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quarta-feira, maio 25, 2016

Nadiya Savchenko finalmente voltou à Ucrânia: “Estou em Liberdade!”

No dia 25 de maio, após 709 dias no cativeiro russo, a piloto, voluntária e deputada ucraniana, Nadiya Savchenko, voltou à Ucrânia, em troca por dois membros das forças especiais russos, capturados em combate no leste do país em 2015.
Nadiya ao bordo do avião presidencial ucraniano
Últimos momentos no solo russo
Levada até Kyiv pelo avião presidencial, Nadiya Savchenko falou ao público que a esperava no aeroporto de “Boryspil”, de uma forma muito emocional. A deputada começou por pedir as desculpas: “Quero pedir as desculpas aos pais cujos filhos não voltaram da Operação Antiterrorista (OAT), enquanto eu estou viva. Quero pedir desculpas à todas as mães cujos filhos estão em cativeiro, e eu estou livre. Eu não posso ressuscitar os mortos, mas estou pronta novamente para sacrificar a minha vida no campo de batalha, e eu vou fazer de tudo para garantir que cada pessoa que se encontra em cativeiro, fique livre.
Centenas de jornalistas à espera da Nadia em Kyiv
Quero agradecer à todos os que me desejaram o bem, porque graças à vocês eu sobrevivi. Quero agradecer aqueles que me queriam o mal, porque apesar disto, eu sobrevivi. Quero agradecer aqueles que eram indiferentes, porque não me perturbavam. Obrigado à todos... Se as pessoas não falassem, os políticos ficariam em silêncio para sempre, então obrigado à todos!”, – se dirigiu às pessoas Nadia Savchenko. E depois acrescentou: “É muito rentável quando os heróis estão mortos ... Mas estamos vivos... Os heróis estarão no Parlamento da Ucrânia. Não me deixem se vender, não me deixem se estragar ... eu vou fazer tudo para que vocês não fiquem desapontados comigo!” – prometeu Nadia Savchenko no fim do seu discurso.
Aos jornalistas que a cercavam de todos os lados, ela explicou que em dois anos na sua cela solitária ficou desacostumada às sensações tácteis e pediu para não a tocarem. Quando os jornalistas lhe ofereceram as flores ela as entregou à sua mãe, dizendo: “Melhor oferecem as flores à minha mãe”.
A operação da liberação da Nadia Savchenko foi preparada nos últimos meses e semanas. Não houve o vazamento de informações sobre o caso, para que o processo não se abortar, explicou aos jornalistas a vice-chefe do parlamento ucraniano, Irina Herashenko, informa o serviço ucraniano da Deutsche Welle.
https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=If_jjQ0-tic

...e a recepção russa
Como informa o jornalista russo Pavel Kanygin, apenas três canais televisivos russos, todos alinhados com o Kremlin, foram permitidos de colher as imagens da chegada dos dois militares russos, libertados pela Ucrânia em troca à Nadia Savchenko. Ao terminal especial do aeroporto Vnukovo foram admitidos: “apenas Russia Today, 1º Canal e NTV. E mesmo assim – não foi permitido fazer as perguntas, apenas capturar as imagens sem qualquer invtervenções. Dos familiares (e em geral) ao encontro vieram apenas as esposas”.

O blogueiro ucraniano Dennis Kazansky aponta a discrepância importante no discurso russo. Se Yerofeev e Aleksandrov realmente são “milicianos” da dita “lnr”, por que razão eles voaram para Moscovo? Dado que federação russa não está em guerra e os dois alegadamente não são membros do GRU, mas apenas e só “mineiros voluntários”. Porque razão são recebidos apenas pelas esposas e não pela liderança da dita “lnr”?

