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quarta-feira, janeiro 03, 2018

A BD e comédia do ano: The Death of Stalin

The Death of Stalin: após a morte de Josef Estaline (Adrian McLoughlin) em 1953, o alto escalão do partido comunista se vê em momentos caóticos para decidir quem será o sucessor do ditador soviético. Com elenco de luxo, entre eles a imperdível atriz ucraniana Olga Kurylenko (pianista Maria Yudina) e Rupert Friend (Vasily Estaline).
Bónus

A morte de Estaline (trecho documental):

Bónus 2

Ver, apreciar e comprar a BD “The Death of Stalin”:
Capítulo 2: O Funeral

quarta-feira, maio 18, 2016

A BD steampunk ucraniana “The Will”

O estúdio ucraniano UGAR Production apresenta o seu novo projeto, a novela gráfica steampunk “The WILL” (Volia), sendo este desenvolvido pela jovem e dinâmica editora Asgardian Comics.
The Will é uma fantasia épica ao estilo steampunk, baseada na história alternativa: o que aconteceria se a República Popular da Ucrânia (UNR) conseguisse defender a sua Independência em 1918, mudando a história mundial.  
No festival Comic-Con de Kyiv de 2016, o estúdio apresentou a capa e alguns elementos do seu novíssimo projeto que dependendo da recepção do público poderá se transformar no vídeo promocional ou musical, numa curta-metragem, prequela, uma série da BD e até num jogo. 
O autor da ideia, Vyacheslav Buhaiov explica a sua visão de seguinte maneira:
A ideia de criar um épico ucraniano de aventura, ambientado nos anos de vigência do Estado ucraniano de 1917-1920 me surgiu alguns anos atrás, primeiro pensei numa curta-metragem, mas compreendendo a complexidade e os custos do projeto, decidi que mais eficaz e útil para a sociedade será criar uma novela gráfica que no caso de sucesso, mais tarde ou mais cedo, verá a sua adaptação cinematográfica, já com um orçamento adequado. Eu sempre me ressentia pelo facto de que este período da história ucraniana recebe tão pouca atenção por parte do mercado de mídia.
Quando eu e os meus colegas vimos nos arquivos as fotos dos bombardeiros pesados da República ucraniana “Zeppelin-Staaken”, os navios da armada do Mar Negro, os comboios blindados, os aviões “Anatra DS” produzidos na Ucrânia, as tropas blindadas, os carros de luxo do hetman Pavlo Skoropadskyi, os banquetes pomposos da delegação ucraniana em Berlim e Kyiv, a força aérea ucraniana de 400 aeronaves, os territórios ucranianos quase desconhecidos na Ásia, etc., – percebemos que é extremamente importante transmitir ao público toda essa informação, numa forma brilhante, musculada e sexy.
A visualização da ideia e o tom emocional é do desenhador Oleksiy Bondarenko (que além disso é autor dos textos e das imagens), o desenvolvimento do cenário é do Aleksandr Filipovich, o desenvolvimento da estória e co-produção do cenário é do Denis Fadiejev (Asgardian Comics).
De momento, decorre o estágio de escrita do cenário. A publicação da BD é agendada ao início de 2017, em formato de 32 páginas coloridas (The Will). 

sábado, junho 27, 2015

Maksym Osa: da BD ao cinema

O nosso blogue já escreveu sobre o romance gráfico (BD) do Ihor Baranko, chamado Maksym Osa, ambientado no século XVII e no universo dos cossacos ucranianos da época. Em 2016, a BD terá a sua estreia no cinema, em resultado de uma co-produção entre Ucrânia e Polónia.
Século XVII. A maior parte da Ucrânia faz parte do Reino da Polónia, um dos maiores países da Europa. Na fronteira sul do país, na fronteira com as “estepes selvagens”, os cossacos ucranianos fundaram Sich de Zaporizhia, pequena república militar dos homens livres. Daqui, eles atacam os portos da Turquia. O governo polaco os apoia, pretendendo enfraquecer os turcos. Os cossacos libertam os prisioneiros cristãos do cativeiro turco, ações nobres que lhes graneiam o apoio e respeito popular.
https://www.youtube.com/watch?v=w3H7lxfi20o

O herói da obra, mestre armeiro cossaco Maksym Osa, volta à Ucrânia após participar numa daquelas incursões, descobre que foi dado como morto, por isso as pessoas já não o reconhecem. Até a sua noiva se recusa à falar-lhe, embora Maksym acha que ela sabe quem é ele...

