terça-feira, junho 27, 2017

Estádio “Zenit-Arena” – “T-14 Armata” do desporto (12 fotos)

Estádio Krestovsky (Zenit-Arena) é um estádio russo de futebol situado na Ilha Krestovsky em São Petersburgo. Tem capacidade para 69 mil espectadores, é uma das sedes da Taça das Confederações FIFA de 2017 e do Campeonato do Mundo FIFA de 2018. Custou cerca de 1,5 biliões de dólares.
Portas antiterrorismo: o terrorista perderá o caminho
Meios antiterror: o terrorista partirá a perna
Tribuna de imprensa
Aquecimento central e canalização
Assentos para os veteranos e voluntários de Dumbass
Elementos do design 3D
Pista de bobsleigh, skateboard e outros desportos de inverno
Design "Tetris"
Skolkovo
Fechadura baseada em nanotecnologia
Sem legenda
Placa de reforço eclesiástico

segunda-feira, junho 26, 2017

Exposição fotográfica “Promka” no Porto e em Lisboa

Nos dias 3 à 15 de julho no Porto, e de 24 de julho à 4 de agosto em Lisboa, decorrerá a exposição fotográfica do fotógrafo militar ucraniano Lesko Kromplitz, dedicada às forças ucranianas que defendem a zona industrial de Avdiivka, conhecida na gíria militar como “Promka”.
A exposição inclui 30 fotos à preto-e-branco e cerca de 20 retratos dos combatentes, tirados com a câmara fotográfica do tipo Polaroid, na região mais perigosa da linha da frente do conflito na Ucrânia, na zona industrial da cidade de Avdiivka. A mensagem principal desta exposição é mostrar as circunstâncias em que os militares ucranianos protegem não só a Ucrânia – mas a toda a fronteira leste da Europa. O projeto fotográfico «Promka» já foi exibido em várias capitais europeias, nomeadamente Genebra, Zurique, Munique e Varsóvia, no futuro próximo será levado ao Reino Unido e aos EUA.
Locais e datas:

Porto: de 3 à 15 de julho no Biblioteca Municipal Almeida Garrett, rua Entrequintas, № 328 no Porto
Lisboa: de 24 de julho à 4 de agosto no Largo de São Domingos 11, 1150-320 em Lisboa.
A exposição foi organizada por iniciativa dos jovens ucranianos que estudam e trabalham em Portugal e com o apoio de Consulado da Ucrânia no Porto e embaixada de Ucrânia em Lisboa (obrigada especial à embaixadora da Ucrânia em Portugal, a Sua. Excia. Sra. Inna Ohnivets).

Durante a exibição irá decorrer o diálogo dos visitantes com o autor das fotos, o fotógrafo de guerra ucraniano, Lesko Kromplitz.

PCP continua a falsificar a História

O Partido Comunista Português (PCP) criou um site para celebrar os 100 anos da revolução bolchevique de 1917, mas abre-o logo com uma fotografia falsificada de Lenine. Trata-se apenas da primeira de muitas falsificações históricas.

por: José Milhazes, Observador.pt

Já passaram cem anos da revolução comunista russa de 1917, durante os quais foram publicados milhares de documentos sobre os crimes do regime soviético e sobre a forma como os comunistas falsificaram e continuam a falsificar, sem qualquer tipo de vergonha, a História. Como o PCP insiste em fazer.
A fim de assinalar esse importante acontecimento, o Partido Comunista Português decidiu, entre outras iniciativas, criar na Internet uma página especial, onde nem sequer teve o cuidado de corrigir as falsificações descaradas dos seus camaradas soviéticas. Na primeira página, está publicada uma fotografia icónica, onde Vladimir Lenine discursa perante os trabalhadores. Os comunistas soviéticos decidiram limpar da foto Lev Trotski, o mais perigoso dos adversários do ditador José Estaline.

Nas a verdadeira fotografia é esta:
Na rubrica “Conquistas e Impactos”, temos apenas a enumeração dos “enormes êxitos” do regime soviético e nem quer uma palavra sobre os crimes cometidos pelos dirigentes comunistas, incluindo Vladimir Lenine (fuzilamentos sumários, expulsão de cientistas da URSS/Rússia, campos de concentração, perseguição religiosa, etc.).


