sábado, maio 27, 2017

O novo BTR-4 foi apresentado na Ucrânia (13 fotos)

A corporação das indústrias da defesa da Ucrânia, “UkrOboronProm”, apresentou em ação, o poder do novo blindado ligeiro ucraniano BTR-4.
No polígono militar nos arredores de Kharkiv e na presença dos engenheiros do Bureau de Construção de Kharkiv “Morozov” e dos representantes do Ministério da Defesa da Ucrânia foram testadas as capacidades operacionais do módulo de combate ucraniano BM-7 «Parus», que faz parte do novo blindado ligeiro BTR-4. Também decorreram os testes do canhão automático ZTM-1 de 30 mm; do novo morteiro ucraniano KBA-117 de 30 mm e da metralhadora ucraniana KT-7,62 de calibre 7,62 mm.
Na explicação dos engenheiros do Bureau Morozov”, o raio de ação do seu canhão de 30 mm é de 1.500 m contra os alvos terrestres de blindagem ligeira e de 4.000 m contra a infantaria. Graças ao novo canhão de 30 mm o BTR-4 pode ser usado de forma efetiva contra os blindados ligeiros BTR-80; BTR-82, BMP-2 e mesmo contra BMP-3. O canhão foi desenhado para alvejar os alvos aéreos nas altitudes baixas de até 2.000 m (helicópteros ou drones) no raio de ação até 2.500 m.
Além do canhão principal, o módulo possui o novo morteiro automático KBA-117 de 30 mm de fabrico ucraniano. O morteiro foi desenhado para ser usado contra infantaria e posições defensivas inimigas (trincheiras e outros esconderijos naturais e criados pelo homem). A arma foi desenhada e é fabricada pelo Bureau de Construção “Armamento de artilharia” (KBA). O seu raio de ação é de cerca de 1.500 m; o raio de ação após impacto é de 7 metros.
Para ação contra a infantaria inimiga e os alvos não blindados o BTR-4 usa a metralhadora KT-7,62 de calibre 7,62 mm, a versão modernizada da metralhadora PKT, desenvolvida na fábrica ucraniana Mayak, situada na cidade de Kyiv.
Já para atingir os alvos «complexos» como tanques, o BTR-4 poderá usar os mísseis antitanque Baryer de 130 mm. O sistema colocado na torre giratória do BTR-4 foi desenhado para atingir os alvos modernos móveis e imóveis com a blindagem combinada, diferencial ou monolítica ou mesmo dinâmica e também os alvos de pequena porte como pontos reforçados de fogo, blindados entrincheirados e helicópteros.
O módulo BM-7 “Parus” permite o seu uso em combate, de forma efetiva, contra os diversos blindados, usados atualmente pelas forças inimigas, escreve a página ucraniana Military-informant.


Bónus
Desde o início da guerra russo-ucraniana o Bureau de Construção “Morozov” já enviou à linha da frente mais de 80 blindados ligeiros BTR, não parando de aprimorar as suas máquinas que mudaram bastante desde 2014.  
O interior do BTR-4
Agora BTR-4 possui o ar condicionado, motor mais poderoso e mais silencioso, o novo armamento moderno e o novo sistema da gestão e de carregamento de munições, a proteção antiminas, novos elementos da torre. Os engenheiros asseguram que BTR-4 aguenta os disparos de munições de calibres 12,7 e 7,62; mesmo contra os seus vidros reforçados.  
A Fábrica “Morozov” promete fornecer às FAU algumas dezenas de BTR-4 até o fim do ano. Além disso, a fábrica “Malyshev” de Kharkiv começou a modernização e reparação dos blindados T-84. Graças ao seu esforço foram recuperados e voltaram à linha da frente os blindados ucranianos Bulat, que defenderam o aeroporto de Luhansk e a cidade de Mariupol, informa a TV ucraniana 5ua.