Comprar a BD (5,29 UAH – 0,25 USD): editora Evgenios, 2011, 96 páginas:
Descarregar a BD gratuitamente (112,22 MB): http://www.twirpx.com/file/561331/?rand=8191177

Cartoon ucraniano “Nicky, the Tanner”

O trecho do novo cartoon ucraniano sobre as peripécias do Mykyta Kozhumyaka, filho do Cyrilo Kozhumyaka, heróis do folclore proto-ucraniano de Rus de Kyiv. Pela lenda, Mykyta venceu o dragão (Zmiy) e o colocou em arreios para abrir as valas em redor de Kyiv (Zmiyevi Valy ou Valas de Zmiy), estruturas defensivas, datadas de séculos V-VII D.C., em redor da cidade. O cartoon tem a estreia programada para 2016.

https://www.youtube.com/watch?v=9lAlEAoBP7Q

segunda-feira, abril 01, 2013

Propaganda antirreligiosa na URSS

Em 1933, a editora soviética IZOGIZ * (Editora Estatal de Artes Plásticas), através do seu departamento Utilburo (Bureau de Utilizáveis), publicou o “Alfabeto antirreligioso”, obra propagandística, pensada nas crianças.

O autor dos textos e desenhador do álbum é Mikhail Cheremnykh (1890—1962), gráfico e cartunista, ilustrador livreiro e prémio Estaline do 2º grau de 1942. Especializava-se na propaganda antirreligiosa e anticlerical.

Entre os alvos da propaganda antirreligiosa da época estão diversos sacerdotes, alta burguesia, curandeiros, Mahatma Gandhi, Henry Ford, entre outros.

A luta sem quartel do poder soviético contra a religião tradicional é bastante compreensível. O poder comunista apostava tudo para substituir a fé cristã (e em menor grau a muçulmana e judaica), por uma nova fé de teor perfeitamente religioso, a fé comunista. Como tal, todos os “concorrentes” dessa fé eram ferozmente combatidos e de preferência eliminados.
"Desmascarado por eles, o nome do traidor" 
Curiosos são os aspetos da propaganda anti-Gandhi, pois a sua política de não-violência não agradava a liderança da URSS. Por essa razão, na União Soviética, Gandhi passou de “traidor” à “progressista” apenas na década de 1950, já após a sua morte em 1948.
"Fabricante Ford fortaleza do fascismo"
Não menos interessante é a propaganda anti-Ford, pois em 1929, Henry Ford aceitou o convite de Estaline para construir a fábrica automóvel de NNAZ (hoje GAZ), na cidade de Gorky (Níjni Novgorod), e enviou engenheiros e técnicos americanos para ajudar a instalá-la. Este acordo foi firmado por nove anos e assinado em 31 de maio de 1929.

Leia também:

* A editora IZOGIZ existiu entre 1930 e 1938, com sedes em Moscovo e Leninegrado.

Ver as imagens do álbum:

Álbum em PDF:

domingo, março 24, 2013

Cadernos ucranianos e cadernos russos do Igort


Após lançar em 2010-2011 a novela gráfica «Les Cahiers Ukrainiens. Mémoires du temps de l'URSS» (editora Futuropolis, ISBN 9782754802666), o seu autor, desenhador italiano, radicado em Paris, Igor Tuveri (Igort), lançou «Les Cahiers Russes. La guerre oubliée du Caucase» (Futuropolis, 2012).