Na galeria “A arte revolucionária soviética”, publicam-se obras criadas até 1925, ano em que Estaline chega ao poder e cuja exibição foi proibida durante muitos anos por não corresponder à única corrente permitida na pintura soviética: realismo socialista.

Seria interessante, por exemplo, ver o que aconteceu à maioria dos actores representados na galeria: o grande poeta, escritor e desenhador Vladimir Maiakovski suicidou-se em 1930 ao ver o rumo que estava a levar o socialismo por ele cantado (existe a versão de que ele teria sido assassinado também por razões políticas). Mark Chagal viu-se obrigado a sair da URSS para poder pintar as suas obras mundialmente famosas. Caso contrário, teríamos, no máximo, mais um retrato do “Zé dos Bigodes” da sua autoria.


Kasimir Malevivich, o pai do suprematismo, uma das primeiras correntes da arte abstracta moderna, foi proibido de leccionar em 1930, acusado de espionagem e detido. Após a sua morte, em 1935, as suas obras, mesmo o emblemático quadro “Quadrado Preto”, deixaram de ser vistas pelos soviéticos até 1962.

Pavel Filonov, considerado o criador e teorizador da arte analítica, morreu praticamente na miséria, tendo sido acusado de “formalismo” pelos defensores da arte oficial e pedida a sua execução como inimigo do povo. Morreu durante o Bloqueio de Leninegrado, em 1941, e as suas obras só se tornaram património do grande público em finais dos anos de 1980.

Vladimir Tatlin, um dos fundadores do construtivismo apenas teve direito a uma exposição das suas obras na vida, em 1932, tendo caído no “esquecimento” até aos anos de 1960.

Do cineasta Serguei Eisenstein não vale a pena falar, pois são bem conhecidas as dificuldades que teve para realizar obras como “Ivan, o Terrível”. José Estaline tinha sempre a última palavra também no campo do cinema.

Importa também assinalar que todos estes artistas se formaram antes da revolução comunista de 1917, tendo alguns deles começado a criar numa época em que as artes e a literatura russas atravessavam um dos seus maiores períodos. No caso da literatura, ele chamou-se “Período da Prata”. Por exemplo, em 1932, quadros de Malevitch são apresentados na exposição “Arte da época do imperialismo”, realizada no Museu Russo de São Petersburgo.


O terrível destino deste e de outros intelectuais soviéticos também faz parte dos impactos da revolução comunista. A verdade não deve ser revolucionária, mas apenas verdade.

domingo, junho 25, 2017

A pré-parada militar em Minsk dá para torto

Durante os preparativos da parada militar em Minsk/Mensk, os militares não impressionaram os cidadãos da Belarus: estragaram alcatrão com as lagartas dos blindados, poluíram o ar com as emissões de CO2 e até colidiram com um poste de eletricidade na rua Makajonka.
O regime do presidente Lukashenka celebra o Dia de Independência em 3 de junho, neste dia a cidade de Minsk/Mensk foi retomada, aos nazis, pelo RKKA em 1944.
Em 2017 Lukashenka decidiu não economizar em gastos de parada e mostrar ao povo o exército da Belarus, a seu Serviço de Gurada-fronteira, Polícia de Segurança Pública e Ministério das Situações de Emergência: “Tomamos a decisão de [...] não poupar nos custos. [...] É uma demonstração, mostramos as pessoas que não comemos o pão militar em vão”.
Lukashenka também deu a ordem para mostrar na parada os equipamentos civis, produzidos em Belarus.
Screan print do vídeo do YouTube, Minsk, rua Jakob Kolas
Fotos Maxim Mirovich | Texto Sputnik.by  
Momento do impacto, Faça click para ver o vídeo

