como jornalista, meti-me para ler. Os documentos impressionaram. Ordens, encomendas, descrições. Província de Kharkiv. Aqui, em redor. Ao lado. Centenas de evidências de crimes. Milhares de vidas humanas.

Depois foi tudo lógico e óbvio. Deveríamos ir. Procurar, filmar, gravar. Mesmo se são de ano de nascimento de 1925 – podem lembrar de algo, contar... E nós fomos”.

O grupo de filmagens percorreu 3500 km, visitou todos os 30 distritos de província de Kharkiv, filmou 17 horas de vídeo. A palavra “Holodomor” é ausente nesta película.

O filme foi exibido em 2008 no canal regional de Kharkiv, OTB, escreve IstPravda.com.ua

Descarregar o filme da Web (legendado em inglês): duração 01.20’23’’, qualidade SATRip, códex do vídeo: MPEG-4 XVID: http://toloka.hurtom.com/viewtopic.php?t=16691

Ver o filme no YouTube (80´23´´, legendado em inglês):

sexta-feira, fevereiro 08, 2013

Primeiro livro ucraniano publicado há 530 anos


530 anos atrás, no dia 7 de fevereiro de 1483, o cientista ucraniano Yuriy Drohobych  (também conhecido como Mestre Georgius Drohobich de Rus ou Giorgio da Leopoli, o nome de nascimento Yuriy Kotermak), publicou em Roma, na editora do italiano Eucharius Silber o seu livro «Iudicium Pronosticon Anni 1483 Currentis» (Iudicium pronosticon Anni M.cccc.lxxxiii) («Avaliação prognóstica do ano corrente de 1483 do Mestre Yuri Drohobych da Rus doutor da arte e medicina da Universidade gloriosa da Bolonha»).

Esta obra foi o primeiro livro impresso de um autor ucraniano. A data é mencionada no fim deste livro muito raro que tem apenas 10 páginas em formato 18,5 × 13. A tiragem foi de algumas centenas de exemplares, até os dias de hoje sobreviveram apenas dois: um está guardado na biblioteca da Universidade Jagielloński em Cracóvia, outro pertence à biblioteca distrital de Estugarda, mas fica depositado na biblioteca da faculdade teológica da Universidade alemã Eberhard Karls Universität Tübingen.

O conteúdo e design do livro colocam o autor ucraniano ao mesmo nível dos autores contemporâneos da Europa Ocidental: ler o texto em Latim

Nos finais dos anos 1480, Yuriy Drohobych ensinava a astronomia e medicina na Universidade de Cracóvia (Universidade Jagielloński), onde tem entre os seus alunos Nicolau Copérnico e Conrad Celtis.

Em 1491, Drohobych, publica um dos primeiros livros em eslavo eclesiástico “Осьмогласник” (“Octoechos” ou “Antiphonal”) e os primeiros livros em ucraniano “Часословець” (“Horologion” ou “Livro de Horas”), “Тріодь пісна” e “Тріодь цвітна” ("Triodion"). Todas estas publicações criaram as fundações para o futuro desenvolvimento da identidade cultural ucraniana.

Obrigado à Hanna Cherkasska

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Uma viagem pelos cinco sentidos da culinária ucraniana


A editora brasileira Alternativa acaba de lançar o livro de receitas “Uma viagem pelos cinco sentidos da culinária ucraniana” (ISBN: 9788587658746), da autoria da escritora Oliana Reszetiuk e avaliação nutricionista e coautoria da Serenita Bagatini.

A culinária é a mais antiga manifestação cultural já conhecida, pois é através dela que se compreende a cultura de um povo, suas características, sua psicologia e seu modelo de viver. Um mecanismo de importante entendimento entre comunidades culturais, dos costumes mais distantes e diversificados.

“Os Cinco Sentidos da Culinária Ucraniana” traz os sabores da Ucrânia, agregado aos conhecimentos de valores nutricionais e benefícios a nossa saúde. O gosto pela cozinha, impulsionada a uma gulodice moderada, traz nestas receitas, o sabor da comida caseira, saborosa e sua composição nutricional.

Os pratos têm como origem a Ucrânia, mas com base dos ingredientes brasileiros foi possível criar receitas fabulosas e originais, adaptadas a nova realidade, incluindo claro, algumas contribuições pessoais. Este livro é uma pequena comunicação entre povos pelo paladar, num processo imigratório continuado das origens.

O livro tem 95 páginas, 31 deliciosas receitas tradicionais, seu valor de capa é R$ 35,00 por unidade. Os interessados podem entrar em contato:

Editora Alternativa – rua Passo da Pátria, 540 – Porto Alegre – Rio Grande do Sul
AC/ Erton Silveira
Tel. 00 55 51 97297184

Comprar online:

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Combatentes da OUN-UPA reconhecidos oficialmente


O Tribunal Supremo Administrativo da Ucrânia confirmou a decisão dos juízes das instâncias inferiores em legitimar a legitimidade do Decreto do presidente Victor Yuschenko em reconhecer os membros da OUN e os guerrilheiros do UPA como os combatentes da independência da Ucrânia.

O Decreto foi assinado em 28 de janeiro de 2010, contestado mais tarde nos tribunais por um minúsculo partido neocomunista. O Tribunal Administrativo de Apelação de Kyiv e o Tribunal Distrital Administrativo de Kyiv já tinham confirmado a legalidade da decisão presidencial. A última decisão é definitiva e não é passível de recurso.

Além dos ativistas da OUN e dos guerrilheiros do UPA, como combatentes da independência da Ucrânia foram reconhecidos os membros da Rada Central Ucraniana, da República Popular da Ucrânia (UNR), da República Popular da Ucrânia Ocidental (ZUNR), do Estado Ucraniano (do hétman Pavló Skoropadsky), da Organização Militar Ucraniana (UVO), da Organização da Defesa Popular “ Sich dos Cárpatos” (1938-39) e do Conselho Superior da Libertação Nacional (UHVR).

Fonte:

Bónus

A oposição parlamentar ucraniana decidiu bloquear o presídio e a tribuna do Parlamento ucraniano, exigindo a introdução da regra da votação pessoal (o grupo parlamentar do partido governamental usa sistematicamente os cartões de votação dos seus deputados como se tratasse da propriedade privada do partido).
foto@Leonid Yemets

O presídio do parlamento é ocupado pelo partido UDAR, as portas ao presídio são protegidos pelo VO Liberdade e a tribuna do parlamento é bloqueada pelo grupo “Batkivshyna” (da Yulia Tymoshenko). Os deputados da oposição possuem as faixas de cores nacionais nos braços, escreve UNIAN.ua

No seu perfil de uma rede social, líder do partido UDAR, ex-pugilista Vitaliy Klychko escreveu:

Parlamento noturno. Invulgarmente calmo e pacato. O nosso grupo parlamentar se aguenta como uma equipa forte, em turnos. Iremos conseguir. Isso não é uma façanha. Isso não é o maior ou mais importante, mas é um Objetivo!

Foto (em cima) do perfil do deputado do UDAR, Leonid Yemets.