Quer os terroristas russos, quer Nadia Savchenko receberam o perdão presidencial dos presidentes da Ucrânia, Petró Poroshenko e do seu homólogo russo. O que significa que estão livres de qualquer perseguição judicial no âmbito dos respetivos casos no futuro, informa a TV ucraniana UA today.

terça-feira, abril 19, 2016

A libertação da Nadiya Savchenko: mais que provável

Dado que nas últimas 48 horas apareceram diversas informações sobre a possível libertação da deputada e piloto ucraniana Nadiya Savchenko, em cativeiro russo-terrorista desde verão de 2014, importa ouvir as fontes realmente próximas do caso. O seu advogado Ilya S. Novikov e o presidente da Ucrânia, Petró Poroshenko.
No dia 19 de abril o presidente Poroshenko pela primeira vez pessoalmente falou com Nadiya telefonicamente. [Para evitar as possíveis provocações] a conversa foi mantida via telefone do Cônsul da Ucrânia [em Rostov-no-Don], que recebeu a permissão de levar o aparelho à cadeia do isolamento operativo (SIZO). O presidente Poroshenko contou à Nadiya sobre os esforços empreendidos para a sua libertação. Nos últimos meses todos falaram sobre a possível troca da Nadiya pelos oficiais do GRU Aleksandrov e Yerofeev, que foram ontem (18/04/2016) considerados culpados das atividades terroristas no território da Ucrânia. Sem violar as leis ucranianas, não é possível nem lhes conceder a perdão, nem os entregar à Rússia até que a sua sentença transitará em julgado. Isso só pode acontecer no dia 18 de maio (na Ucrânia os condenados têm 30 dias para apelação, contra 10 dias na federação russa). Caso apelação seja apresentada, tudo irá se prolongar por mais algumas semanas.
Ontem (18/04/2016) discuti possíveis variantes com os advogados dos membros do GRU. Ontem existia a informação [dos advogados] que a decisão judicial será recorrida e o pedido de clemência não é aceitável [por parte dos militares russos]. Hoje (19/04/2016) foi recebida a informação do que Yerofeev não tenciona recorrer. Considero isso como um sinal positivo, possivelmente o procedimento de preparação da troca já foi iniciado e já começou a funcionar e da Rússia foi recebido um sinal confirmativo. Espero que Aleksandrov também alinhará nessa decisão. Está nos interesses de todos os participantes.
Após a conversa com o presidente Poroshenko, mas também com a mãe e a irmã, que estiveram presentes, Nadiya Savchenko concordou em parar com a greve de fome. Senão, pareceria que ela estaria à forçar Ucrânia libertar os terroristas sem a confirmação oficial da sua sentença definitiva. A decisão privaria Ucrânia, no futuro, do leque diverso das opções jurídicas resultantes dessa decisão e criaria uma situação de desigualdade na troca. No futuro isso poderia invalidar a libertação do [Oleg] Sentsov, Soloshenko e outros ucranianos (ler mais sobre os prisioneiros políticos ucranianos nas cadeias russas). Em resultado, Nadiya concordou em parar a greve de fome e iniciar o procedimento complexo da saída desta situação física.
A equipa que luta pela Nadiya Savchenko

São exactamente estas notícias que nos esperávamos nas últimas duas semanas, e senão até nos últimos dois anos. Principalmente estas foram esperadas pela Maria Ivanivna Savchenko [a mãe da Nadiya].

Por sua vez, o presidente Petró Poroshenko contou que na conversa com Nadiya Savchenko transmitiu lhe as palavras de apoio e admiração: “Nadiya se tornou o símbolo da Ucrânia”. Petró Poroshenko também lhe contou o teor da sua conversa com presidente russo sobre a possibilidade da sua libertação e juntamente com a mãe e irmã, pediu para parar a greve de fome. O presidente agradeceu a decisão da Nadiya em concordar (fonte).
Além disso, o presidente ucraniano unforma que o Ministério da Justiça e MNE da Ucrânia receberam a ordem para trabalhar os mecanismos do mais rápido regresso da Nadiya Savchenko para casa. Petro Poroshenkó está pronto à enviar o avião presidencial para levar Nadiya à Ucrânia. Como o presidente disse numa outra ocasião: “Farei tudo para o regresso da Nadiya Savchenko à Ucrânia”.