Em “Les Cahiers Ukrainiens” (saídos em 2010 e corrigidos em 2011), Igort conta a história do Holodomor ucraniano, a grande fome de 1932-1933, que se transformou no genocídio. Para isso, Igort usa duas fontes bem diferentes. Por um lado, testemunhos pessoais. Por outro lado, os arquivos de época do NKVD. Obtém, deste modo, uma mistura de estilos que alguns dizem poder chamar-se “uma comédia” (à italiana).

Já em «Les Cahiers Russes», Igort segue os passos da jornalista Anna Politkovskaia e a questão chetchena para nos mostrar como funciona a democracia russa.

Para fazerem uma primeira apreciação gráfica, ficam de seguida algumas páginas destes álbuns:

quinta-feira, março 21, 2013

História da Ucrânia em cartoon


A história da Ucrânia é bastante complicada. A simples lista dos seus reis, hetmans, escritores, territórios, diversos ocupantes, não responde à questão: quem são os ucranianos e o que eles fazem naquela terra…

Dai o surgimento da ideia dos irmãos Kapranov (escritores, editores, publicistas e ativistas políticos ucranianos) de criar um cartoon descomplicado e claro, que poderá reunir Ucrânia, desde os cimérios à Independência nacional e desde à Transcarpátia até Crimeia.

As imagens estão a cargo dos 5 desenhadores das diversas regiões da Ucrânia, os retratos das personalidades históricas são criados pelo Yurko Zhuravel, pintor e líder da banda rocabilly ucraniana, Ot-vinta.

Os textos são da autoria dos irmãos Kapranov que prometem um trabalho real e sério, que interessará “aos miúdos e graúdos”, consultores são historiadores renomados. Os irmãos também informam que neste momento já foi acabada cerca de metade do cartoon e uma grande parte dos retratos históricos. Falta acabar o resto, “limar” o texto, criar os mapas da Ucrânia das diversas épocas com os imagens dos respetivos acontecimentos históricos, fazer o layout e publicar, pouca muita coisa…
Votar no projeto, o 269º voto é meu!
Por isso, os Kapranov submeteram a sua ideia ao julgamento popular no projeto chamado Idea X da Nescafe Ucrânia, que no caso da vitória lhes poderá garantir 100.000 UAH (12.510 USD). O dinheiro será usado para pagar o trabalho dos desenhadores, criação do layout, impressão, entre outros. Além disso, o patrocínio permitirá que o produto final terá um preço simpático aos leitores.

Ver e votar:

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Proletários de todo o mundo, vejam!

O que vos trará o "comunismo" estalinista...

O colecionador ucraniano, Mykola Matusevych, é o novo dono do achado único, a Declaração da Liderança da OUN “Após o fim da II G.M. na Europa” e do panfleto do Exército Insurgente Ucraniano (UPA).

Colecionador de Volyn, Mykola Matusevych explica: “Declaração da OUN, escrita em 1945 e reeditada em 1949 é um artefacto muito raro, alguns exemplares se encontram nos arquivos do NKVD-KGB-SBU, mais alguns em coleções privadas”. Pois, quando NKVD cercava os esconderijos do UPA, usava as granadas para atingir os insurgentes ou estes próprios as usavam para não cair nas mãos do inimigo. Por isso muita documentação era perdida juntamente com a morte dos combatentes.

O panfleto do UPA foi impresso entre 1947 e 1949, é uma espécie da banda desenhada insurgente que conta sobre as peripécias do quotidiano soviético, mostra as diferenças das vivências da elite comunista por um lado e dos camponeses, operários e os intelectuais por outro. No topo da imagem está escrito com as letras garrafais: “Proletários de todo o mundo, vejam!” Os documentos, alegadamente, foram achados no sótão de uma casa particular, escondidos entre os jornais da época soviética.

Fonte:    

domingo, fevereiro 17, 2013

Revista “Os emigrantes”, 2ª adição


A editora brasileira CORD e a sua coordenadora Cláudia Regina Fialka, apresentam a 2ª edição da revista (BD) “Os Imigrantes” (A vinda da família ucraniana para Brasil).

