terça-feira, fevereiro 16, 2010

Patinagem ucraniana em Vancouver

Pelos resultados do programa curto em patinagem artística nos JO em Vancouver, o par ucraniano, Tetiana Volozhar e Stanislav Morozov, ocupam a 9ª posição.

Fonte & Foto:
http://border-incident.livejournal.com/55793.html

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Guardian: na Ucrânia ganhou marginal

O britânico Timothy Garton Ash, o historiador, jornalista e colunista do jornal Guardian, afirma nas páginas do periódico, que as recentes eleições ucranianas foram ganhos por um marginal.

- Yulia Tymoshenko não deve contestar os resultados, deve começar a sua campanha para ganhar em 2015.

- Não há evidências, que os oligarcas que apoiam Yanukovich desejam o fim da independência ucraniana. Eles têm o interesse para jogar com os dois lados, com a Rússia e com a União Europeia.

- Mesmo para os padrões da política pós – comunista, Yanukovich é um marginal. Apesar do trabalho pesado do consultor político americano, Paul_Manafort (próximo do partido republicano), os seus discursos são pesados como a gordura. Ela chama a poetisa russa Anna_Akhmatova (ucraniana Anna Gorenko) de Anna AkhmEtova (o seu principal padrinho é o oligarca Rinat Akhmetov).

Ler o artigo original:
http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/feb/10/ukraine-victor-eu-yanukovych-europe/print

p.s.
No seu último “trocadilho”, Yanukovich, falou sobre “poeta ucraniano Tchékhov”… Será no foro íntimo, o marginal pró – russo é um nacionalista ucraniano?
p.p.s.
Essa g@ja será a nossa futura primeira dama:

A revista Juliette digital

A revista de cinema “Juliette” está de casa nova, com críticas inéditas, entrevistas, notícias, indicações de lançamentos e livros, tal qual a revista impressa. Para a visitar acesse: http://www.julietterevistadecinema.com.br/

Destaques de estreia: entrevista exclusiva com o diretor chileno Sebastián Lelio, cujo filme Navidad (2009) participou da Quinzena dos Realizadores do último Festival de Cannes, por Regiane Ishii; crítica de Invictus, por Josiane Orvatich; Os famosos e os duendes da morte, por Natalia Barrenha; Sherlock Holmes, por Isadora Rupp; Mutum, por Rafael de Andrade; A Saga Crepúsculo, por Rodolfo Stancki; O lobo da estepe, por Mariana Sanchez. E mais...

A revista foi nós indicada pelo nosso grande amigo Guto Pasko do GP7Cinema.

domingo, fevereiro 07, 2010

As eleições ucranianas

As últimas informações indicam que Viktor Yanukovich, proFFessor autoproclamado, pessoa “não condenada duas vezes”, poderá se tornar o novo presidente ucraniano. Se este cenário se concretizar, Yulia Timoshenko será obrigada a passar para a oposição, lutando pelos ideais pró – ucranianos de centro – direita e pró – Ocidentais (entrada na NATO e UE, etc). Algo que Timoshenko e seu partido BYUT não eram capazes de fazer nos anos anteriores.

Por último, estamos próximos da mais uma pequena catástrofe, mais uma Aljubarrota perdida, mas por outro lado, se a calhar, nós devemos passar por este tipo de privações, até que morra o último da geração daqueles que viveram a escravidão comunista soviética.

a máquina de fazer espanhóis já nas livrarias

“a máquina de fazer espanhóis” é o título do novo romance do nosso grande amigo, valter_hugo_mãe, o quarto, depois de «o apocalipse dos trabalhadores» (2008), «o remorso de baltazar serapião» (2006) e «o nosso reino» (2004).

O protagonista do novo romance chama-se António Silva, um homem de 84 anos derrotado pela morte da mulher e que acredita tanto em Deus como no Peter Pan.