sábado, junho 24, 2017

A morte de um ucraniano, a festa dos terroristas russos

No dia 25 de julho de 2014 os terroristas russos detiveram em Donetsk o jovem futebolista ucraniano Stepan Chubenko (16). A sua única culpa era a posse de uma fitinha azul e amarela. Stepan foi brutalmente assassinado. Hoje os terroristas russos celebram a recusa da Rússia em entregar à Ucrânia o seu assassino, “matamos o fasho ucraniano”, dizem eles.
A placa comemorativa em memória do Stepan Chubenko
na sua escola em Kramatorsk
Hoje na cidade de Kramatorsk decorre o torneio de futebol em memória do Stepan Chubenko, raptado e assassinado por um grupo dos terroristas da dita “dnr”. Stepan voltava de Kyiv (ou de Kharkiv), para onde foi para obter a informação sobre a continuação dos seus estudos superiores. Os terroristas o detiveram em Donetsk, quando viram na sua mochila uma fitinha com as cores da bandeira da Ucrânia. Ele possuía os documentos de identificação, os terroristas sabiam que Stepan era menor. Ele morava em Kramatorsk, não participava na política, era guarda-redes/goleiro de camadas juvenis de um clube de futebol profissional local, escrevia a poesia, preparava-se para a vida adulta.
Stepan Chubenko à defender a baliza do seu clube
Ao mando do comandante separatista, Vadim “Kerch” Pogodin, os seus comparsas, Mikhail Suhomlinov e Yuriy Moskalev, levaram Stepan aos arredores de Donetsk, onde jovem foi assassinado à sangue frio, com uma bala na nuca e vários outros disparos, os autores materiais eram Pogodin e Suhomlinov, Moskalev foi cúmplice de assassinato.

Dado que assassinato de um morador inocente de Donbass teve uma enorme repercussão, a dita “procuradoria” da dita “dnr” conduziu uma investigação especial, o líder dos terroristas, Alexander Zakharchenko prometeu pessoalmente à mãe enlutada que o seu filho será encontrado e os culpados punidos. Os próprios separatistas documentaram os depoimentos de moradores locais, que viram como Pogodin matava as pessoas, incluindo as crianças de Donbas, plantando, dessa forma o tal “mundo russo” e a “ordem de Putin”. Eles mataram uma criança ucraniana porque acharam que a criança com uma fita com as cores da bandeira de seu país não deveria viver. Não queriam se preocupar. Enterrá-lo era o mais fácil.
A mãe, Stalina Chubenko, pretende construir um monumento em memória
do seu filho, assassinado por não renunciar Ucrânia
Tudo isso foi documentado pelos investigadores separatistas de Donetsk. Mas afinal, Pogodin matava os ucranianos ao mando dos seus curadores russos. E por isso foi intocável. Deixaram o sair de Donetsk e se esconder na Crimeia. Mas os documentos de investigação pararam às mãos de procuradoria ucraniana de Kramatorsk. E os assassinos foram colocados nas listas internacionais dos procurados pelo seu crime.

Um dos executantes foi apanhado pela polícia ucraniana. Pogodin foi detido sob mandato internacional na Crimeia. Na Rússia surgiu uma onda propagandista que exortava as autoridades a não entregar o assassino à Ucrânia. Os propagandistas e agentes russos acusam Stepan Chubenko em pecados de costume, de ser membro do Setor da Direita”, de queimar as pessoas em Odessa”, de ser “fascista, de ser “um ajudante dos carrascos das FAU”. Pelo contrário, o assassino do Stepan é considerado pelos mesmos de “patriota russo”.

Claro, qualquer estudante ucraniano, colega do Stepan percebe que tudo isto são as calúnias mais descaradas e insultos baixos, uma tentativa de justificar os assassinatos desumanos e assassinos, aterrorizando as crianças.
Stepan na sua escola em Kramatorsk
Desde ontem os terroristas russos estão festejando, os terrorista Igor Girkin escreve que os serviços secretos russos decidiram não entregar Pogodin, possivelmente será lhe atribuída a cidadania russa para alegar que como cidadão russo o assassino não poderá ser entregue à Ucrânia, o país da sua cidadania real.

Um jovem desarmado com a fitinha azul e amarela já não é considerado como humano, quer aos olhos da liderança russa, quer às suas massas populares. Os russos consideram que os ucranianos podem ser assassinados na Ucrânia pela simples posse da sua própria bandeira. Matar crianças, os idosos, qualquer um, o moral do Putin agora justifica tudo. Para eles, os ucranianos já não são pessoas, a Rússia acredita que os ucranianos podem ser assassinados na impunidade.