À não esquecer outros POW ucranianos nas cadeias russas, o mais conhecido dos quais é o realizador Oleg Sentsov (no vídeo em baixo a mãe do anarquista Olexandr Kolchenko conta sobre a importância de correspondência com os prisioneiros ucranianos: "as cartas é uma linha que os une"):

segunda-feira, abril 18, 2016

Ucrânia condena membros do GRU russo capturados no país

O tribunal ucraniano condenou dois elementos do GRU russo, capturados em combate com as armas nas mãos na Ucrânia em maio de 2015 aos 14 anos de prisão efetiva cada, acusados de diversos crimes, incluindo o do terrorismo (ler mais aqui, aqui, aqui). 
  https://www.youtube.com/watch?v=L3khPZucwTQ
A dupla, foi capturada em combate aos 16 de maio de 2015, ambos são militares do exército regular da federação russa: o batedor sénior, o sargento contratado Aleksandr A. Aleksandrov (7.01.1987, nom de guerre “Alex”) e líder do grupo, o capitão Evgeniy V. Yerofeev. Na altura da sua captura, os dois estavam armados com as pistolas automáticas, usadas, quase exclusivamente, pelas forças especiais russas: VSS Vintorez e AS Val (na foto em baixo, em cima e em baixo, respetivamente), ambas com o silenciador integrado.
Inicialmente, ambos confessaram pertencerem ao exército regular da federação russa, mais tarde, mudaram os seus depoimentos, alegando saírem do exército russo nas vésperas (prática habitual nas unidades especiais russas) e que alegadamente eram “voluntários” ao serviço das organizações terroristas à operar no leste da Ucrânia. Embora sabe-se que Aleksandrov chorou quando o jornalista russo Pavel Kanygin lhe mostrou a gravação de uma declaração da sua esposa que confirmava a versão oficial, dizendo que o marido tinha deixado as forças armadas russas (fonte).
O tribunal ucraniano deu como comprovadas as acusações contra Yerofeyev e Aleksandrov, em participar numa guerra agressiva contra Ucrânia sob conspiração prévia, auxílio à uma organização terrorista sob conspiração prévia, cometimento dos atos terroristas sob conspiração prévia, uso de armas no intuito de provocar o conflito armado, sob conspiração prévia. O tribunal também não viu os atenuantes do caso, pois ambos não se mostraram arrependidos, nem aceitaram a sua culpa, embora no início Aleksandrov mostrou a abertura em confessar o seu envolvimento nos crimes, recebendo em troca a redução significativa da sua pena.  

Acusação ucraniana pediu para Yerofeyev e Aleksandrov 15 anos de prisão, insistindo que ambos os terroristas russos devem cumprir a sua pena na íntegra na Ucrânia.
RIP Vadym Pugachov
Durante o combate e a sua captura, os dois terroristas mataram um militar ucraniano, Vadym Puhachov (na foto em cima) e feriram um operativo do SBU. A triste ironia suprema, neste caso reside no facto do que o militar caído, ele próprio, é de origem étnica russa, que supostamente deveria ser “libertado” pelos terroristas russos, infiltrados pela Rússia (fonte).

A possível troca de prisioneiros
O presidente ucraniano, Petró Poroshenko informou o publico da sua proposta à contraparte russa em trocar os dos membros das forças especiais russas pela militar e deputada Nadiya Savchenko, condenada à 22 anos na Rússia pelo alegado auxílio na morte dos dois jornalistas russos, que penetraram na Ucrânia ilegalmente e misturados com um bando terrorista morreram atingidos pelo fogo anónimo de morteiros.
De momento, Nadiya Savchenko, está em greve de fome, embora aceitava receber o soro, principalmente até o dia da condenação dos terroristas russos, ora confirmada oficialmente. O advogado da militar ucraniana, Ilya Novikov, informou a imprensa que irá se reunir com os advogados dos militares russos para discutir a possibilidade desta troca (fonte). Também na última hora surgiu a informação do que a situação da Nadiya Savchenko e os militares russos foi discutida pelos presidentes da Ucrânia e da Rússia. O presidente Petró Poroshenko informou que exortou Putin libertar imediatamente Nadiya Savchenko e pediu que ela seja vista pelos médicos ucranianos e alemães. Na conversa foi acordado o acesso imediato à cidadã ucraniana pelo cônsul da Ucrânia em Rostov-no-Don, algo que a contraparte russa tinha negado nas últimas semanas.

Blogueiro: nos dois casos que não são semelhantes em nada, é inegável apenas uma única coisa, a facilidade com que os militares russos entregam todos os seus dados pessoais, uma vez interrogados, confirmando e confessando todos os crimes e a coragem de aço, mostrando nas mesmas interrogações, conduzidas primeiro pelos separatistas e depois pelo FSB, pela ucraniana Nadiya Savchenko.

Bónus
O fuhrer da organização terrorista “dnr”, Aleksandr Zakharchenko, está plantando uma árvore, na companhia dos diversos guarda-costas e jovens continuadores, vestidos à soviética. Como disse nas redes sociais o embaixador da Ucrânia na Finlândia, Andriy Oliferov: «Nos territórios ocupados de Donbas tudo foi virado de cabeça para baixo, mesmo a plantação das árvores» (fonte).

quinta-feira, abril 07, 2016

Pára-quedistas ucranianos treinam no sistema tático MILES

Recentemente, na base do Centro Internacional de Paz e Segurança da Academia da Infantaria da UcrâniaHetman Sahaydachny”, começaram os treinos práticos dos pára-quedistas ucranianos com experiência de combate na Operação Antiterrorista (OAT).
No decorrer dos exercícios os pára-quedistas treinam as ações de defesa e ataque dos edifícios habitacionais, a sua limpeza e a libertação dos reféns. Outros exercícios consistem em defesa das suas posições, decorrendo em condições que se aproximam às do combate real. Nestes casos, nos exercícios de tiro os militares ucranianos usam as munições de fogo real. 
O programa tem a duração de dois meses e é ministrada pelos instrutores dos EUA e do Canadá. Nestes exercícios está sendo usado o sistema de imitação de ações táticas MILES, são testados os conhecimentos dos paras na administração dos primeiros socorros nas situações de combate.
A reportagem fotográfica dos exercícios: Ministério da Defesa; MinDefesa (Facebook)

#Free Nadiya Savchenko!
No dia 6 de abril de 2016 Nadiya Savchenko começou a greve de fome seca. Visitem a nova página dedicada à vida da Nadiya, não esquecem o seu sacrifício pela Ucrânia! 

quarta-feira, março 23, 2016

Ucrânia nunca reconhecerá a sentença contra Nadiya Savchenko


No dia 22 de março de 2016 o tribunal russo condenou à 22 anos de prisão e multa de 30.000 rublos (433 USD) a piloto e deputada ucraniana Nadiya Savchenko, capturada pelos terroristas na Ucrânia, raptada pelas forças russas e levada ilegalmente à Rússia.

A própria Nadiya já disse que não pretende recorrer da sentença e que nos próximos dez dias continuará a greve de fome com uso de água, após este período passará à greve de fome seca. A oficial ucraniana também declarou previamente que: “o uso de qualquer força física contra mim [por exemplo, a alimentação forçada] irei considerar como tortura e [irei] resistir. Tudo indica que Nadiya Savchenko está firme na sua decisão de “regressar à Ucrânia viva ou morta” (Ação global free Savchenko).
O melhor monumento da amizade fraternal russa - ucraniana...
Na sua declaração oficial sobre a decisão do poder russo, o presidente ucraniano Petró Poroshenko foi claro:

No dito processo contra Nadiya Savchenko o mundo não viu nada que se assemelha, sequer remotamente, à um processo judicial. Foi o processo infame que o país agressor organizou contra a Oficial ucraniana, com a letra maiúscula, que, tal como é devido, defendia a sua terra dos ataques inimigos. Ucrânia nunca, mais uma vez enfatizo, nunca! – reconhecerá nem este julgamento, nem essa, assim chamada sentença, que pela sua absurdidade e crueldade demonstra o retorno da justiça russa à época de Stalin - Vyshinsky.

Contra todos os envolvidos na perseguição da Nadiya Savchenko, Oleg Syentsov e outros cidadãos da Ucrânia, patriotas ucranianos refém, vítimas de torturas ilegais em território russo devem ser impostas as sanções pessoais – quer ucranianas, quer internacionais [...]

Durante as reuniões ao mais alto nível [...] levantei repetidamente a questão da libertação da Nadiya e de outros reféns ucranianos e foi apoiado por outros membros destes encontros. O presidente Putin, afirmou na altura que após, assim chamada, decisão judicial devolverá Nadiya Savchenko à Ucrânia.
Agora é o tempo de cumprir essa promessa.

