terça-feira, julho 26, 2011

Dragão ucraniano salva Harry Potter!

Na parte final da saga do Harry Potter, no filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, o Harry e os seus amigos são salvos pelo dragão Barriga-de-ferro Ucraniano / Ukrainian Ironbelly.
Os duendes que são donos de todos os bancos e das riquezas do mundo mágico, tiveram ao seu serviço uma criatura perigosa – um dragão enorme que cuspia fogo. O dragão deveria voar em liberdade, bem longe das pessoas e dos duendes, mas estes o aprisionaram na cave subterrânea, o cegaram, amedrontaram, acorrentaram e obrigaram guarnecer as riquezas do banco mágico de Gringotts.

No início da sua aparição o Barrigadeferro Ucraniano tem a aparência lastimável: ele bate com o nariz nas paredes como um gatinho cego, choraminga, tem o medo do barulho (os duendes o acostumaram a ter medo, pois o maltratavam impiedosamente acompanhados por este barulho).

Os jovens mágicos, Harry Potter e os seus amigos, caídos na armadilha libertaram o Barrigadeferro Ucraniano e a Hermione teve a ideia de lhe abrir as asas, recordando a sua orgulhosa origem dragoniana. Depois disso o Barrigadeferro Ucraniano tornou-se imparável: ele partiu em bocados a sua prisão e até o banco, se evadiu para a liberdade e voo imparavelmente até alcançar um belíssimo e magnifico lago. Aqui os nossos mágicos se separaram dele, eles foram tratar os seus assuntos e ele ficou-se banhar alegremente nas águas límpidas da liberdade.

Falta desejar aos verdadeiros barrigas de ferro ucranianos seguir o seu exemplo, escreve a página Maidan.org.ua.
O dragão Barriga-de-ferro ucraniano também é mencionado no filme
 "Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los" / "Animais Fantásticos e Onde Habitam"
Ler mais sobre o dragão Barriga-de-ferro Ucraniano:

Blogueiro

De facto, muitas das vezes assim acontece na nossa querida Ucrânia. Os duendes sedosos das riquezas andam a explorar o bom e muitíssimo paciente povo. E quando após anos e até séculos de abusos levam finalmente com uma estaca bem merecida, começam imediatamente propalar os clichés sobre a “intolerância” e o “preconceito” dos ucranianos...

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