O projeto pretende resgatar as tradições milenares que transformaram o quadro socioeconômico do Brasil com a imigração, é um resgate aos valores que antepassados ucranianos trouxeram ao seu novo país.

Dentro de alguns dias a revista será impressa e distribuída no Brasil, Ucrânia e Moçambique. É de notar que na página 13 da revista aparece o logotipo do nosso blogue (ler mais sobre o projeto).

Ver a revista online:

quarta-feira, fevereiro 13, 2013

Maksym Osa: romance gráfico ucraniano


A editora ucraniana Evgenios (Odessa) publicou o romance gráfico (BD) do Ihor Baranko, chamado “Maksym Osa”, ambientado no século XVII e no universo dos cossacos ucranianos da época.

Século XVII. A maior parte da Ucrânia faz parte da Polônia, um dos maiores países da Europa. Na fronteira sul do país, na fronteira com as “estepes selvagens”, os cossacos ucranianos fundaram Sich de Zaporizhia, pequena república militar dos homens livres. Daqui, eles atacam os portos da Turquia. O governo polaco os apoia, pretendendo enfraquecer os turcos. Os cossacos libertam os prisioneiros cristãos do cativeiro turco, ações nobres que lhes granejam o apoio e respeito popular.

O herói da obra, mestre armeiro cossaco Maksym Osa, volta à Ucrânia após participar numa daquelas incursões, descobre que foi dado como morto, por isso as pessoas já não o reconhecem. Até a sua noiva se recusa falar-lhe, embora Maksym acha que ela o reconhece.

A obra é praticamente um guião cinematográfico pronto para fazer um épico ucraniano ao estilo dos filmes históricos europeus.

Temas: segredos da família, lutas, traição, caça aos tesouros, assassinatos misteriosos.

Casa editorial: Evgenios, 2011, 96 páginas

Comprar (5,2 UAH – 0,65 USD): https://store.obreey.com/ukr/books/961383

Descarregar da Internet (112,22 MB): http://www.twirpx.com/file/561331/?rand=8191177

sexta-feira, janeiro 11, 2013

Revista “Os emigrantes” lançada no Brasil


Recentemente, a editora brasileira Cord, lançou a 2ª edição da revista (BD) “Os Imigrantes” (A vinda da família ucraniana para Brasil), da autoria da Cláudia Regina Fialka.

O projeto pretende resgatar as tradições milenares que transformaram o quadro socioeconômico do Brasil com a imigração, é um resgate aos valores que antepassados ucranianos trouxeram ao seu novo país.

Na primeira edição da revista, foi abordado o tema “A história e a vinda dos imigrantes para o Brasil”. Na segunda edição em formato de história em quadrinhos, foi contada a história de um dos primeiros imigrantes a chegar no Brasil – “Ivan Pachevich”. E a terceira edição começa uma coletânea especial com diversos assuntos. O público são os ucranianos, seus descendentes e pessoas interessadas na cultura ucraniana.

A primeira edição foi lançada em agosto de 2012 com uma tiragem de 2500 cópias, divulgadas nos diversos eventos da comunidade ucraniano-brasileira, como: Memorial Ucraniano em Curitiba, 3º Festa do Feijão na cidade de Prudentópolis, Semana Ucraniana, etc.

A segunda edição também é de 2500 cópias. Uma parte foi entregue aos patrocinadores, o restante será entregue nos pontos turísticos e comércio local, assim como nos eventos especiais que promovem a cultura ucraniana.

A revista tem 24 páginas, à cores e é de distribuição gratuita.

Para ver as edições online:

Contatos:

Cláudia Regina Fialka
Telemóvel: 00 55 79 91591463 / 00 55 79 99048024

Bónus

Caso alguém pretende procurar os familiares (antepassados) ucranianos que tenham passado pelo Porto de Paranaguá (estado do Paraná), poderá fazer isso no Arquivo Público do Paraná. É importante tentar partes do sobrenome, pois geralmente o que ficou registrado pode estar um pouco diferente do que é usado hoje no Brasil. Por exemplo, Arendartchuk atual está no registro como Arenderczuk: