sexta-feira, janeiro 31, 2014

Crucificado por não renunciar a Maydan

Após 8 dias de rapto (foi raptado no dia 22.01.2014), as longas torturas, os raptores libertaram um dos líderes da Maydan Automóvel (AutoMaydan), Dmytro Bulatov, o ativista está bastante ferido, mas vivo.

Um dos líderes da AutoMaydan, Dmytro Bulatov, desaparecido já alguns dias, foi encontrado no dia 30 de janeiro, nos arredores de Kyiv. Como contou o próprio Bulatov, os desconhecidos o espancavam, o torturavam, cortaram a sua orelha e até o crucificaram, Dmytro tem as marcas de furos nas mãos, informa a televisão TSN. O ativista não sabe quem eram os agressores, mas notou que eles tinham uma pronúncia russa.

Após as torturas prolongadas, Dmytro foi levado aos arredores de Kyiv e atirado fora da viatura dos raptores. O ativista foi bater as portas, pedindo a ajuda aos moradores, um deles o deixou entrar em casa. De lá, Dmytro telefonou aos amigos, que o levaram para um dos hospitais privados de Kyiv.  


A foto é do FB da jornalista de TSN, Olha Koshelenko.

O político ucraniano, Serhiy Sobolev, discursando na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE) informou que desde o início da Revolução, já foram presos 2000 pessoas, 29 desapareceram, 129 jornalistas foram feridos e 5 pessoas foram assassinadas, escreve Inagist.

A lista incompleta dos detidos, presos, desaparecidos e assassinados desde o início da Revolução:
http://www.radiosvoboda.org/content/article/25242558.html

quinta-feira, janeiro 30, 2014

Eurodeputados na Maydan

Na noite de 28 de janeiro corrente, a Maydan de Kyiv foi visitada pela delegação do Parlamento Europeu. Os 12 deputados dos diversos países da Europa visitaram as barricadas e foram até a rua Hrushevsky, estiveram nas tendas, posto médico, edifício dos Sindicatos da Ucrânia, etc.

Um dos visitantes era o presidente do Comité dos Negócios Estrangeiros do Parlamento Europeu, alemão Elmar Brok, o Portugal foi representado pela socialista Ana Gomes.

A Europa fica admirada com o protesto ucraniano e começa a entender que é impossível vencer a Maydan. EU também procura os caminhos (muito devagar, mas procura) para a resolução da crise.

Fotos (nem toda a gente poderá visualizar as fotografias):
FOTOS1, FOTOS2

terça-feira, janeiro 28, 2014

Maydan: a pequena vitória

No dia 28 de janeiro, o Parlamento da Ucrânia (Rada Suprema) votou a anulação das leis ditatoriais, adotados em 16 de janeiro (proibição de circular com mais 5 viaturas em coluna, se reunir com mais de 3 pessoas sem a permissão da polícia, etc.).

Hoje também resignou o primeiro-ministro Mykola Azarov (alvo de inúmeras piadas originadas pela sua incapacidade mental de aprender a língua ucraniana). O povo ucraniano parou a ditadura antes da mesma iniciar, em pleno, o seu mecanismo da repressão, escreve o blogueiro georgiano Cyxymu.

Com os votos favoráveis de 296 deputados; 3 contra; 12 abstenções e 97 não votantes; a decisão foi oficialmente tomada.

No entanto, essa decisão não irá ressuscitar os ativistas mortos, embora provavelmente poderá salvar algumas pessoas desaparecidas. Em geral, os ativistas não confiam no governo; a ideia que se paira no ar é a necessidade da mobilização total e contínua.

Heróis tombadas pela Revolução de 2013-2014. Glória aos Heróis!
Pois, como mostra o vídeo que se segue, no edifício da Administração Estatal de Dnipropetrovsk, o poder ucraniano distribui os equipamentos ofensivos e oferece os incentivos aos titushky (marginais usados pelo poder), para que estes ataquem os manifestantes pró-democracia:

sábado, janeiro 25, 2014

Polícia ucraniana tortura e humilha um manifestante

A polícia ucraniana torturou e humilhou um manifestante, detido durante os recentes protestos em Kyiv. Depois de despido, foi exibido, com sinais de maus tratos. O vídeo apareceu a seguir, no YouTube, informa Euronews.

Ao jornal pró-governamental, “Vesti”, um oficial não identificado disse que o manifestante mereceu o tratamento que recebeu: “Ele foi o nosso troféu e um exemplo para os outros”.

De acordo com a Euromaidan PR, a equipa de relações públicas dos manifestantes, “há vários relatos de casos de manifestantes detidos pela polícia, agredidos brutalmente, despidos e, às vezes, atingidos por balas de borracha”, escreve o jornal português Expresso.

O vídeo colocado no YouTube mostra um homem, só de meias, retirado do autocarro de polícia. No seu corpo são visíveis os espancamentos, no pescoço – marcas das balas de borracha. Os polícias tiram as fotos usando os seus telemóveis. Depois lhe entregam o machadinho e obrigam pousar para as suas fotografias, diz a edição online Censor.net.ua.

As caras de alguns polícias são visíveis no vídeo. O local é a rua Hrushevsky, em frente do Gabinete dos Ministros da Ucrânia. Após resgatado, o homem voltou ao Maydan, onde recebeu os tratamentos médicos. O comandante das autodefesas da Maydan, o deputado Andriy Parubiy, informou que o ativista aprisionado é voluntário do 4º destacamento dos cossacos, Mykhaylo Havrylyuk. Na tarde do mesmo dia, ele voltou a exercer as suas funções nas unidades das autodefesas.
 
Mykhaylo Havrylyuk e Andriy Parubiy na conferência de imprensa
Sou cossaco e jurei defender as pessoas, explicou a sua atitude o próprio Mykhaylo.
 
Mykhaylo, de volta ao Maydan
Fonte (foto e vídeo):

Ucrânia: O povo é quem mais ordena!

Situação ucraniana vista pelo primeiro-ministro Mykola Azarov (Nikolay Aziriv)
Universidade exige os conhecimentos, haja Revolução ou não...
Descarregar a Revolução!

quinta-feira, janeiro 23, 2014

Age of Maidan. Vitória


Ucrânia: o regime rapta, mata e enlouquece

Imitando os esquadrões da morte da América Latina e da vizinha Belarus, o poder ucraniano começou com os raptos dos ativistas da Maydan.

No dia 21 de janeiro, no hospital “Zhovtneviy”, foram raptados dois ativistas da Maydan, Igor Lutsenko e Yuri Verbytskiy. Dentro da unidade médica, ambos foram atacados pelas cinco pessoas à paisana, que os agarraram, colocaram nas viaturas desclassificadas e levaram para um local desconhecido.

O próprio Igor Lutsenko conta no seu FB que foi raptado durante cerca de 15 horas. Num minibus ele e Yuri Verbytskiy foram levados à mata em redor de Kyiv. Depois à uma garagem, onde os interrogaram separadamente durante cerca de 10-11 horas. No fim, Igor Lutsenko foi levado pelos raptores encapuçado até a mata, onde o colocaram de joelhos, debaixo de uma árvore, deixando à rezar, desaparecendo de seguida. Em resultado do rapto, Igor foi vítima do traumatismo craniano, foi espancado, atingido na face e no braço.  

Infelizmente, outro ativista, Yuri Verbytskiy, foi achado na mata em redor da cidade de Boryspil, na manha do dia 22 de janeiro, já sem a vida. A sua prima informou a rádio “Liberdade” que o corpo do Yuri Verbytskiy foi reconhecido pelos familiares.


Polícia abriu o caso criminal, classificado o caso de “assassinato premeditado”. Yuri Verbytskiy era natural de Lviv, se dedicava ao alpinismo e sismologia, escreve BBC.co.uk



O 5º canal da TV ucraniana informa no seu twitter que um numeroso grupo dos titushki (marginais usados pelo poder), cercou a embaixada dos EUA, com as intenções desconhecidas. Se o poder ucraniano pretende suicidar-se, a tática escolhida foi a das bastante acertadas…

quarta-feira, janeiro 22, 2014

Ucrânia: o regime começou matar

Uma das vítimas mortais já identificada é Serhiy Nihoyan (20), participante ativo da EuroMaydan. Jovem ucraniano armênio étnico, ele tive dois ferimentos de arma de fogo, um no pescoço e outro na cabeça.

Não se sabe que tipo de balas foram usadas, isso só será conhecido após a sua exumação.

Serhiy nasceu e viveu na Ucrânia, na aldeia de Bereznuvativka da província de Dnipropetrovsk. Na Maydan está desde 8 de dezembro, fazia parte das suas autodefesas. Numa entrevista contou que via as notícias na TV e não conseguia dormir.
R.I.P. Serhiy Nihoyan
No dia 7 de dezembro ele veio ao Dnipropetrovsk, não achando a Maydan na sua cidade, viajou até Kyiv. Ligou para os pais já da Maydan, eles o pediram para ter cuidado. Dormia na tenda ou no edifício dos Sindicatos da Ucrânia. A sua escolha explicava assim: “Isso também é o meu futuro. Irei viver neste país”.

Fonte:

Foi confirmada a morte de uma outra pessoa na rua Hrushevsky (zona de confrontos), baleado por 4 (quatro!) vezes, ele caiu de uma coluna de 13 metros. Morreu na reanimação.
Ataque da polícia de choque na rua Hrushevsky 
Como explicou o coordenador do Serviço Médico da Resistência Nacional, Oleh Musiy, o manifestante foi ferido na cabeça, pescoço e tórax. Homem recebeu os primeiros socorros, mas morreu cerca de 6h30 do dia 22.01.2014. Ativista tinha cerca de 30 anos, a sua identificação ainda não foi feita, pois ele não possuía os documentos de identificação, escreve BBC.co.uk

Ucrânia: a agonia do regime

Tudo indica que a revolução ucraniana passou o “ponto de não retorno”. O protesto pacífico esgotou-se e ação direta tomou a conta de Kyiv.

Escreve o blogueiro Roman Shrayk:

"Em geral, neste momento, ou a estrategista do poder é uma merd@, ou Yanukovych recebeu a chamada do Obama com a promessa de enviar um porta-aviões para a costa da Mezhyhirya. O cenário está quebrado. A polícia de choque levou o troco e fica parada. O pessoal (da AutoMaydan) anda de carros no centro de Kyiv, persegue e pega os titushki (marginais pagos pelo poder), que nem titushki são, mas uns putos assustados. Parece que a mola para pagar os titushki de combate também foi roubada".

Mas isso não significa que o poder não consegue atingir as pessoas. Como uma espécie de ratazana encurralada, o poder ucraniano age de maneira brutal e impiedosa. O comandante das unidades de autodefesa da Maydan, o deputado Andriy Parubiy conta no FB os pormenores do seu recente ferimento:

Estes fragmentos foram retirados do meu pé de uma profundidade de 3-5 cm. As feridas semelhantes tiveram várias dezenas de voluntários de autodefesa. Apenas hoje, eu soube a causa de tais danos. Acontece que a polícia de choque usa a fita adesiva para colar a gravilha ao corpo das granadas de som. Com o rebentamento da granada as pedras são projetadas, o que torna essa granada, de facto, em uma arma letal”.

Ler mais sobre os acontecimentos na Ucrânia:

Impasse na Ucrânia: regime mafioso vs cidadãos mobilizados (em inglês):

O poder tenta coagir as pessoas, usando os telemóveis (em inglês):

Dois jornalistas da rádio “Liberdade”, Dmytro Barkar e Ihor Iskhakov foram espancados pela polícia de choque em Kyiv (vídeo e texto em ucraniano):

