quinta-feira, janeiro 17, 2013

Ministra que perdeu o seu diploma


Natália Korolevska, líder do partido “Ucrânia para Frente!” (nas legislativas de 2012 recebeu 1,58% dos votos sem eleger nenhum deputado), recém-nomeada como Ministra da Política Social da Ucrânia, afirmou há dias que perdeu o seu diploma universitário.

O deputado do parlamento ucraniano, Hennadii Moskal, publica no seu perfil numa das redes sociais alguns documentos muito interessantes sobre o assunto.

A Universidade Nacional da Ucrânia Ocidental “Volodymyr Dahl” (Luhansk) informa que Natália Korolevska estudou lá entre 1993 e 1997.

No entanto, os documentos existentes mostram que ao mesmo tempo a futura ministra estudou no Instituto Mineiro – Metalúrgico de Donbas (mais tarde mudou o nome para Escola Superior de Negócios – Instituto da Economia e Gestão – http://hbsiem.lg.ua). Aqui ela estudou entre 1992 e 1995, mas foi expulsa em 20 de outubro de 1995 pela não comparência às aulas. Dois anos depois, em 22.10.1997 ela novamente se matricula, mas em 4.12.1997 é novamente expulsa pelo não pagamento de propinas. Essa informação é contida no seu processo № 920380 de estudante do Instituto Mineiro – Metalúrgico de Donbas.
processo da estudante N. Korolevska
A sua biografia oficial não menciona o facto de alguma vez estudar no Instituto Mineiro – Metalúrgico de Donbas. Nem é normal que aluna de uma universidade se matricula numa outra, não assiste as aulas, se matricula novamente e novamente abandona os estudos. Talvez por isso a ministra teve que “perder” o diploma da Universidade “Volodymyr Dahl”?  

Brasil prepara os professores do ucraniano

Em 2013 terá início no Brasil a formação do primeiro grupo de professores de língua ucraniana online através de Convênio entre a Universidade Pedagógica M. Drahomanov (Kyiv) e a UNICENTRO (Brasil). 

A Ucrânia adotou a proposta da Representação Central Ucraniana Brasileira (RCUB) e com o grande apoio da Embaixada da Ucrânia e do Consulado da Ucrânia em Curitiba foi estabelecida essa colaboração entre as duas universidades e assinatura do Convênio em novembro de 2012. Acreditamos que esse será um fato muito importante em 2013 para a preservação da cultura e de tradições ucranianas no Brasil.

Em 9 de março de 2013 será realizado em Curitiba o 9º Congresso da RCUB e será dado o início ao planeamento e programação para as comemorações do bicentenário de nascimento do poeta ucraniano Taras Shevchenko em 2014.

Feliz e Próspero 2013, são os votos da Representação Central Ucraniano Brasileira.

o Presidente da Representação Central Ucraniano Brasileira

Helicópteros ucranianos na Costa de Marfim


O Parlamento ucraniano aprovou o envio dos “capacetes azuis” ucranianos para a Costa de Marfim, inseridos nas operações da ONU.

A decisão foi votada favoravelmente pelos 266 deputados dos 392 registados no plenário. A Lei foi aprovada pelo Partido das Regiões, VO Svoboda, comunistas e 13 independentes. Contra votou toda a bancada parlamentar do partido UDAR.

Ucrânia terá em Costa de Marfim cerca de 130 militares, que seriam transferidos da homóloga missão ucraniana na Libéria. Desde janeiro de 2004 Ucrânia possui na Libéria a sua 56ª Unidade especial de helicópteros. Entre outubro de 2012 e julho de 2015 essa unidade sofrerá a redução, sendo os 3 helicópteros à reduzir, passarão integrar a Missão da ONU em Costa de Marfim.

Neste momento Ucrânia tem 275 militares na Libéria, que asseguram transporte do pessoal e da carga da ONU, transportam os “capacetes azuis”, asseguram as cargas médicas e evacuação dos doentes. Desde novembro de 2010 a mesma unidade está engajada no apoio das operações da ONU na Costa de Marfim.  