À partida, o leitor incauto poderá pensar que não lhe interessa a história de um velho triste, depositado pelos filhos no «lar da feliz idade» e que quer também ele desistir da vida por achar que ela não existe para além do amor. Mas depressa mudará de ideias: as peripécias do senhor Silva e dos companheiros também de apelido Silva que com ele contracenam ao longo das quase 300 páginas do livro (editado pela Objectiva, com a chancela Alfaguara, ISBN 9789896720162), são tão profundamente trágicas, expondo as suas fragilidades de velhos, como lúcidas e, a espaços, hilariantes mesmo.

valter hugo mãe: «Eu usei a literatura para perceber o que é que faltou ao meu pai, no que respeita aos sentimentos ou à aventura da idade e, ao mesmo tempo, através desse exercício, para efabular acerca de alguma coisa que eu não tenho a garantia de poder vir a experimentar. E por isso, fica experimentada desta forma, não factualmente mas por intensificação dos sentimentos».

Assim foram surgindo, às vezes para surpresa do autor, os companheiros do senhor Silva nesta aventura da última fase da vida, uma data de Silvas, a começar pelo Silva da Europa – o tal que defende, num dos seus discursos incendiários, que Portugal é uma máquina de fazer espanhóis, porque todos os portugueses lamentaram já uma vez ou outra o facto de serem independentes e desejaram que Espanha os reconquistasse «desta vez para sempre e para salários melhores».

Mas temos ainda o senhor Pereira (que tem o Silva lá pelo meio do nome), o Anísio (da Silva) Franco – que é uma pessoa real e que, tal, como no livro, é o curador do Museu Nacional de Arte Antiga, só que «é bastante mais novo, tem quarenta e tal anos», explicou o escritor – e o Esteves que, além de se chamar também Silva, é o Esteves sem metafísica do poema Tabacaria de Fernando Pessoa, que valter hugo mãe achou «irresistível» incluir na história.

«É, são todos Silva. Eu não sou Silva, por acaso, mas somos todos um bocadinho Silva. Isso, depois, já é o delírio da ficção, que permite que generalizemos alguns tiques e que achei interessante. A generalização do nome alude à questão da igualdade e é um bocado uma provocação para que entendamos que, enquanto cidadãos, enquanto portugueses, nos devemos encarar assim, como iguais, e partir desse pressuposto para algo melhor, mas para algo melhor para todos».

Lusa / SOL:

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Stalin condenado na Ucrânia

Já começam a surgir as notícias em português (pode ver no Svit) sobre a condenação de Stalin pelo tribunal ucraniano em Kyiv.

Mais de 70 anos após a tragédia do Holodomor, o Tribunal de Apelações de Kyiv, com a base em informações do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), condenou a liderança comunista da URSS da época, nomeadamente: Iosif Stalin, Vyacheslav Molotov, Stanislav Kosior, Vlas Chubar, Lazar Kaganovich e Mendel Khatajevich pelo crime de genocídio contra o povo ucraniano.

Ao que foi apurado, 3 milhões e 941 mil pessoas foram diretamente mortas nesse crime. Além disso, foram contadas mais 6 milhões e 122 mil mortes de bebês que estavam para nascer.

Fonte:
http://sombra-ucraniana.blogspot.com/2010/01/condenacoes-sobre-o-holodomor.html

Mais desenhos sobre o Holodomor
Ler mais: SBU deteve 5 espiões russos

domingo, janeiro 31, 2010

Lisboa – Madrid – Barcelona

Que me desculpam os cidadãos dos outros países da Península Ibérica, mas a igreja da Sagrada Família em Barcelona é algo fora de comum. Único e especial.

Brevemente colocarei aqui as minhas notas sobre a viagem em Portugal e Espanha...


sábado, janeiro 23, 2010

Stepan Bandera finalmente herói da Ucrânia

O Presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko condecorou o líder histórico da Organização dos Nacionalistas Ucranianos (OUN), Stepan_Bandera (ao título póstumo) com a distinção de Herói da Ucrânia.

Durante as cerimónias do Dia de Unificação, Viktor Yushchenko explicou a sua decisão de seguinte maneira:

“Decretei a condecoração do Stepan Bandera com o título Herói da Ucrânia pela “sua defesa da ideia nacional e pela sua luta por estado ucraniano independente.”

Viktor Yushchenko entregou a respectiva medalha nas mãos do neto do herói, o jornalista ucraniano, também ele Stepan Bandera.

Fonte:

http://www.president.gov.ua/en/news/16473.html