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Revolução em Kyiv. Live Broadcast

http://hromadske.tv/episode/128
No dia 19.01.2014, cerca das 15h00 os carros da AutoMaydan tentaram passar pela rua Hrushevskoho até ao Parlamento ucraniano. A rua foi bloqueada pelos camiões, autocarros e grupos da polícia "Berkut". Da Maydan vieram os ativistas. Os mais radicais atacaram e queimaram os autocarros (3) do Berkut. A polícia respondeu com granadas de som e bombas de gás lacrimogêneo. Os confrontos continuam pela noite dentro...
 
http://ukrstream.tv/
Os manifestantes queimaram o autocarro do Berkut:
 
Os manifestantes se defenderam da ataque do Berkut:
http://www.radiosvoboda.org/media/video/25235042.html
 
TV 24 online: http://24tv.ua/
TV Hromadske online: http://hromadske.tv/episode/128

domingo, janeiro 19, 2014

Ucrânia: a Nova Ditadura

www.umservice.net
por: Timothy Snyder, historiador
 
No papel, a Ucrânia é agora uma ditadura. O Presidente Viktor Yanukovych, tendo os deputados do seu Partido das Regiões endossando um pacote extraordinário de legislação, se arrogou ao poder político decisivo para si mesmo. Depois de centenas de milhares de ucranianos passarem semanas no frio, batalhando pelos direitos humanos básicos e uma associação mais forte com a Europa, o presidente respondeu com uma violação dos direitos humanos.
 

quinta-feira, janeiro 16, 2014

GULAG e "Ferrovia da morte"

60 anos atrás parou a construção da ferrovia SalekhardIgarka  (conhecida como “Ferrovia da morte”) – uma das construções do socialismo triunfante soviético das décadas de 1940 – início de 1950.

A construção começou em 1947, a ferrovia deveria ter a extensão de 1263 km, passados ao longo do Círculo Polar Ártico. A obra foi assegurada pelo trabalho semi-escravo dos prisioneiros do GULAG nas condições de pergelissolo e de inverno que durava 10 meses por ano.

No seu pico o número de prisioneiros empregues na construção chegou às 120 mil pessoas. Cada 5-10 km, ao longo da ferrovia, eram construídos os campos de GULAG, alguns dos quais conservados até hoje. Os prisioneiros, primeiro cercavam à si próprios com arame farpado, depois construíam os abrigos da terra e as barracas.

A fuga era praticamente impossível. A estrada principal era vigiada pelos guardas. O único caminho para a liberdade passava pelo rio Ienissei, numa extensão de 1700 km até a cidade de Krasnoiarsk ou então 700 km ao norte até a foz do rio Ienissei ou Dudinka e Norilsk, que também eram fortemente vigiados.

Para alimentar os prisioneiros foi usada a tecnologia “livre de resíduos”: foram encontrados os armazéns abandonados de ervilha seca, que com o andar dos anos se transformou em argamassa, atravessada pelas tocas de ratos. As equipas femininas especiais quebravam essa massa, limpavam as fezes dos ratos com as facas e usavam os restos para cozinhar...

As máquinas e os prisioneiros eram trazidos pelos navios do continente. A maioria das obras, incluindo escavações, realizava-se manualmente. Os solos, formados maioritariamente pelas arreias polvilháveis e pergelissolo eram transportados em carrinhos de mão. ​Pedras e areia traziam dos montes Urais.

A ferrovia atravessava muitíssimos riachos e rios, grandes e pequenos. Os pequenos levavam as travessias de madeira ou betão, a travessia do rio Ob no verão fazia-se com batelões pesados e no inverno nos trilhos e dormentes colocado diretamente sobre o gelo. A construção era feita de ambos os lados, à partir do Ob e da Ienissei.

Após a morte de Estaline em 1953 a obra foi abandonada (em 6 anos foram construídas mais de 800 km da ferroviária). Em poucos meses tudo se esvaziou, os prisioneiros foram levados além dos montes Urais. Dificilmente se saberá quantas pessoas, incluindo quantos ucranianos, perderam as suas vidas na construção da “Ferrovia da morte”.

Ver o filme sobre a obra:

segunda-feira, janeiro 13, 2014

Ucraniana primeira na Billboard Hot Singles Sales

A cantora ucraniana Assia Ahhatt é primeira na parada musical Billboard Hot Singles Sales com a composição “If Only Tonight”, que durante 11 permanece nos charts.

Assia Ahhatt ultrapassou com a sua composição os músicos mais famosos, como U2, One Direction e James Fortune & FIYA. Single "If Only Tonight", editado no verão de 2013, entrou no Billboard Hot Singles Sales em novembro, ocupando a 7ª posição.

Mais tarde, o serviço mundial Digital Radio Tracker (DRT), colocou “If Only Tonight” na 54ª posição no TOP-200 National Airplay, onde composição deixou por trás as estrelas mundiais como Bruno Mars, Adele, Eminem, Marоon 5, Muse e Demi Lovato. 10 dias mais tarde, single da Assia Ahhatt subiu no mesmo TOP até 47ª posição. Na parada TOP-50 da National Airplay Independent, Assia ocupou o primeiro lugar, escreve Obozrevatel.com

quinta-feira, janeiro 09, 2014

O camarada Hitler – exterminador dos nazis

O judeu ucraniano, Semen Hitler, nasceu em 1922 na cidade de Orynyn na província de Kamianets-Podilskyi (hoje Khmelnitsky). Os Hitler viveram na região desde os tempos mais remotos. Apenas após a II G.M., os membros sobreviventes da família, que emigraram para Israel, mudaram o seu apelido de Hitler para Hitlev. A lenda familiar conta que o gauleiter alemão local tinha um certo receio de exterminar os judeus que possuíam o apelido do fuhrer.
Alistado ao Exército Vermelho em novembro de 1940, Hitler foi colocado na escola de operadores da metralhadora da Circunscrição Militar de Odessa. Graduado apenas um mês antes do início da guerra soviética-nazi, ele foi enviado para servir na linha de fortificações de Tiraspol.
A folha que acompanhava a medalha "Pela Bravura" do Hitler
Foi o flanco mais extremo-esquerdo da linha fortificada da fronteira ocidental soviética. O seu comprimento total era de 150 km e entre 4 a 6 km de profundidade. Linha estava inserida entre os obstáculos naturais, como pântanos e vales fluviais dos rios Dnistro e Turunchuk. No total, em junho de 1941, a área fortificada possuía 284 pontos edificados – 22 de artilharia e 262 de metralhadora. Um destes pontos, situado na altura de 176,5 metros, era defendido pelo soldado da RKKA, Semen Hitler.
As fortificações soviéticas defendidas pelo Semen Hitler
Em 9 de setembro de 1941, o tenente-general Georgi Sofronov, assinou a folha de concessão da medalha “Pela Bravura”, em nome do Hitler.
A medalha soviética "Pela Bravura"
Nesta folha é apresentada a razão da condecoração: “Sendo operador da metralhadora, apoiava pelo fogo o avanço do seu pelotão. Cercado e ferido, o camarada Hitler manteve o fogo até gastar toda a munição, depois disso, sem abandonar as armas, chegou à sua unidade, destruindo no total mais de uma centena de soldados do Wehrmacht”.
Dentro das fortificações soviéticas 
Posteriormente, o soldado Hitler participou na defesa da Odessa; juntamente com os seus defensores se retirou a Crimeia e morreu em 3 de julho de 1942 defendendo a cidade de Sebastopol.

Fonte:
http://voennoe-delo.com/hitler-krasnoarmeets.html

terça-feira, janeiro 07, 2014

Os crimes do ultraliberalismo neoconservador

O fotógrafo, designer e artista alemão Stefan Koppelkamm, fotografou as mesmíssimas ruas e prédios da ex-RDA em 1990-1992 e depois em 2002-2003.

Vejam o que aconteceu com estes locais em apenas uma década, é óbvio que o socialismo real não permitiria tais coisas acontecerem…

Ver as fotos (36):

Comprar o livro do autor, Ortszeit – Local time, que contêm 100 fotos, € 19,95:
http://www.bildschoene-buecher.de/buecher/ortszeit/index.php?cat=3

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Feliz Natal!

Aproxima-se o natal gregoriano. Não é possível dizer “ortodoxo”, pois greco-católicos ucranianos e não só, também celebram o Natal nesta data.

Durante essa noite mágica existe a possibilidade de felicitar Ucrânia pelo Natal via skype: nichnavartamaydanu ou ligando pelo número +380993444012, as suas palavras serão transmitidos em todo Maydan e além, via Internet e novas tecnologias.

Desejamos que 2014 seja um ano mais feliz e que Ucrânia finalmente sairá do atual regime de ocupação.


Feliz Natal!

sábado, janeiro 04, 2014

Kyiv (Kiev) no Seu Bolso

Guia turístico online Inyourpocket.com está oferecer diversa informação turística e não só, sobre a cidade de Kyiv, incluindo sugere visitar a Maydan.

Além disso, na página os turistas encontrarão as diversas dicas sobre transporte, hotéis, restaurantes, bares, clubes, coisas para ver, vistas guiadas pela cidade (e as visitas ao Chornobyl), cultura e eventos, compras, estudo da língua ucraniana, lazer, tempo e muito mais.

Entre as dicas, algumas são de extrema importância, como por exemplo, fazer o booking do seu táxi online, os clubes à evitar (Coyote Ugly), os hotéis à escolher, cuidado à ter com os restaurantes judaicos que não são kosher, enfim, uma infinidade de possibilidade por descobrir e explorar.

A página oferece o download gratuito da revista homônima, também é possível saber mais sobre Kyiv, seguindo a página dedicada só à capital ucraniana no FB: Kyiv In Your Pocket.

Visitar a página principal:

As Crônicas Revolucionárias da Ucrânia

A fotógrafa ucraniana Maria Donenko, passou 24 dias na praça de Independência de Kyiv (Maydan), onde tirou mais de 4000 fotos dos acontecimentos. Agora, ela pretende publicar o álbum fotográfico “Ucrânia: Crônicas Revolucionários” e precisa da nossa ajuda.

Ela pretende amealhar 7000 USD para publicar o seu álbum, que pretende ver pronto no fim de fevereiro de 2014. Quem puder contribuir financeiramente ao este projeto, podem visitar a página e ver as mais diversas modalidades (entre 1 à 500 USD). Os outros podem divulgar iniciativa nas redes sociais, na blogosfera, etc.

Visitar a página da Maria:

Recordar Stepan Bandera

No dia 1 de janeiro em Kyiv decorreu a marcha em memória do 105º aniversário do líder da Organização dos Nacionalistas Ucranianos (OUN), Stepan Bandera. A marcha decorreu pela 8ª vez e reuniu 20.000 participantes.

Ver fotos e vídeo:

quinta-feira, janeiro 02, 2014

As barricadas da Maydan: a tecnologia

Os manifestantes usam bancos, tábuas, paletes e armações metálicas, sacos com gelo e arrame farpado. Por cima tudo isso é reforçado com a neve e ligado com água.

As novas barricadas que foram construídas na Maydan e os seus arredores são deslumbrantes. Agora se tornaram em estruturas que impõem o respeito, parecem saídas de algum jogo de computador. Após o ataque da polícia de choque na noite de 10 a 11 de dezembro, que resultou na demolição de uma parte das barricadas, durante 24 horas lá cresceram as novas fortificações, algumas com altura de três metros.

Hoje o assunto é tratado de maneira séria. Usam-se os bancos, tábuas, paletes e armações metálicas, sacos com gelo e arrame farpado. O topo reforça-se com a neve e consolida-se com água. Em resultado é criada uma espécie de fortaleza de gelo. Como explicou Roman Onishchenko, o chefe-adjunto do comandante do estado-maior de autodefesa, na tecnologia de construção das barricadas eles não inventaram nada de novo: “ajudaram os livros – uns recordaram a literatura histórica, outros espreitaram na Internet".

Fonte:
http://vesti.ua/infografika/29685-barrikady-na-majdane-porazhajut-voobrazhenie

Recentes e interessantes fotos da Maydan: