quinta-feira, abril 26, 2012

Chornobyl: “O que significa isso?”


Hoje, no dia 26 de Abril na Ucrânia e em outros países é recordado o 26° aniversário da maior tragédia tecnológica do século XX. A avaria do 4° bloco energético na central nuclear de Chornobyl.

Às 1h23 na madrugada do dia 26 de abril de 1986, se deu a explosão no 4° bloco energético, em resultado houve a saída maciça do material radioativo. Avaria contaminou mais de 145.000 km² do território da Ucrânia, Belarus e Rússia. Foram atingidos mais de 5 milhões de pessoas, mais de 5 mil localidades foram contaminadas pela radiação. Destas, 2293 localidades são ucranianas, com a população de aproximadamente 2,6 milhões de pessoas.

O poder político – partidário comunista ucraniano foi absolutamente despreparado para a catástrofe desta natureza. O líder do partido comunista e do governo da Ucrânia Soviética, Volodymyr Sherbytskiy, escreveu no relatório sobre o nível de radiação em Kyiv no terceiro dia após a avaria apenas uma frase: “O que significa isso?

quarta-feira, abril 25, 2012

Yulia Tymoshenko em greve de fome


Após sofrer a violência no estabelecimento prisional, a ex-primeira-ministra ucraniana, Yulia Tymoshenko, anuncia a greve de fome.

Tudo começou quando o procurador da província de Kharkiv (onde se situa o estabelecimento prisional “Kachanivska”), Gennediy Tyurin, confirmou que durante a transferência da Yulia Tymoshenko para o hospital, ela foi objeto do uso da força física.

Serhiy Vlasenko, o advogado da Yulia Tymoshenko informou que desde dia 20 de abril, em sinal do protesto, ela está em greve de fome. Advogado confirmou que Tymoshenko tem hematomas e nódoas negras nas mãos e na barriga, tudo, em resultado da força usada contra ela durante o seu transporte coercivo para o hospital. Advogado também informou que perito em medicina legal, na presença do procurador e da direção do estabelecimento prisional confirmou a existência das lesões corporais e prometeu anota-los no seu processo médico. Serhiy Vlasenko anunciou o nome do executante do ataque contra Yulia Tymoshenko, o capitão Andriy N. Kovalenko, o vice – diretor do mesmo estabelecimento prisional, escreve a página ucraniana Glavred.info

A própria Yulia Tymoshenko conta como tudo aconteceu: “No dia 20 de abril, cerca das 21h00, três homens fortes entraram na minha cela. Eles me taparam com o cobertor e começaram-me puxar fora da cama, usando a força física bruta”. Tymoshenko resistia e por isso recebeu um forte murro no estômago, os seus pés e as mãos foram atados, ela foi levantada da cama e levada fora da cela dentro do cobertor. “Pensei que chegaram os últimos minutos da minha vida. Comecei gritar e pedir pela ajuda, mas não a recebi. Em algum momento desmaiei e só me recompus na cama do hospital”, conta Yulia Tymoshenko, relata a página ucraniana TSN.ua

O partido da Yulia Tymoshenko, BYUT, decidiu bloquear o Parlamento ucraniano de dia e de noite, exigindo a presença do Procurador-geral da Ucrânia no plenário. Um dos deputados do BYUT, Andriy Parubiy, escreve numa das redes sociais: “Decidimos bloquear a tribuna do Parlamento de dia e de noite”.

Difícil não concordar com o político, escritor, jornalista e agente – provocador Dmytro Korchynskiy, que escreve na sua página pessoal o seguinte: “Se eles tocaram Yulia com um só dedo, isso é muito mau e necessita de uma reação pública muito decidida. Se eles não têm medo de bater a ex-primeira-ministra, que possui um grande grupo parlamentar, que tem a proteção da Europa, que conta com a atenção especial da imprensa, então eles podem simplesmente matar os prisioneiros comuns”. E acrescenta: “Penso que agora vale a pena … lutar pelo castigo severo de todos, desde os guardas até o presidente”.

terça-feira, abril 24, 2012

Yanukovych contra ciganos


Na aldeia de Novi Petrivtsi na província de Kyiv, o Conselho municipal da localidade proibiu a entrada dos ciganos no cemitério local durante os dias 22, 23 e 24 de Abril.

A decisão foi tomada na reunião do Comité executivo do Conselho municipal e foi publicada na sua página oficial.

A questão principal debatida era a ordem da comemoração dos dias em memória dos falecidos, que calham em 22, 23 e 24 de abril de 2012. Na reunião foi acordado, tal, como no ano passado, proibir o acesso às pessoas da etnia roma (ciganos) ao cemitério,” – diz o comunicado.

Garantir a aplicação da presente decisão irá o agrupamento da polícia de choque “Berkut”, cujos elementos irão patrulhar o cemitério nos dias memoriais entre 10h00 e 18h00, garantindo a ordem pública e permitindo aos moradores de Novi Petrivtsi recordar os seus parentes e familiares falecidos”, acrescentaram os responsáveis municipais.

No território deste Conselho municipal se situa a residência do presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovych. O presidente do Conselho, Radion Staretskiy é tido como uma pessoa leal ao Yanukovych. Em 2011 ele recorreu ao tribunal para proibir o piquete jornalístico da residência em Mezhigirja.

Fontes:

segunda-feira, abril 23, 2012

As raízes históricas da russificação

"Hoje eu falei em letão"
Hoje em dia existem diversos estudos sobre a perseguição histórica das línguas nacionais em África e Austrália, no Brasil e em Canadá. No entanto, a russificação forçada dos povos no império russo, na época czarista e durante a era dos sovietes, quase sempre foi um assunto pouco estudado e documentado na historiografia soviética e ocidental.

O facto que permite o surgimento da teoria segundo qual ninguém na Rússia – URSS perseguia e proibia o belaruso e ucraniano, o letão e o tártaro. Alegadamente, a própria sociedade “preferia” esquecer as suas línguas nacionais para passar a utilizar a língua russa.

O Museu Nacional da História da Letónia tem no seu extenso leque de exposições e amostras uma exposição permanente, situada na “Sala escolar do museu” (Muzeja skolas klase), que conta a história da educação escolar da Letónia…

Após a anexação da Letónia pelo Império russo no início do século XVIII, as escolas do país passaram à dependência do Ministério da educação da Rússia. Após 1888 começou a implantação da política de russificação forçada da população – a língua letã foi proibida não apenas no ensino, mas como o instrumento de comunicação, os alunos eram estritamente proibidos de usa-la nas conversas no recinto escolar. 

“Hoje eu felei em letão”, os quadros pejorativos deste tipo eram colocados nos pescoços das crianças nas escolas da Letónia na época do czar russo Alexandre III (o pai do último rei russo, Nicolau II), para desencorajar o uso da língua letã pelos letões...

Após a proclamação da Independência em 1918, a educação popular na Letónia se torna obrigatória e em língua nacional. Depois da perda de independência em 1940 e novamente em 1944, o ensino mais uma vez passa, maioritariamente, para a língua russa, baseando-se nas ideias de marxismo – leninismo cuja meta era educação dos jovens no espírito da sociedade comunista…

Fonte:

A russificação da Ucrânia

Sensivelmente na mesma época no Império russo foi emitido o Decreto de Valuev (1863), que proibia a publicação de livros religiosos, científicos e educacionais em língua ucraniana, permitindo contudo a publicação de obras literárias, definitivamente proibidas pelo Decreto de Ems (1876). O novo decreto secreto proibia quase a totalidade das edições em língua ucraniana, nunca foi revogado, embora deixou de ser oficiosamente aplicado após 1905. 

domingo, abril 22, 2012

A saga anarquista chega ao final


A minissérie “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia” chega ao final neste domingo, (22 da abril).

Assistam hoje no Casos e Causos da RPCTV (Globo/PR) o último (quarto) episódio da saga anarquista. Quem não conseguiu ver os episódios anteriores, pode assistir nos links abaixo em alta definição.

EPISÓDIO 1
EPISÓDIO 2
EPISÓDIO 3

Abraços anarquistas a todos!
Guto Pasko & Ucrânia em África

sábado, abril 21, 2012

Myron Diduryk: "cossaco louco" do pelotão

Capitão e mais tarde Major do exército americano, ucraniano Myron Diduryk, foi um dos heróis reais, imortalizados no famoso filme do Mel GibsonFomos Soldados”.

Ele estava ansioso e agressivo, mas totalmente profissional, ao longo dos próximos três dias ele sairia como o melhor comandante de campo da batalha que eu já tinha visto”.

Assim o tenente-general Harold G. Moore estava descrevendo o capitão Myron Diduryk, herói da Batalha de La Drang (1965), uma das primeiras batalhas militares significativas entre as tropas americanas e o exército norte-vietnamita. A citação é do livro de memórias o general Moore, “We Were Soldiers Once ... and Young”, em co-autoria de Joseph L. Galloway, publicado pela primeira vez em 1992.

O filme “Fomos Soldados”, estrelado por Mel Gibson, no papel do tenente-coronel Moore, é baseado no livro. Tanto o livro, como o filme contam a história dos 457 homens do 1° Batalhão do Coronel Moore do 7º Regimento de Cavalaria, deixados no vale La Drang em 14 de novembro de 1965, e a batalha sangrenta que explodiu quando foram imediatamente cercados por cerca de 2.000 soldados vietnamitas.

O assalto durou quatro dias em duas grandes áreas do vale, conhecidas como zona X-Ray e zona Albany, nas montanhas remotas do Vietname, perto da fronteira cambojana. No fim da batalha, os vietnamitas tinham perdido cerca de 2.000 homens, os Estados Unidos 234. Os nomes dos americanos tombados naquela batalha podem ser vistos no painel Memorial da Guerra do Vietname na cidade de Washington.

O comandante da Companhia Bravo, do 2º Batalhão, capitão Diduryk, chamado de “Cossaco Louco” no livro, e o seu vice, o tenente Rick Rescola, foram inicialmente enviados como reforços às tropas americanos cercados pelo fogo inimigo. “Ucraniano Diduryk e o inglês Rescola”, escrevem os autores, “estavam determinados, ao longo dos próximos 72 horas se tornar as lendas do campo de batalha do 7º Regimento de Cavalaria. Tanto pelo seu estilo da liderança, como pela coragem debaixo de fogo”.

O capitão Diduryk recebeu uma considerável atenção no livro. Por exemplo, suspeitando que os vietnamitas quisessem se aproximar à sua posição sob o manto da escuridão, ele ordenou os disparos de foguetes de iluminação. “Os homens do Diduryk abriram o fogo de espingardas e metralhadoras contra os atacantes vietnamitas. Enquanto Diduryk e Lund [o seu observador de artilharia] dirigiam o fogo de artilharia em toda a zona de ataque. O ataque dos vietnamitas se quebrou e eles saíram correndo”.

O artigo biográfico sobre Myron Diduryk escrito pela Khristina Lew foi publicado no semanário ucraniano, The Ukrainian Weekly em 3 de Fevereiro de 1991 (pp. 5 e 12). Nascido em Muzhyliv, oeste da Ucrânia, em 1938, ele emigrou para os Estados Unidos com os seus pais, Andrij e Isabela Neswiacheny em 1950. Myron era membro da organização dos escuteiros ucranianos Plast, fraternidade “Siromantsi”. Um líder amado nos círculos da Plast, Myron ajudou a organizar filiais em todo o norte de Nova Jersey. Ele também trabalhou a tempo parcial nas cooperativas ucranianas de “Svoboda” e “Soyuzivka”.

Myron Diduryk se formou em 1960, com uma licenciatura em física. Foi um dos poucos cadetes ROTC da sua classe a chegar ao patente do segundo tenente do Exército dos EUA. Depois de servir na Europa, ele se transferiu para o Vietname.

Depois da Batalha de la Drang, ele foi promovido a major, voltou ao teatro das operações para fazer a sua segunda comissão no Vietname. “Colocado como o oficial de operações do 2 º Batalhão, 12º Regimento de Cavalaria, Diduryk foi morto em combate em 24 de abril de 1970, atingido no estomago pelo fogo do atirador vietnamita. Assim morreu um dos melhores oficiais que lutaram em la Drang”. Myron Diduryk foi sepultado no cemitério de Fort Benning, a sua viúva, Delores, vive em Fort Lauderdale na Flórida.

Todo o mundo que conhecia Myron, o amava. Pessoas que trabalharam com ele em Plast ou em “Soyuzivka” para sempre recordam a sua amizade, natureza calma e dedicação.

Capitão William Shucart, era um médico que conheceu o Capitão Diduryk no Vietname. Coronel Moore descreve impressões do oficial da seguinte forma: “Uma das pessoas que realmente gostei foi Myron Diduryk. Ele foi maravilhoso. Ele amava a estratégia militar. Ele gostava de falar sobre o que faz os homens em combate fazerem o que eles fazem. Ele gostava de falar como um durão das ruas de Nova Jersey, mas ele era uma pessoa muito atenciosa, muito inteligente. Eu estava orgulhoso das pessoas que eu conhecia no corpo de oficiais, muito impressionado com eles”. É óbvio que Myron Diduryk teve um impacto em muitas pessoas. Há um total de 28 referências sobre ele no livro de memórias do Moore / Galloway.

No prólogo, os autores descrevem o seu livro como “uma história de amor. Nós éramos os filhos da década de 1950 e fomos enviados para onde fomos, porque nós amamos o nosso país. Fomos convocados, a maioria de nós, mas nós éramos orgulhosos da oportunidade de servir o nosso país assim, assim como os nossos pais tinham servido na Segunda Guerra Mundial e os nossos irmãos mais velhos na Coreia”.

Saber mais sobre Capitão Myron Diduryk:

Ler o artigo completo sobre Myron Diduryk no jornal “The Ukrainian Weekly”: http://www.ukrweekly.com/archive/pdf3/1991/The_Ukrainian_Weekly_1991-05.pdf

sexta-feira, abril 20, 2012

Aliaa Magda Elmahdy e a nova revolução egípcia

A jovem e simpática blogueira egípcia, Aliaa Magda Elmahdy escandalizou o país quando publicou no seu blogue chamado Notas Amolecidas as fotografias suas desnudas, hoje conhecidas um pouco por todo o mundo árabe.

Aliaa chama a si própria “laica, liberal, feminista, vegetariana, individualista e egípcia”. A blogueira qualifica a sua ação como o “grito de desespero”, um protesto contra “sociedade da violência, racismo, sexismo, perseguição sexual e hipocrisia”.  

No seu manifesto libertário, ela afirma: “Coloquem em julgamento os modelos artísticos que posaram nus para as escolas de arte até os anos 1970, escondem os livros da arte e destruam as estátuas nuas de antiguidade, depois se despem e fiquem diante dos espelhos e queimem os seus corpos que vocês desprezam para livrar-se para sempre dos seus complexos sexuais antes de direcionar a sua humilhação e o seu chauvinismo, e se atrevem a tentar negar-me a minha liberdade de expressão”.

Hoje o seu blogue é bloqueado nos diversos países de Golfo, Aliaa recebe constantemente os insultos, injúrias e ameaças de morte e da violação do tipo: “você é uma put@, que Alla destrua você”, etc.

Além disso, Aliaa e o seu namorado Kareem Ameer, mantêm um outro blogue, Echoing Screams, onde defendem as liberdades e direitos cívicos das mulheres, publicam as histórias sobre a luta contra as “vestes islâmicas”, tentam alargar os horizontes das liberdades individuais no Egipto e no mundo islâmico.

Pois este mesmo islamismo vive na mais profunda dualidade dos critérios e desonestidade intelectual, tal como repara Aliaa numa das suas postagens, “se você andar com o seu namorado e o abraçar ou beijar, eles (fundamentalistas) vão vós parar, mas se um grupo de homens está persegui-la sexualmente, eles não irão fazer absolutamente nada”.

Seguir Aliaa Magda Elmahdy no Facebook.

quinta-feira, abril 19, 2012

Ucrânia 8ª na Wikipédia

O segmento ucraniano da Wikipédia ocupa 8ª posição ao nível mundial, entre os povos que têm mais de 10 milhões de usuários da língua nacional. Essa posição é calculada pelo número de artigos publicados por cada 1000 habitantes.

O primeiro lugar ocupa a Holanda, com 45 artigos por cada 1000 holandeses, segunda posição é da Polónia com 20,2 artigos, terceira – República Checa com 19,7 artigos. Ucrânia esta na 8ª posição com 10,2 artigos. Além disso, aumentou o número das pessoas que redigem os artigos no segmento ucraniano. Cerca de 2000 pessoas no último mês efetuaram pelo menos uma correção.

Do TOP 10 da Wikipédia fazem parte Hungria, Itália, Sérvia, Alemanha, Roménia e França, escreve Prometei.org.ua

A Universidade Nacional Taras Shevchenko pretende substituir os tradicionais trabalhos escritos pela publicação dos artigos no segmento ucraniano da Wikipédia.

Dra. Olena Liasheva, a vice – diretora da faculdade da Sociologia e curadora do projeto explica os pormenores:

1. O grupo de estudantes que domina as regras da Wikipédia escolhe os temas dos artigos;
2. Os professores passam os temas aos estudantes;
3. Estudantes escrevem na Wikipédia;
4. Os professores verificam e avaliam os artigos;
5. O primeiro grupo redige os artigos de acordo com as normas da Wikipédia.

O projeto pretende difundir o conhecimento, para que em vez de trabalhos tradicionais ficarem esquecidos nas prateleiras, estes são publicados na rede, onde tornam-se acessíveis a todos os usuários. Os professores podem corrigir o trabalho sem sair de casa, basta ter a ligação a Internet.

Neste momento o projeto ainda está na fase de desenvolvimento, pois o vice – reitor da Universidade apoiou a ideia, mas nem todos os professores aderem, qualquer novidade sempre sente a dificuldade em se vingar, informa Prometei.org.ua

quarta-feira, abril 18, 2012

Recordar Maksym Chayka

Dia 17 de Abril é o terceiro aniversário da morte do Maksym Chayka (1988 – 2009), estudante universitário (curso de jornalismo) de Odessa, patriota da Ucrânia, antigo fã de futebol…

Aos 21 anos ele foi brutalmente assassinado (vítima da arma branca) pela esquerda totalitária do movimento “antifascista” (o seu assassino foi detido, mas até agora não foi julgado). Não é nada fácil ser patriota da Ucrânia na cidade russificada de Odessa. Devemos todo o nosso respeito aos patriotas que não quebraram e não traíram a ideia ucraniana.

Glória eterna ao Maksym Chayka!

terça-feira, abril 17, 2012

Apoiar Prudentópolis no Domingão do Faustão

A cidade de Prudentópolis no estado do Paraná (Brasil) está participando do novo quadro do “Domingão do Faustão” chamado “Dança da Galera” onde seis cidades do interior do Brasil estão disputando um prémio na área cultural. A foto é da gravação do flash mob na cidade que foi ao ar dia 15 de abril. VOTEM EM PRUDENTÓPOLIS a cidade que representa a região Sul e a Diáspora ucraniana no Brasil, com a coreografia mais linda do quadro embalada pela música ALÉM DO HORIZONTE do J-QUEST!

Vote em Prudentópolis aqui (sem limite de participação):