Fonte:

Mais sobre a 56ª Unidade especial ucraniana na Libéria:

Bónus

O vídeo promocional da cidade de Lviv 1’28’’

quarta-feira, janeiro 16, 2013

Polônia proíbe a glamourização do Lenine


A sociedade civil polaca conseguiu proibir o uso da imagem do líder comunista soviético, Ulyanov “Lenine”, para os fins comerciais.

Uma das suas operadoras de telefonia móvel usava a imagem do Lenine na campanha publicitária. Os ativistas chamaram essa opção de vulgaridade e negação da memória das vítimas do regime comunista. A crítica foi apoiada pelo Instituto da Memória Nacional da Polônia.

Os ativistas ficaram preocupados pelo facto do que a publicidade, usando elementos de humor, era dirigida aos jovens, podendo formar as associações positivas à imagem do Lenine. No vídeo e nas telas, Lenine segurava a bandeira vermelha com as novas tarifas da operadora, escreve TSN.ua.

Ver a reportagem da Euronews.pt

O blogue do Gianluca Alberti


O jovem brasileiro Gianluca Alberti, sem nenhum laço étnico ucraniano, ficou tão apaixonado pela Ucrânia que criou um blogue que divulga a língua ucraniana no Brasil. O nome um pouco esquisito do recurso, Buh de Botas, provêm do nome do seu cão, Buh.

Do resto, o blogueiro explica a sua missão de seguinte maneira:   

Este é um blogue sobre a língua ucraniana, eu pretendo divulgar a língua ucraniana que é tão pouco conhecida no Brasil, mesmo a colônia ucraniana sendo enorme no Paraná… Acredito que não haja muitas fontes desse e de outros idiomas em português brasileiro, então por isso, resolvi criar um blogue sobre a língua ucraniana.


Quem é Gianluca Alberti?

É um jovem simpático morador de São Paulo de 20 anos. Gosta de jogar e assistir o futebol (é fã do FC Shakhtar e da seleção da Ucrânia). O seu interesse pela linguística começou com interesse pela banda letã Prata Vetra e consequente pela língua letã. Depois veio interesse pela própria Letônia e pela Ucrânia, desde à língua, passando pela música (Okean Elzy, S.K.A.Y, Skryabin, TIK, Monte Cristo), conhece o projeto de arte GudimovRecentemente, a página ucraniana Gre4ka, dedicou um artigo ao Gianluca

O pai do Gianluca é investigador da polícia e a mãe é professora de fitness.

terça-feira, janeiro 15, 2013

Regime ucraniano criminaliza graffiti


Em 14 de janeiro o tribunal da cidade de Sumy (leste da Ucrânia) condenou um grupo de jovens às penas de prisão efetivas por causa dos grafitis que mostravam o presidente Yanukovych com um pontinho vermelho na testa.

O tribunal condenou Mykhaylo Pysartsov e Dmytro Danilov aos 2 anos de prisão efetiva, Ihor Gannenko – 1,8 anos, Volodymyr Nykonenko – 1 ano da colônia laboral. Todos os jovens foram condenados ao abrigo do artigo № 296, parte 2, do Código Penal, “hooliganismo perpetuado em grupo”.

É de notar, que Mykhaylo Pysartsov e Dmytro Danilov mais de um ano estavam em regime da prisão preventiva, existem as alegações da coerção ilegal contra Ihor Gannenko.

O grafiti com o retrato do Yanukovych apareceu em diversas cidades ucranianas no verão de 2011, o primeiro caso criminal contra os seus autores foi aberto na cidade de Lviv.

Fonte:

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Quando Stalin planeou a Grande Fome na Ucrânia

l'Humanité completamente inumana...

Se a ONU desde 1948 define o conceito de genocídio como “a intenção de destruir, em todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso”, a organização internacional sempre se recusou a reconhecer atos cometidos antes da sua criação. No entanto, suas comissões evocam esses crimes nos seus trabalhos, citando a Europa no caso do Holocausto nazi e o extermínio do povo armênio pela Turquia.

Devido a este memorial viés, é um aniversário sobre qual a imprensa francesa não fala, 80º aniversário de Holodomor – a “morte por inanição” de 1932-1933 na Ucrânia. Joseph Estaline (Stalin), então, desenvolvia a industrialização da URSS, opta por financiar esta grande operação pela exportação de cereais. Sob a coletivização, ele procede a requisição da terra aos kulaks (proprietários rurais), imposta pela força da tropa armada, que impede qualquer movimento e assenta (em kolkhozes) os agricultores livres. Os que resistiam foram deportados ou executados.

“Limpeza étnica” antes do tempo

Privados das suas terras e da capacidade de partir, os agricultores ucranianos são atingidos pela fome e quase quatro milhões delas morrem, em nome do visionismo do Pai do Povo (Estaline). O resultado desta política de Stalin que pretendia obter uma vantagem dupla é obviamente conhecida: servir o seu plano econômico e impedir que a população ucraniana desenvolve o seu próprio sentimento nacional.

Arquivos desclassificados da ex-URSS são inequívocos quanto a este ponto. Stalin sabia, mas aplicou essa lógica mortal ao povo. Os documentos do Bureau Político do Comité Central do Partido Comunista, de facto, mostram apenas a preocupação dominante de manter a produtividade agrícola alta, mesmo à custa do povo. A extensão da fome revelou-se em suicídio dos milhares de agricultores ou atos de canibalismo, cinicamente referido pelo Partido Comunista Soviético em uma campanha de cartazes proclamando: “Comer seu filho é um ato bárbaro!”. Em maio de 1933, a fome termina em redução no número de milhões de bocas para alimentar...

Desde então, a história da URSS e depois da Rússia e da Ucrânia, sofreu outras convulsões, que por um tempo colocaram este período inglório no esquecimento para os adeptos da ideologia comunista.

Genocídio, ou “tragédia comum”?

Em novembro de 2006, o Holodomor é devolvido ao centro das preocupações da nação ucraniana, quando o presidente Viktor Yushchenko promoveu a campanha de reconhecimento do genocídio pelo parlamento ucraniano. Em janeiro de 2010, o Tribunal de Recurso de Kyiv considerou que o caso tinha a matéria penal e confirmou “as constatações feitas pelos investigadores do Serviço de Segurança da Ucrânia, segundo as quais os dirigentes do regime totalitário bolchevique organizaram o genocídio do povo ucraniano em 1932-1933”.

Três meses depois, o recém-eleito presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovych afirmou que a Grande Fome dos anos 1930 não foi genocídio, mas um “drama compartilhado” com outros povos da URSS. Certamente, região central da Rússia, o Baixo e Médio Volga, Sibéria Ocidental, Sul dos Montes Urais, Cazaquistão e Cáucaso do Norte também tiveram milhões de mortes durante este período, mas o Holodomor era um instrumento específico que permitiu ao Stalin cortar pela raiz os impulsos nacionalistas – e, assim, a independência – à população ucraniana.

O Parlamento Europeu e muitos países ao redor do mundo – incluindo os EUA – já reconheceram oficialmente Holodomor ucraniano como um “crime contra a humanidade” e “genocídio”, o extermínio pela fome: mas o debate permanece aberto. Exceto, talvez aos dinossauros do bolchevismo francês, sempre prontos para defender o indefensável.

Fonte:

In Memoriam. Mykhaylo Horyn


Na noite de 13 de janeiro, aos 83 anos, morreu o dissidente, defensor dos direitos humanos e prisioneiro político soviético, ucraniano Mykhaylo Horyn, um dos fundadores do Grupo Ucraniano de Helsínquia, criado em 1976 para monitorar a situação dos direitos humanos na Ucrânia soviética. O enterro terá lugar às 11h00, no dia 15 de janeiro de 2013, na 67ª parcela do cemitério Lychakivski em Lviv.

A cidade de Lviv se despede do Mykhaylo Horyn:


por: Vasyl Ovsienko *

Mykhaylo Horyn nasceu em 1930 na província de Lviv. Seu pai Mykola Horyn (1905 – 1988) era chefe da “Prosvita” local, mais tarde o líder da OUN distrital, sofreu as repressões polacas e soviéticas. A família da mãe, Stefania Hrek (1911 – 2003), também era politicamente ativa.

Em dezembro de 1944, juntamente com a mãe, são deportados para Sibéria, mas fogem pelo caminho e se escondem entre os familiares. Em 1949, para não entrar no kolkhoze local, a família se muda para a cidade de Khodoriv.

1949 – 1954 estuda na repartição da lógica e psicologia da Universidade de Lviv, é expulso da Universidade em 1953 pela recusa de aderir ao Komsomol, mais tarde é readmitido. Tem contatos com a OUN, preparava e distribuía os seus panfletos.

1954 – 1961 trabalhou como professor de lógica, psicologia, língua e literatura ucranianas, foi diretor da escola, chefe do gabinete de metodologia distrital, inspetor escolar.

Desde 1961 se dedica à ciência. Foi um dos organizadores do laboratório experimental científico-prático da psicologia e fisiologia do trabalho (um dos primeiros na URSS) na fábrica de empalhadeiras de Lviv. Autor dos diversos trabalhos metódicos para os professores, artigos sobre psicologia de trabalho, preparava as teses do mestrado.

Em maio de 1962 entra em contacto com os intelectuais de Kyiv, é organizador e membro da mesa do presídio do Clube da juventude criativa de Lviv (1963). Paralelamente se dedica à distribuição do samizdat e a literatura política editada na Diáspora ucraniana.

Foi preso em 26 de agosto de 1965, acusado de “agitação e propaganda antissoviética” (parte I do Art. 62 e 64 do Código Criminal da Ucrânia Soviética). Em abril de 1966 a seção fechada do tribunal de Lviv o condena, na companhia do irmão, Bohdan e mais dois companheiros, aos 6 anos dos campos de trabalhos forçados do regime severo.

Pela propaganda e distribuição do samizdat entre os prisioneiros, em julho de 1967 é condenado à 3 anos de encarceramento na cadeia de Vladimirskaya. Da onde também consegue repassar a informação sobre a situação dos prisioneiros políticos, publicada no samizdat sob o título “Cartas atrás das grades” (1971).

Libertado em 26 de agosto de 1971 se depara com a recusa de registo domiciliário em Lviv, onde vivia a sua família, se emprega como maquinista na província de Rivne. Desde 1972 trabalha como fogueiro em Lviv, desde 1977 como psicólogo na unidade fabril de Lviv. Participa na ajuda às famílias dos prisioneiros políticos.

Foi um dos fundadores do Grupo Ucraniano de Helsínquia, após a prisão dos seus líderes se encarrega de preparar o seu boletim informativo, editou os №№ 4-7.
com pais e irmãos antes da II G.M.
Em 1981 a sua casa sofreu seis buscas do KGB, aproveitados para “plantar” os documentos falsos. No dia 3 de dezembro de 1981, após a busca de 13 horas é novamente detido. Entra em greve de fome e sofre o ataque cardíaco. Em 25 de junho de 1982 é condenado pela “agitação e propaganda antissoviética e recusa de testemunhar no caso de Ivan Kondyba” (parte 2 do Art. 62 e Art. 179 do CC da Ucrânia) aos 10 anos de campos de trabalho forçado do regime severo e mais 5 de deportação. Foi considerado como “reincidente absolutamente perigoso”.

Em 12 de novembro de 1982 chegou ao campo de concentração VS-389/36 de Perm. Tive problemas com rins, hipertonia, arritmia cardíaca, em maio de 1984 sofreu o enfarte de miocárdio. Em 1986 voltou à Lviv, onde após o segundo enfarte foi hospitalizado, depois levado para os Urais.

Foi “perdoado” pela Perestroica em julho de 1987 e reabilitado em 1990.

No mesmo julho de 1987 reinicia a edição da revista “Ukrayinskiy visnyk” (Informe ucraniano), órgão do novo Grupo de Helsínquia. Após a entrevista à jornalista americana, o poder soviético inicia a campanha pública pela sua deportação da URSS. Desde 11 de março de 1988 Grupo de Helsínquia oficialmente renova o seu funcionamento. No dia 11 de agosto de 1988 recebe o aviso oficial da Direção do KGB de Lviv sobre as suas “atividades antissoviéticas”. Várias vezes é ilegalmente detido pela polícia, na cidade de Chernivtsi é detido durante 15 dias.

No verão de 1989 participa nos trabalhos do comité organizativo do Rukh (Movimento) Popular da Ucrânia pela perestroica, eleito como chefe do seu secretariado, depois como chefe do conselho político e cochefe do movimento. Em 1990-1994 foi deputado do Parlamento da Ucrânia, trabalhou na comissão de soberania, relações internacionais e inter-republicanos, chefiou a subcomissão de relações com os ucranianos fora da Ucrânia.

Era um dos iniciadores e organizadores da ação pública “Corrente da Unidade” entre as cidades Kyiv e Lviv em 21 de janeiro de 1990.

Entre maio de 1992 e outubro de 1995 é líder do Partido Republicano da Ucrânia, um dos fundadores e dirigentes do Partido da Democracia Cristã (1997), dirigente do Congresso das forças nacional-democráticas. Em 1996 fundou o Centro de estudos dos problemas da sociedade civil.

Desde maio de 2000 chefiava o Conselho Coordenador Mundial Ucraniano, organismo criado para estudar e cooperar com a Diáspora ucraniana. Posto deixado em 2006, por causa da saúde debilitada.

A sua esposa, Olha Matselyukh em 1952 foi condenada à 25 anos de prisão e 5 anos de deportação com confisco de bens, pela ligação à clandestinidade ucraniana, libertada em 1956. O casal teve filha Oksana (1964) e filho Taras (1972).
com filho Taras, anos 1970
O irmão Bohdan foi prisioneiro político (1965-1968) e deputado do parlamento ucraniano (1990-1998), o irmão Mykola foi chefe do parlamento de Lviv e da administração estatal de Lviv (1992-1996).

Mykhaylo Horyn é cavalheiro das diversas ordens e medalhas ucranianas e da ordem polaca “Pelo Mérito” (1992).          

* filólogo, ativista social, prisioneiro político (1973-1988), historiador do movimento dissidente ucraniano

Fonte & Fotos:

Mykhaylo Horyn conta sobre o seu 1º encontro com outro dissidente ucraniano, Viacheslav Chornovil (1937-1999):


domingo, janeiro 13, 2013

Dia dos defensores da Liberdade


No dia 13 de janeiro de 1991 o exército e as tropas especiais soviéticas tomaram de assalto o edifício da televisão no centro de Vilnius, capital da Lituânia.
O militar soviético na foto é armado com uma metralhadora: o império estava preparado para matar
O centro era protegido pelos cidadãos lituanos desarmados. Em resultado do ataque morreram 14 cidadãos lituanos e um agressor (vítima do “fogo-amigo”), entre 600 à 1000 pessoas ficaram feridas. O ataque contra o centro (com conhecimento e aprovação do Mikhail Gorbachov), baralhou os planos da URSS de atacar o parlamento lituano.
Hoje a Lituânia comemora o Dia dos defensores da Liberdade.
1930 - 2013 
Notícia triste, morreu o famoso dissidente ucraniano Mykhaylo Horyn, um dos fundadores do Grupo Ucraniano de Helsínquia, criado em 1976 para monitorar a situação dos direitos humanos na Ucrânia soviética. 

sábado, janeiro 12, 2013

Selo ucraniano entre melhores do mundo


No 11º concurso mundial de mais bonitos selos estrangeiros, organizado na China, o bloco ucraniano “Quintal ucraniano” (2012) ganhou na categoria de “Melhor impressão” (Best Printing Awards).

No concurso, muito popular entre os filatelistas, participaram neste ano os representantes da Alemanha, Albânia, Áustria, Belarus, Bósnia e Herzegovina, Chipre, Cuba, Eslováquia, Eslovénia, Liechtenstein, Malta, Nova Zelândia, Peru, Singapura, Suíça, Turquia, Rússia e Ucrânia.

Entre os organizadores está a Associação popular da amizade com os países estrangeiros, organizações filatélicas do mundo e os editores de catálogos filatélicos.

O autor do bloco “Quintal ucraniano”, desenhador Kostiantyn Lavro já vários anos colabora com a Ukrposhta (Correios da Ucrânia), criando os selos que ganham concursos ucranianos e internacionais.

Fonte & Imagem: