terça-feira, abril 13, 2010

Livro de condolências assinado em Maputo

O Consulado Geral da República da Polónia em Moçambique disponibilizou o livro de condolências, que poderá ser assinado em Maputo, pela trágica circunstância da catástrofe do avião presidencial, que vitimou Exmo. Sr. Presidente da República da Polónia Lech Kaczyński, a Sua Esposa, Sra. Maria Kaczyńska e toda a delegação e tripulação polaca.

Sede do Consulado Polaco em Maputo: Rua Clarim de Chaves, №39, Telefone / Fax: (+258) 21 329111; Telemóvel: (+258) 82/84 3175130)

12 – 16 de Abril (segunda à sexta): 12h00 – 14h00

Foto@ Comunidade Ucraniana de Moçambique

domingo, abril 11, 2010

Livro de condolências em Curitiba e Maputo

Pela trágica circunstância da catástrofe do avião presidencial perto de Smoleńsk, na qual morreram o Exmo. Sr. Presidente da República da Polónia Lech Kaczyński, a Sua Esposa, Sra. Maria Kaczyńska e toda a delegação e tripulação polaca, o livro de condolências será exposto na sede do Consulado Polaco em Curitiba (Brasil) e em Maputo (Moçambique):

Em Curitiba (Consulado Geral da República da Polónia; Curitiba – Paraná; fax: (+55) 41 3019-7909; secretariacuritiba@polonia.org.br)
10 de Abril (sábado): 13.00 – 15.00 hrs
11 de Abril (domingo): 12.00 – 15.00 hrs
12 – 16 de Abril (segunda a sexta): 10.00 – 12.00 e 13.00 – 16.00 hrs
17 de Abril (sábado): 10.00 – 13.00 hrs

Em Maputo (Consulado Geral da República da Polónia: Rua Clarim de Chaves, №39, Tel / Fax: (+258) 21 329111; Telemóvel: (+258) 82/84 3175130)

12 – 16 de Abril (segunda à sexta): 12h00 – 14h00

sábado, abril 10, 2010

Segunda Katyn da Polónia

O primeiro presidente da Polónia pós – comunista, Lech Walesa chamou a tragédia que vitimou o Presidente polaco Lech Kaczyński e toda a sua comitiva de “segunda Katyn polaca” e “grande perda para a Polónia”.

Entrevistado pelo canal de TV polaca TVN24, Lech Walesa disse: “esta tragédia é a segunda após a Katyn, lá, nos tentaram arrancar a cabeça, agora também morreu a elite do país”.
Hoje de manha, na provincial russa de Smolensk, durante a aterragem nas condições de nevoeiro forte, caiu o avião presidencial polaco, um Tu-154, recentemente reparado na Rússia. Morreu o presidente polaco e toda a sua comitiva, que ia visitar a localidade de Katyn, onde em 1940, os serviços secretos soviéticos, barbaramente assassinaram (com uma bala na nuca), mais de 22 mil oficiais polacos.

É um local maldito, disse outro ex-presidente polaco, Aleksander Kwasniewski. “Primeiramente, a fina-flor da 2ª República polaca foi assassinada nas matas em redor de Smolensk, agora a elite intelectual da 3ª República morreu no acidente aéreo trágico nas proximidades do aeroporto (militar) de Smolensk.

De acordo com a Constituição polaca, o chefe da câmara baixa do parlamento, terá 14 dias para anunciar a data das novas eleições presidenciais, que devem ter lugar nos próximos 60 dias, até a data da sua realização ele desempenhará as funções do presidente interino da Polónia.

Além do Presidente da Polónia Lech Kaczyński e da Primeira Dama Maria Kaczyńska morreram no desastre os vice-presidentes do Parlamento KRZYSZTOF PUTRA, KRYSTYNA BOCHENEK e JERZY SZMAJDZIŃSKI, o chefe dos Serviços Nacionais de Segurança ALEKSANDER SZCZYGŁO, o chefe da Casa Civil do Presidente WŁADYSŁAW STASIAK, o vice – chefe da Casa Civil do Presidente PAWEŁ WYPYCH, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Andrzej Kremer e o chefe do Estado Maior das Forças Armadas da Polónia General Franciszek GĄGOR, o presidente do Banco Central Slawomir Skrzypek e uma dezena de deputados do parlamento polaco. No aparelho viajavam igualmente RYSZARD KACZOROWSKI, último Presidente da Polónia no exílio e o director do Instituto da Memória Nacional da Polónia, JANUSZ KURTYKA.

Fonte:
http://www.nytimes.com/2010/04/11/world/europe/11poland.html?hp

Luto nacional na Geórgia

Presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili decretou o luto nacional para o dia 11 de Abril e condecorou Lech Kaczyński com o título do Herói da Polónia, ao título póstumo.

Mikheil Saakashvili chamou Lech Kaczyński “o amigo da Geórgia e uma pessoa que sempre defendia a Liberdade”. Como notou o presidente georgiano, a morte do Lech Kaczyński não é apenas a perda do povo polaco, mas de toda a Humanidade, pois “nesta época de materialismo, ele era um idealista e lutador por ideais mais altos”.

Fonte:
http://maidanua.org/static/news/2010/1270914870.html

Lista completa dos falecidos no desastre de Smolensk

Drodzy Polacy, Ukraińscy są razem z Wami!
Queridos, polacos, os ucranianos estão convosco!

A embaixada da Polónia em Kyiv hoje:
http://qermit.livejournal.com/46931.html

Lista de polacos mortos em Smolensk

O primeiro president da Polónia pós – comunista, Lech Walesa chamou a tragédia que vitimou o Presidente polaco Lech Kaczyński e toda a sua comitiva de “segunda Katyn polaca” e “grande perda para a Polónia”.

Além do Presidente da Polónia Lech Kaczyński e da Primeira Dama Maria Kaczyńska morreram no desastre os vice-presidentes do Parlamento KRZYSZTOF PUTRA, KRYSTYNA BOCHENEK e JERZY SZMAJDZIŃSKI, o chefe dos Serviços Nacionais de Segurança ALEKSANDER SZCZYGŁO, o chefe da Casa Civil do Presidente WŁADYSŁAW STASIAK, o vice – chefe da Casa Civil do Presidente PAWEŁ WYPYCH, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e o chefe do Estado Maior das Forças Armadas da Polónia General Franciszek GĄGOR, o presidente do Banco Central e pelo menos cinco deputados. No aparelho viajavam igualmente RYSZARD KACZOROWSKI, último Presidente da Polónia no exílio e o diretor do Instituto da Memória Nacional da Polónia, JANUSZ KURTYKA.

sexta-feira, abril 09, 2010

Páscoa ucraniana em Lisboa

Convidamos todos os interessados comemorar a Páscoa de 2010 na companhia da Comunidade Ucraniana residente em Portugal, que se irá realizar no dia 11 de Abril em Lisboa (Rua Largo da Luz, № 11), na Igreja Imaculada Conceição.

Organização do Evento:

12h00 – Início da Missa
14h00 – Almoço
15h30 – Concerto comemorativo

Igreja Grego – Católica Ucraniana
Obra Católica Portuguesa de Migrações
Associação dos Ucranianos em Portugal

quinta-feira, abril 08, 2010

Ucrânia em 1964: foto reportagem

O historiador e académico francês Jacques Dupâquier, membro da resistência francesa, demógrafo, director da Escola dos Altos Estudos de Ciências Sociais, marxista, membro do PC francês, visitou a União Soviética por três vezes: em 1956, em 1964 e 1975.

Além da Rússia propriamente dita, também visitou e fotografou a Geórgia e Cáucaso, Ucrânia nas regiões de Kharkiv – Donetsk e Kyiv – Lviv. E embora o autor, mesmo estando na Ucrânia, por imperativo ideológico só falava da URSS ou da Rússia (Sic !) e usava os nomes geográficos com o grafismo obrigatoriamente russo, de vez em quanto fotografava ele uma khata ucraniana ou anunciava que, de facto, esta a fotografar a Ukraine.

Fonte:
http://iconotheque-russe.ehess.fr/fonds

Segunda – Feira molhada em Lviv

A Segunda – Feira última se transformou na cidade de Lviv em uma festa popular. Os moradores da urbe, na sua maioria jovens, reuniram-se no centro da cidade e começaram a molhar todos os que passavam pelo centro de Lviv.

As vítimas eram maioritariamente as moças, mas também outros jovens (principalmente, os representantes das sub – culturas urbanas fora do mainstream mediano, ou simplesmente as pessoas vestidas informalmente). A molha também foi destinada aos turistas, passageiros dos carros eléctricos e outros viajantes desprevenidos. Primeiramente a festa foi bastante divertida, mais tarde, as coisas ficaram menos europeias e mais brutais. Nada a fazer, como dizia Chekhov: “é preciso exprimir o escravo de si, gota por gota”.

De qualquer maneira, não aconteceu nenhum problema grave, apesar de tudo, a rapaziada segui um código de conduta: os velhotes e as grávidas tiveram o “livre-trânsito”. A primavera finalmente chegou a Ucrânia e no país se costuma dizer que nesta época do ano, os homens e os cães enlouquecem, pois o Inverno foi longo e bastante frio.

Fonte & Mais fotos:
http://zirvygolova.livejournal.com/126299.html

terça-feira, abril 06, 2010

Embaixador da Ucrânia visita a Namíbia

O Embaixador da Ucrânia na África do Sul (RSA) & Namíbia, Dr. Valery Hrebeniuk visitou a Namíbia, onde reuniu-se com os cidadãos da Ucrânia residentes naquele país.

No passado dia 25 de Março, o Embaixador e os ucranianos trocaram pontos de vista sobre as condições de vida, trabalho e o estuto social dos ucranianos em Namíbia.

Ao mesmo tempo, o Cônsul da Ucrânia na RSA & Namíbia, Sr. Sergii Kulykov prestou serviços consulares aos cidadãos da Ucrânia, residentes em Namíbia, bem como para os demais cidadãos namibianos.

Cônsul executou acções e prestou esclarecimentos sobre diversas questões consulares. Ucranianos manifestaram a sua gratitude para com a Embaixada da Ucrânia, pelo constante apoio e ajuda prestados.

Fonte & Foto:

domingo, abril 04, 2010

Ucrânia, Europa e Bandera

51 anos após o seu assassinato pelo agente da KGB, Stepan Bandera continua ser uma figura central no panteão dos Heróis nacionais da Ucrânia, que deram a sua vida para tornar o seu país Independente, fazendo parte integrante de grande Europa das Nações.

Hoje proponho a visão sobre o caso do académico americano, Alexander J. Motyl, Professor de Ciência Política da Universidade de Rutgers (EUA).
A polémica foi desencadeada em 22 de Janeiro de 2010, quando o então presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, conferiu o estatuto de herói da Ucrânia ao líder histórico dos nacionalistas ucranianos, Stepan Bandera. Críticos acusaram Yushchenko de branquear um fascista e trair os ideais da Revolução Laranja, que o levou ao poder. Então, um mês mais tarde, Parlamento Europeu se juntou à briga por aprovar uma resolução na qual diz que “lamenta profundamente a decisão do Presidente cessante da Ucrânia, Viktor Yushchenko, em conferir ao título póstumo ao Stepan Bandera, líder da Organização dos Nacionalistas Ucranianos (OUN), que colaborou com a Alemanha nazista, o título de Herói Nacional da Ucrânia, e espera, neste contexto, que a nova liderança ucraniana reconsidere tais decisões, e manterá seu compromisso com os valores europeus”.

Ler o artigo completo, em inglês, em PDF

do Blogueiro:

Como informam as agências noticiosas da Ucrânia, na sexta – feira passada, o tribunal administrativo de Donetsk (burgo de Yanukovich), decidiu retirar ao Bandera o estatuto de Herói da Ucrânia A juíza, Karine Abdulkadyrova, motivou a sua decisão pelo facto do que em 1991, Bandera não possuía a cidadania ucraniana, por isso não poderá ser considerado o Herói da Ucrânia.

A junta anti – ucraniana encabeçada pelo proFFessor Yanukovich está cumprir as suas promessas feitas ao Kremlin de retirar o estatuto do Herói ao Bandera até o dia 9 de Maio (celebrado na Rússia como o dia da vitória soviética na II G. M.). Resta saber o que Yanukovich conseguirá obter da Rússia com este gesto simbólico, mas altamente nocivo, pois objectivamente divide Ucrânia ideologicamente.

Por mim, não preciso de nenhum Decreto – Lei para considerar Stepan Bandera o Herói da Ucrânia. Este homem dedicou toda a sua vida ao ideal de tornar a Ucrânia Independente, pelo este ideal caiu em 1959 em Munique, vítima do assassino soviético.
Glória a Ucrânia!
Glória aos Heróis!

sexta-feira, abril 02, 2010

Páscoa na Ucrânia

Quando se celebra a Páscoa na Ucrânia? Porque as datas da Páscoa não são iguais no rito latino e bizantino? Como se celebra a Missa na Páscoa? O que comem os ucranianos na Páscoa? O que é Pysanka? Qual é o símbolo da Páscoa?

Os ucranianos celebram a Páscoa em uma data diferente dos de católicos, porque seguem o calendário Juliano. A data da festa de Páscoa católica flutua entre o 22 de Março e o 25 Abril. Em referência a ela se calculam as outras festas móveis do calendário litúrgico.

Na Ucrânia existe a tradição antiga de celebrar a Páscoa. O povo ucraniano tem muitas festas e sabe bem festejar. Tempo da Páscoa é preparado pela Quaresma que demora 40 dias. Isto é um tempo de penitência. O exemplo é o jejum rigoroso, onde não se pode comer carne, gorduras e leite. Neste período quaresmal não celebram casamentos e grandes festas.

Páscoa é uma festa familiar. As pessoas regressam às casas paternas, juntam-se às suas famílias. É por isso que neste tempo as cidades ficam quase vazias e as vilas enchem-se. É curioso que até os motoristas que usam o seu carro apenas 2-3 vezes por ano, viajam vários quilómetros para verem a família.
A bênção pascal é um elemento obrigatório. Ela começa no Sábado antes da Festa. As pessoas trazem para as igrejas as cestas cheias de produtos que não puderam de comer durante a Quaresma: carne, chouriço, ovos... Os mesmos cestos são bem decorados com flores da Primavera e têm um elemento obrigatório – uma vela.As pessoas juntam-se no pátio diante da igreja e o padre bendiz os cestos. Comer os produtos benzidos só é permitido depois da Missa Pascal.A Liturgia Pascal é o vínculo da celebração. Segundo a tradição ela começa muito cedo – às 6, 5 ou até às 4 de manha. Sem dúvida, esta celebração é mais solene do ano. Todos cantam “Cristo ressuscitou dos mortos, venceu a morte com a morte, e deu a vida para aqueles que estavam mortos”. A partir deste dia as pessoas cumprimentam-se com palavras “Cristo ressuscitou!” – “Verdadeiramente ressuscitou!” Na Missa lê-se 12 evangelhos e fazem voltas a volta da igreja. Por isso, a Missa, às vezes, demora 3 horas. Isto é normal.
Depois da liturgia os crentes também podem bendizer os dons alimentares. Quando eles regressem para casa, sentam-se para comer. É curioso, que neste dia as pessoas usam tudo que é de melhor: quer roupa, quer comida. Mas o mais importante é o coração puro. As coisas estão limpas e arrumadas na Quinta-feira que também é conhecida como “limpa”. As ruas estão limpas como nunca e os donos de cada casa tentam para que seu pátio e jardim estejam cuidados.
O símbolo da Páscoa na Ucrânia é o ovo que significa a vida. Existe uma tradição de pintar os ovos (pysanka) que tem a origem pagã. Depois do baptismo da Ucrânia em 988 os ovos pintados perderam o seu significado pagão. Desde aquele tempo, as pessoas passaram então a fazer pysankas para dar aos parentes e amigos na época da Páscoa, para demonstrar tudo aquilo que desejavam para seus entes queridos.

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Na foto: a pysanka ucraniana na cidade canadense de Edmonton