Eu, por sua vez, estou pronto entregar à Rússia dois militares russos detidos no nosso território pela sua participação na agressão armada contra Ucrânia. O julgamento dos seus casos está na fase final. Imediatamente após a sua conclusão, estou pronto, através dos procedimentos adequados, garantir a sua ida à Rússia. Essa abordagem está de acordo com o 6º ponto dos acordos Minsk – a troca de todos por todos. Isto deve ser feito imediatamente.
Nadiya (encarcerada) olha para a irmã Vira
Hoje toda Ucrânia está ao lado da Nadiya, ao lado da sua mãe Maria Ivanivna e a sua irmã Vira. Acredito que os nossos esforços conjuntos serão coroados de sucesso. E a herói da Ucrânia, a deputada [do parlamento] da Ucrânia, oficial das Forças Armadas da Ucrânia voltará até nós, até a casa onde todos nós estamos esperando por ela.


Momentos de leitura da “sentença” contra Nadiya Savchenko
Em algum momento o juiz chama Nadiya de “banderista [nacionalista] típica”, sala começa rir.
Juiz: Se alguém acha isso engraçado, eles podem sair da sala de tribunal.
Savchenko: Eu acho isso engraçado!
Juiz cala-se e continua a leitura da “sentença”.
Num outro momento Nadiya começa à cantar: “ardia o pneu, o pneu ardia, estava lá a nossa companhia... Ohm juízes, meus juízes, vocês me julgavam demoradamente, não vão julgar mais, vocês próprios entrarão nas cadeias”. Assim cantava Nadiya Savchenko durante a leitura da “sentença” no “tribunal” russo. A multidão ucraniana na sala apoiou Nadiya e cantou o hino da Ucrânia, o tribunal anunciou o intervalo...
Tudo indica que ainda muito pneu será queimado!
Glória à Ucrânia!
Glória aos Heróis!

quarta-feira, março 09, 2016

As mulheres das Forças Armadas da Ucrânia

A Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Género e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), em conjunto com a ONG ucraniana Fundação das Mulheres Ucranianas e as FAU, organizaram a exposição fotográfica “Mulheres nas Forças Armadas da Ucrânia”, cuja versão digital apresentamos aos nossos leitores.
Cada imagem apresenta o texto trilíngue em ucraniano, inglês e português, onde em forma resumida se fala sobre cada uma das lindas ucranianas que aparecem nas fotografias (fonte1; fonte2).
John Kerry: A detenção prolongada de Nadiya Savchenko

Comunicado de imprensa
John Kerry
Secretário de Estado
Washington DC
7 de março de 2016

Estou profundamente preocupado com a saúde e bem-estar de piloto ucraniana e deputada da Rada (Parlamento da Ucrânia) Nadiya Savchenko, que desde sexta-feira se recusou a comida e água para protestar contra a sua detenção continuada pela Federação Russa.
Nos 20 meses, desde que ela foi capturada no leste da Ucrânia e levados para a Rússia, Sra. Savchenko já teria sofrido interrogatórios, prisão solitária e uma “avaliação psiquiátrica” forçada. O seu julgamento e prisão continuam à demonstrar o desrespeito pelas normas internacionais, bem como dos compromissos assumidos pela Rússia no âmbito dos acordos de Minsk.

Os Estados Unidos, mais uma vez exortam a Rússia a libertar imediatamente Sra. Savchenko e devolvê-la à Ucrânia (fonte).
Pelo menos 5 guardas prisionais russos à vigiar a oficial ucraniana colocada numa jaula no tribunal russo
No entanto, o tribunal russo remarcou para os dias 21 e 22 de março a leitura final da sentença contra Nadiya. O advogado da militar ucraniana, Mark Feygin, escreveu no seu Twitter: Nós precisamos novamente da sua ajuda! Peço-vos para participarem na ação internacional #FreeSavchenko em 21 e 22 de março, nos dois dias de [pronunciamento] de sentença à Nadiya!

Blogueiro: embora acreditamos muito pouco na eficácia das petições, solicitamos aos amigos da Ucrânia assinar uma, endereçada aos líderes da Europa: Free Savchenko: open letter to european leaders