Assim, eles se colocam à si próprios além daquilo que distingue os humanos dos animais selvagens que compreendem apenas a lei da bala (por Yuriy Butusov).
Vadim Pogodin, o assassino
Blogueiro: sendo um caso simples e criminal, sem as demais motivações políticas, Rússia não perderia nada em entregar o assassino à justiça ucraniana. Recusando o pedido mais que justificável, a Rússia não deixa à Ucrânia nenhuma outra escolha, a não sendo de seguir o exemplo de Israel, procurando e executando os assassinos do Stepan Chubenko. Nem que isso levará anos ou mesmo décadas. 

sexta-feira, junho 23, 2017

Ucrânia usa sistemas “Grad” transportados pelos ferries

As Forças Aerotransportadas da Ucrânia, pela primeira vez desde a Independência do país, efetuaram os exercícios de disparos de sistemas BM-21 “Grad” à partir dos ferrie-boat. No decorrer dos exercícios táticos, a 95ª Brigada aerotransportada das FAU cruzou o rio Dnipro nos arredores de Kyiv, atingindo, com sucesso, as forças inimigas convencionais, permanecendo nos meios flutuantes.
De acordo com o cenário dos exercícios, os artilheiros ucranianos atingiram o inimigo em marcha aos locais predefinidos e garantiu as ações bem-sucedidas de vanguarda das forças ucranianas.
– As tropas aerotransportadas têm em conta as melhores e mais eficazes formas e métodos de condução da guerra – disse o general Mikhaylo Zabrodsky. – Talvez essa experiência pode ser necessária na execução de tarefas na área de operações antiterroristas (OAT) – explicou o comandante-em-chefe das Forças aerotransportadas da Ucrânia.

@Serviço de Imprensa do Comando das Forças Aerotransportadas da Ucrânia.

quinta-feira, junho 22, 2017

Motor Sich fornecerá motores ao K-8G

Como informa o serviço de imprensa da companhia ucraniana Motor Sich, no decorrer da Expo aérea de Le Bourget-2017, foi assinado o contrato de fornecimento de motores AI-25TLK para a montagem no aparelho chinês K-8G, fabricado pela China National Aero-Technology Import & Export Corporation (CATIC).

Motor Sich já trabalha com os clientes chineses por mais de 20 anos. O contrato foi assinado pelo fornecimento das 25 unidades de motores, que devem ser fornecidos em 2018 e início de 2019”, – informou o diretor de Marketing da companhia, Volodymyr Shyrokov, informa a página ucraniana uprom.info.

Rússia perde dois Yak-130

No mesmo dia 21 de junho, a força aérea russa teve dois acidentes, envolvendo os aparelhos de treino Yak-130, o bordo 43 “branco”, número de registo RF-44496 em Borisoglebsk e bordo 55 “vermelho”, número de registo RF-44583 na cidade de Armavir.
O bordo 43 “branco” RF-44496 em Borisoglebsk
O bordo 55 “vermelho” RF-44583 na cidade de Armavir
Em Borisoglebsk na base aérea de formação do Ministério da Defesa russo, o cadete efetuou a aterragem de emergência. Após o voo de treino e antes da aterragem, não funcionou o chassi dianteiro do aparelho. Também neste mesmo dia na região de Krasnodar, perto da cidade de Armavir, em resultado da falha de chassi dianteiro, o cadete e instrutor tiveram que efetuar a aterragem sobre a fuselagem diretamente no campo.

O terrorista sérvio é morto na Síria

Na Síria foi liquidado o mercenário sérvio, Dimitrije Sasha Karan (Јојић), ex-membro de claque de apoio / torcida organizada de hooligans sérvios da extrema-direita “Firma 1989, conhecido pela sua passagem pelos grupos terroristas no leste da Ucrânia.
O terrorista sérvio (no meio) no leste da Ucrânia
Embora os seus apoiantes escrevem que finado estava ligado ao “exército russo”, o mais certo que sérvio de 25 anos estava na Síria nas fileiras de alguma EMP russa, por exemplo dos mercenários do grupo Vagner.

O jornal sérvio Vecernje Novost escreve que o mercenário morreu na explosão de uma mina. Sabe-se que ele deixou a viúva e uma filha menor que crescerá órfã, possivelmente sem nenhum apoio financeiro de nenhum governo.

... e terrorista brasileiro continua preso na Ucrânia
Enquanto isso a apreciação da apelação do terrorista brasileiro Rafael Lusvarghi foi adiado pela 3ª vez para o dia 20 de julho de 2017. O adiamento ocorreu ao pedido do seu advogado Velentin Rybin, ocupado num outro caso.

Advogado contou que “Rafael recebeu a tradução portuguesa dos direitos e deveres do arguido [na Ucrânia]. Após ler o texto, ele escreveu uma queixa de apelação. O mais provável, o tribual concederá ao Ministério Público o novo prazo para a sua contestação”, – explicou o advogado. Ele também contou que Lusvarghi está na cadeia Lukyanivska numa cela solitária e contacta apenas com os guardas deste estabelecimento de isolamento operativo, escreve a página ucraniana Novynarnia.com  
Blogueiro: em princípio, Lusvarghi deveria ficar muito agradecido à Ucrânia e ao SBU, pois em vez de ficar morto e despedaçado algures na Síria, como o seu ex-comparsa sérvio, ele está num local seguro, onde hoje desfrutará de puré de batata e chá fresco.

quarta-feira, junho 21, 2017

Poroshenko, Trump e as novas sanções russas

O Presidente ucraniano Petró Poroshenko se encontrou em Washinton com presidente Trump, os dois presidentes discutiram a situação na Ucrânia e os diversos aspetos de cooperação entre os dois países.

Trump: “É uma honra estar com o presidente da Ucrânia Poroshenko. É aquela região, nos acontecimentos do qual nos todos estamos envolvidos ativamente. E vocês viram isso, e todos lêem sobre isso. Tivemos uma discussão muito, muito boa. E a negociações continuarão durante o dia. Eu não tenho dúvidas de que um progresso significativo será alcançado. É uma grande honra, recebe-lo, Sr. Presidente. Obrigado pela sua visita”.
Poroshenko: “Decorreu uma reunião completa, muito detalhada com o presidente dos EUA Temos recebido forte apoio por parte de Washington, o apoio à soberania, integridade territorial e independência do nosso estado, bem como um apoio inequívoco das nossas reformas. As sanções contra a Rússia vão continuar – nisso eu vejo a posição dos Estados Unidos da América do Norte como um parceiro sólido, confiável e estratégico da Ucrânia. Especialmente eu gostaria de salientar a nossa cooperação no domínio técnico-militar. Discutiremos isso agora com mais detalhes com o ministro da defesa Mattis, mas o presidente (Trump) deu instruções claras para que nós expandirmos a nossa cooperação.
Além disso, imediatamente após a visita aos EUA, Petró Poroshenko voa para Bruxelas, onde irá realizar uma série de reuniões importantes. Entre os temas de discussão – prolongamento das sanções russas, bloqueio do “Nord Stream-2” e a expansão de quotas dos produtos ucranianos no mercado europeu.


As novas sanções russas
O Tesouro dos EUA apresentou nesta terça-feira a nova lista de sanções, dirigida às 38 pessoas e organizações, incluindo os dois funcionários públicos russos e dois dos seus assessores.

Na lista consta o membro do Conselho da Federação (Câmara alta do parlamento russo), representante especial do presidente russo para a cooperação com as organizações de compatriotas no exteriorm Aleksandr Babakov e dois dos seus assessores – Aleksandr Vorob(i)ev e Mikhail Plisyuk.

As novas sanções visam 11 pessoas e organizações da Crimeia, de jure território da Ucrânia. Na lista negra entraram as organizações das ditas “repúblicas populares” de Donetsk e Luhansk (ditas “dnr” e “lnr”), os seus “bancos centrais” e o Banco TSMR russo (“Centro de Compensações Internacionais”), este último usado pelos terroristas das “dnr” e “lnr” para escapar do controlo bancário, financiando as suas atividades nos territórios temporariamente ocupadas da Ucrânia.

A lista de sanções incluiu uma série de subsidiárias da empresa “Transneft”, bem como a empresa de segurança Wolf Holding of Security Structures (incluindo o seu diretor Gennady Nikulov), pertencente ao clube dos motoqueiros “Lobos Noturnos”, muito próximos ao Kremlin e ativos na propagação do dito “mundo russo”.

Além disso, as sanções atingem os mercenários russos da EMP Vagner, com passagem pela Ucrânia e ativos em Síria, e o seu líder Dmitri Utkin.