RIP Zbigniew Kazimierz Brzeziński

Aos 89 anos morreu Zbigniew Brzeziński um dos mais influentes representantes da elite política americana. Dono de uma inteligência exemplar, sabia determinar extremamente bem os pontos fracos dos seus oponentes. Entre 1977 e 1981 Brzeziński serviu de Conselheiro de Segurança Nacional do presidente americano Jimmy Carter, apoiando activamente a guerrilha afegã, que lutava contra a invasão comunista soviética.
Brzeziński com os militares paquistaneses, início da década de 1979
Brzeziński era conhecido pela sua posição intervencionista (hawkish) em política externa, numa época em que o Partido Democrata tendia de modo crescente ao isolacionismo (dovish). Filho de um polaco nascido na Ucrânia, Zbigniew Brzeziński compreendia todas as línguas eslavas (!), embora só se expressava em inglês e polaco.
Ler grátis em português (faça click)
O autor do famoso livro “Grande Tabuleiro de Xadrez”, escrito em 1997, teve uma grande influência na opinião pública mundial. Ele deu atenção especial à Eurásia, onde decorreram enormes mudanças, em particular, escreveu que Ucrânia, Uzbequistão e Azerbaijão requerem um grande apoio geopolítico dos EUA, nomeadamente para impedir o renascimento de uma espécie do império comunista. Por acaso, a atual guerra russo-ucraniana é uma tentativa de reanimá-lo.


Zbigniew Brzezinski aos mujahideens afegãos (Paquistão, 1979): “Your cause is right and God is on your side!” (A sua causa é certa e Deus está do seu lado!):

Ler em português a entrevista do Brzeziński: 
Rússia pode se transformar no lugar vazio

Exposição fotográfica: “Donbas, além das notícias”

Cumprem-se, nesta primavera, quatro anos da guerra no leste da Ucrânia. Os acordos de Minsk são considerados como a única solução para que seja alcançada a paz. Os habitantes de Donbas enfrentam as consequências da guerra. A jornalista e fotógrafa ucraniana Natalia Liubchenkova deseja que as histórias destas pessoas não sejam esquecidas. A sua exposição fotográfica “Donbas, além das notícias” já passou por Paris e está agora patente em Bruxelas.
​O objetivo de Natalia é mostrar como os habitantes da região, a pesar das dificuldades, conseguem fazer coisas extraordinárias, como projetos pessoais e de negócios. Acreditam que a reconstrução do local onde vivem pode ajudar a alcançar uma paz duradoura. Entre os habitantes de Donbas, Natália encontrou Yana Synytsa, de Donetsk. Agora vive na pequena localidade de Kryva Luka​, sob controlo do governo ucraniano. A terra é pouco conhecida, mesmo entre os ucranianos, mas a beleza natural circundante é muito apreciada pelos que a visitam. ​
Yana aproveitou a sua experiência no setor do turismo para fundar um projeto ecológico e fazer com que a região se torne mais conhecida entre os turistas. Agora, chegam, vindas de todo o lado, mais pessoas à pequena localidade. Celebram-se mais eventos e há mais iniciativas. As Nações Unidas já tinham financiado outros projetos de Yana, que diz querer “mostrar ao mundo que os ucranianos são ativos e corajosos, que têm talento.”

Yana diz que os ucranianos “têm tido força para ajudar as suas famílias, mas também para ajudar os outros, muitas vezes com dificuldades e riscos para as suas próprias vidas. Mesmo assim, conseguiram transformar a região com ideias criativas.”

Ivan também faz parte deste grupo de habitantes que quer superar os problemas causados pelo conflito. Foi mineiro antes de refugiar-se em Makiyivka, acompanhado pela família. Nunca pensou que seria nessa terra que viria a formar a sua própria quinta, um sonho muito antigo. Além disso, criou postos de trabalho. Agora, planeia abrir uma loja de comida biológica.
Em Maryinka, perto de Donetsk, há uma padaria que se dedica a distribuir a produção pelos mais necessitados.
Hennadiy Kirkach, um etnólogo de Sloviansk, na região de Donetsk, tem dedicado a vida a colecionar objetos históricos. Nunca teve qualquer tipo de ajuda da parte do Governo, mas conseguiu abrir três museus interativos.
A exposição de Natalia Liubchenvoka pode ser vista no centro cultural Senghor, no bairro de Eterbeek, em Bruxelas, perto do local onde estão grande parte das instituições europeias. Uma iniciativa que contou com o apoio de UAct e TUB, as NGO fundadas por ucranianos residentes na Bélgica. Julia Zelvenska, da UAct, diz que depois de “abandonar tudo o que se ama para salvar a vida, ver o sofrimento da família é uma tragédia humana impensável.” “Entender que mais de dois milhões de pessoas têm passado por esta experiência na Ucrânia”, diz Zelvenska, “é desolador.” Acreditamos que a arte é a melhor forma de abrir os corações. “Esta exposição”, conclui, “é a melhor forma de chamar a atenção do público para a situação na Ucrânia, ao mesmo tempo que partilhamos a nossa admiração por estas pessoas, muito corajosas, do nosso país.”

A exposição fotográfica “Donbas, além das notícias” está patente até ao próximo dia 4 de junho, informa pt.euronews
Horários
Sábado 27 de maio – 17:00 – 18:00
Quinta-feira, 1 de junho– 19:30 – 20:30
Sexta-feira, 2 de junho – 20:30 – 20:30
Domingo, 4 de junho – 18:00 – 22:00

Ver o álbúm da Natalia Liubchenkova na Flickr

Cão heróico salva dois militares ucranianos na OAT (12 fotos)

No decorrer da Operação Antiterrorista (OAT), o pastor alemão Rex foi gravemente ferido, quando protegeu com o seu próprio corpo dois militares ucranianos. Após receber os primeiros socorros e ser operado por um cirurgião militar, Rex sobreviveu.
Rex não conseguiu livrar do ferimento o seu próprio dono, mas se lançou em salvar dois outros militares ucranianos. Como resultado, Rex foi gravemente ferido com estilhaços de um morteiro no pescoço, tórax, uma parte da sua pata foi esmagada.
Os médicos do grupo ucraniano «ASAP RESCUE» efeturam a ajuda paramédica, depois Rex recebeu os primeiros socorros e mais tarde foi operado durante 1,5 horas pela equipa de cirurgiões militares, secundados por um cirurgião de «ASAP RESCUE».
Rex sobreviveu!

Amigo fiel que não decepcionou nas situações mais difíceis, sacrificou-se e lançou-se contra o fogo inimigo para salvar os homens à qualquer preço. Ao serviço da lealdade, coragem, compromisso. Ao serviço da Ucrânia!
* * *
Apoiar “ASAP RESCUE”:
Faça click para ver os requisitos bancários
#ASAP_RESCUE

sexta-feira, maio 26, 2017

Trump se transforma em cerveja artesanal na Ucrânia

Na Ucrânia o nome do Donald Trump se transformou em nome comercial de uma nova marca de cerveja artesanal Trumpcom um toque de lima e ironia.
A cerveja clara não filtrada “Trump. O presidente dos Estados Divididos da América”, que foi apresentada pelos criadores ucranianos como uma “lager imperial mexicana com um toque de lima”, é produzida em Lviv, no oeste da Ucrânia, desde o início de maio de 2017.

“O nosso ponto de vista sarcástico sobre o mercado global do populismo se reflete no nome e no design da marca”, conta Yuri Zastavny, co-proprietário da empresa Pravda que produz a cerveja.

No rótulo da garrafa, o presidente americano aparece diante de um muro, como o que prometeu construir ao longo da fronteira entre Estados Unidos e México. Atrás dele sorri Vladimir Putin, que usa um boné vermelho com um dos slogans da campanha de Donald Trump, “Make America Great Again”. E diante deles um manifestante exibe um cartaz com a frase “Free Melania” (“Libertem Melania”), referência à primeira-dama dos Estados Unidos.
Pravda já produziu a cerveja Syla (Força) em homenagem aos ciborgues ucranianos que por 242 dias defenderam o aeroporto de Donetsk, e também as cervejas em homenagem à chanceler alemã Angela Merkel, ao ex-presidente americano Barack Obama e uma marca especial dedicada ao presidente Putin, chamada Putin Huilo.
A cerveja “Syla” já recebeu as medalhas de bronze na Expo “European Beer Star 2016” na Alemanha e de ouro na Expo “World Beer Idol 2017” na República Checa. A empresa também assinou contratos preliminares de distribuição na Áustria e Alemanha, escreve a página brasileira Isto é, citando a agência espanhola AFP.

Cerveja Trump 
Teor alcoólico: 7,2%
Mosto da cerveja: 16,0%
IBU: 25
Malte: cevada de caramelo, cevada clara, flocos de milho
Lúpulo: “Simko”
Delicioso com carne de vaca
Preços: garrafa de 0,33 – 42 UAH (1,59 USD); garrafa 0,75 – 84 UAH (3,19 USD)

A quantidade mínima de pedido é de 150 UAH (5,7 USD), as encomendas no valor superior aos 500 UAH (19,01) têm direito da entrega gratuita. 

A liquidação de mais um líder separatista na Donbas

Na área da Operação Antiterrorista (OAT) na Donbas foi liquidado o separatista ativo Vladimir Tsviakh, o líder do bando armado ilegal “Hooligan”, pertencente à dita milícia popular da dita “lnr”.

A morte do separatista foi anunciada, em primeira mão, pelo jornalista russo Alexander Rogatkin: “Morreu Volodia Tsviakh – Kombat. Na linha da frente, juntamente com o seu chefe dos batedores”. O propagandista russo também adicionou 6 fotos do separatista liquidado, mas mais tarde apagou toda postagem sem nenhuma explicação, nem desmentido da notícia.
Existe a informação do que Tsviakh foi morto no decorrer dos combates na área tática de Bakhmutka na região de Luhansk. Por já, a dita “república popular” não conformou oficialmente a liquidação do Tsviakh e dos seus. Sabe-se apenas que este foi o primeiro líder terrorista conhecido, abatido desde a liquidação do Mikhail “Givi” Tolstykh no dia 8 de fevereiro de 2017, escreve a página ucraniana Dialog.ua
Possivelmente o batedor abatido do "Kombat", também separatista Pavel Yanchuk (1988)
Numa entrevista de 2015 Tsviakh prometia “marchar mais: até Kharkiv, Kyiv, Lviv”, também afirmava que “tenta não combater as Forças Armadas da Ucrânia, mas apenas os batalhões voluntários”, recorda o jornal russo MK.ru

Pelos dados do centro ucraniano Myrotvorets, o separatista de 47 anos de idade vivia na localidade de Rovenky da província de Luhanksk, onde primeiro chefiou a “milícia” local, chegando, mais tarde, a comandar a “2ª brigada da milícia popular da lnr – Hooligan”.

Em setembro de 2014 o bando do Tsviakh atacou e cercou o 32º posto de controlo das forças de OAT nos arredores da aldeia de Smile na região de Luhansk. Após as negociações, as forças ucranianas tiveram que deixar o cerco, preservando o seu armamento e viaturas, deixando para trás apenas os equipamentos danificados, escreve a página ucraniana Glavred.info
Blogueiro: tudo indica que ucraniano étnico e cidadão ucraniano, este separatista não era pessoa particularmente sangrenta, caso se entregar ao SBU, a essa hora poderia estar junto à família, saboreando uma boa cerveja ucraniana. Mas escolheu o mundo do crime e da violência terrorista, deixou a sua família na miséria, uma mulher viúva e filhos órfãos que passarão todo o tipo de dificuldades e privações nos tempos muito próximos. 

quinta-feira, maio 25, 2017

Senado do estado de Washington reconhece Holodomor como genocídio

Senado do estado de Washington aprovou a resolução em homenagem das vítimas do Holodomor na Ucrânia em 1932-1933 que afirma claramente que “Holodomor foi um genocídio organizado pelo Iosif Estaline e pelo regime soviético contra o povo da Ucrânia”, – avançou em primeira mão o embaixador ucraniano nos EUA Valeriy Chaly na sua página do Facebook.

O diplomata agradeceu a posição ativa do Cônsul Honorário da Ucrânia em Seattle, Valery Goloborodko e informou da carta de agradecimento ao Tenente-Governador do Estado de Washington, o Presidente do Senado estadual Cyrus Habib.

“É uma decisão importante! Agradeço ao Cônsul Honorário da Ucrânia em Seattle Valery Goloborodko pelas suas atividades, e aos dezenas de milhares de ucranianos do estado de Washington pelo apoio!!”, – escreveu Cônsul ucraniano.

A resolução, da autoria do Senador republicano Mark Miloscia foi aprovada por unanimidade. Desta feita o Estado de Washington se tornou o primeiro estado norte-americano à reconhecer oficialmente Holodomor como genocídio dos ucranianos.

Bónus histórico
A foto histórica mostra uma manifestação pacífica ucraniana em Chicago nos EUA, atacada pelos comunistas em 17 de Dezembro de 1933.

Cerca de 5.000 ucranianos se reuniram no bairro Westside de Chicago, organizados pelo “Comité da Ajuda à Ucrânia em Fome”, para denunciar as atrocidades do Holodomor, organizado pelas autoridades soviéticas.
20 pessoas foram hospitalizadas após o ataque em que os comunistas usaram todos os tipos de armas, incluindo tijolos, que foram lançados no meio da multidão à partir da estação de metro.

Foto @ACME Newspictures, Inc (Chicago) | Ukr-vintage

Coreia do Norte: a feliz infância socialista (19 fotos)

Trabalhar para a glória de um ditador esta é a realidade de 5,3 milhões de menores de 14 anos na Coreia do Norte. São crianças ensinadas a amar o fundador do país, Kim Il Sung, que seguiu a linhagem até ao atual ditador, Kim Jong Un. Os mais novos recebem instruções na escola para saberem adorar a imagem do líder supremo.

Fora da região metropolitana de Pyongyang, desde muito cedo as crianças trabalham na agricultura. Grande parte do Produto Interno Bruto do país advém de trabalho escravo.

Muitos relatos mostram que o trabalhador que não conseguir cumprir com os objetivos impostos é enviado para um campo de concentração (ler mais).

Esta menina luta para chegar à escola através de um monte de entulho. Nas regiões menos desenvolvidas do país, é habitual o caminho até a escola ser repleto de dificuldades como estaleiros de obras no meio de vias públicas ou lixo.

Muitas crianças que perdem os pais são levadas para orfanatos, onde a vida é particularmente difícil. Mesmo após a adoção, as crianças podem acabar rejeitadas de novo se as famílias que as acolheram não tiverem condições para sustentá-las, informa CNN.

As famílias com um pouco mais de dinheiro podem permitir-se a luxos como comprar roupas tradicionais.

As famílias costumam levar os filhos a visitar monumentos em homenagem aos líderes.

Kim Jong Un organizou uma apresentação que tinha como tema “Somos os mais felizes do mundo”.

A lavagem cerebral contra os Estados Unidos começa ainda no jardim de infância.

As crianças são incentivadas a reproduzir as paradas militares.

As condições sanitárias nem sempre são as ideais nas escolas.

A Coreia do Norte é um país desigual e as famílias mais abastadas financeiramente conseguem dar melhores condições aos filhos.

Algumas das crianças mais privilegiadas estudam no palácio de Mangyongdae.

Algumas das pessoas que já visitaram este palácio descreveram-no como “muito estranho”. Por exemplo, os alunos de artes não recebem lápis e papel apesar de terem obras à sua frente.

Estudam em Mangyongdae cerca de 5.400 crianças.

As  atuações infantis são sempre grandiosas.

As apresentações são carregadas de mensagens políticas.

Ainda que seja uma ditadura extremamente fechada, a infância ainda parece ser um momento para se viver descontraidamente. Só para alguns, claro.

As crianças não têm percepção da condição degradante em que vivem nem da propaganda à sua volta.

Ainda assim, é provável que a infância seja o momento em que os norte-coreanos têm mais coisas em comum com o resto do mundo.
Fotos © Damir Sagolj/Reuters | Reuters | KCNA/Reuters | Jacky Chen/Reuters | Texto © MSN.com