quinta-feira, maio 25, 2006

Kult – literatura ucraniana

Romance Kult (Culto) é um exemplo do pós – modernismo jovem ucraniano

A literatura ucraniana existe? É uma pergunta que já ouvimos vezes sem conta. Sim, existe, respondemos pacientemente. Mas se ela existe, porque nós não sabemos nada dela, perguntam de novo. Se não sabem, é porque não procuram saber, pensamos com nossos botões... Mas no fim, se calhar, não devemos ficar chateados com a pergunta, o facto de alguém perguntar, não deve ofender, muito pelo contrário....
Por isso, aqui vem uma sugestão, o genial romance de um jovem ucraniano, Lubko Deresh (Ljubko Deresch), “Kult” (Culto) em alemão. E em português? Esperaremos sentados...

Romance “Kult” – preço: 10 EUR
http://www.amazon.de/exec/obidos/ASIN/3518124498/ref3Dnosim/completereview0e/303-7027769-0842656

Mais um ensaio em alemão do mesmo autor, preço: 10 EUR

Catrapum final



Finalmente, o “Beach bar”, o bar montado na praia de Marginal em Maputo, para os efeitos das filmagens do “Blood Diamond”, foi-se selo âr. Esperamos tanto tempo e aconteceu, na noite entre 23 e 24 de Maio. Era um barzinho muito jeitoso, por isso até temos alguma pena. Mas isso é Hollywood e o show must go one…
Fotos: Bar hoje (1), bar na semana passada (2)

segunda-feira, maio 22, 2006

Montenegro restaura a independência


Congratulamos os montenegrinos pela a restauração da sua independência!


Foto: http://www.artelina.com/montenegro.htm

Ucrânia na Eurovisão 2006 II



Final, dia 20 de Maio de 2006

Dia 20 de Maio, o palco da arena de desportos do complexo olímpico de Atenas viveu o final da Eurovisão, apresentado pelo cantor popular grego Sakis Rouvas e uma jornalista americana, de origem grega, apresentadora do canal A do Holywood, Maria Menounos.
Neste final participam representantes dos 24 países, apoiados pelos 10 mil espectadores presentes. No início e no fim das apresentações, cantou a vencedora do ano 2005, Helena Papariziu.

Os participantes do final:

1. Suíça – entrou com um grupo de seis simpáticas personagens (uma loira, uma morena, uma árabe, um português, um macho latino, um sujeito que copiava Jay Kay), que cantaram uma música bastante soul, qualquer coisa: “”We are the world”... Coreografia simples, mas bonita. Público não gostou.
2. Moldova – era representada pela Natalia Gordienko, uma ucraniana étnica, que canta desde os seus 15 anos. Parecida com Britney, quando era mais novinha. Canção misturava palavras como: loco, boca e pouco com inglês. Um mulato lia rap e duas dançarinas a-la “bar de marinheiros em 1989”, dançavam qualquer coisa desajeitada.
3. Israel – Eddie Butler, afro – americano convertido ao judeu, cantou Together we are one, em inglês e refrão em hebreu. Do resto, era um soul na linha dos cantores da MTV. Rapaz era acompanhado pelo grupo gospel, que alegadamente vive num dos kibutz em Israel. Música bonita, disse minha namorada...
4. Letónia – Cosmos – I hear your heart - cantaram sem o acompanhamento musical, parece que pela primeira vez na história do festival. A própria música lembrava primeiros Beatles. No fim, até apareceu um robô com inscrição “Cosmos” no peito e um balão de ar vermelho foi largado. Foram aplaudidos.
5. Noruega – Christinne, uma loira falsa, de bonito vestido branco, com um apelido e nome da música (que era da sua própria autoria), complicados. Música até era bastante bonita. Menina ara acompanhada pelos dois rapazes com violinos e três moças com micros.
6. Espanha – Las ketchap – Bloody Mary – quatro meninas de vermelho, uma deles com cara bem gasta, eram acompanhadas pelos dois dançarinos, vestidos de preto, estilo bastante skinhead.
7. Malta – Fabrizio Faniello cantou “I do” e era um galante mediterrâneo, acompanhado pelas quatro meninas com calças curtinhas de oiro.
8. Alemanha – quinteto Texas Lighting cantou em inglês “No no never” – uma menina com vestido comprido cor de rosa e quatro cowboys em tons castanhas, definitivamente arianos, com alguns cactos de plástico pelo meio. Música não era um country clássico, mas era, sem duvida, bem disposta.
9. Dinamarca – menina Sidsel, tem apenas 17 anos (parecia ser muito mais velha) e era oficialmente a concorrente mais nova neste ano. Ela cantou Twist of Love, ajudada pela coreografia das quatro meninas: duas de calças brancas e duas de saias douradas. Mais um dançarino apareceu no meio do música e deu um cheirinho do brake dance. O rapaz dançava bem. Sidesl tem uma voz forte, mas a música era apenas regular.
10. Dima Bilan – cantor do ano na Rússia cantou Never Let You Go. Ele parecia saído de algum orfanato: calças rasgadas, cara a pedir carinho... Mas cantar sabe, sem duvida. Mais um ucraniano étnico no concurso. Dançou por cima do piano e era uma coisa original. O resto roubou a coreografia aos afro – ucranianos de Black Pillers e as pétalas das rosas a cair do filme “Beleza americana”. O tradicional problema russo, é que não conseguem inventar nada de original para o consumo externo.
11. Elena Risteska – Macedônia – a cantora de 18 anos, era muito sexy de novo, mexia bem o seu corpo curvilíneo! Música “Ninanajna”, era bastante alegre, com fortes motivos balcânicos. Alguma coisa no refrão lembrava a Ruslana. Foi muito apoiada pelos adeptos turcos (que diga-se de passagem, “gostam” da Grécia, que por sua vez fiz tudo, para bloquear a independência da Macedônia durante alguns anos).
12. Roménia – Mihaj cantou em inglês e italiano. Um rapaz de bonito fato preto e cabelo cuidadosamente despenteado, lembrava Ozon, estes mestres da revolução techno, Made in Roménia dos últimos anos. Os dançarinos lembravam um grupo de street dancers. Uma junção engraçada.
13. HariMataHari – Bósnia e Herzegovina – rapaz nasceu em Sarajevo e canta desde os seus 18 anos da idade. A canção chamava-se Lejla e era cantada em bósnio. No final a Bósnia ficou em terceiro lugar com 229 pontos arrecadados.
14. LT United – Lituânia – We are the vinners – uns tipos de fatos pretos muito giros, um deles já cantou com Brian Adams, que até usaram um megafone, para gritar que já são os vencedores da Eurovisão. Música até tinha muito ritmo, muita “lata”, mas não tinha muita... letra.
15. Reino Unido – Daz Sempson – Teenage Life – um hip – hop branco, uma mistura entre Eminem e Vanila Ice, acompanhado pelas quatro meninas, vestidas em uniforme escolar. Sonhos de um pedófilo...
16. Grécia – Anna Vissi, uma diva, que trajava a camisa muito étnica cantou “Everything”, mas a música não tinha nada a ver com a Grécia, um pop europeu da qualidade com elementos da soul. Não tinha nenhum acompanhante.
17. Lordi da Finlândia cantou “Hard Rock Hallelujah” – era definitivamente uma coisa a fingir, mas bem disposta e com muita imaginação e efeitos especiais: asas de morcego, fogo de artificio, etc. No fim, inexplicavelmente, ficou em primeiríssimo lugar com 292 (!) pontos arrecadados. Europa, você ficou louca!
18. Tina Karol – Ucrânia – Show me your love, uma coreografia com certo drive, música na continuação da Ruslana. Alem disso tem peito generoso e bonito, pernas longas e também bonitas. Dançarinos recriaram a dança de corda. Mas podia-se mexer um pouco mais e não se entregou à música totalmente... Uma pequena polemica saiu na Ucrânia, pois parece que a cantora é judia de origem. Os patriotas da Ucrânia apoiaram a escolha, pois a rapariga fala ucraniano, ama e respeita o país. Assim como o seu produtor, Sr. Fishbaine. No final, a Ucrânia ficou no 7-mo lugar com 145 pontos.
19. França – intérprete com raízes alegadamente ruandesas, parecia Seline Dion, alem de definitivamente beber muito na canção francesa pop, dos anos 60 – 70.
20. Croácia – Severina – motivos musicais fortemente étnicas, assim como trajes dos dançarinos e os seus instrumentos musicais. Cantou em croata. No fim, tirou a saia e ficou com as cuecas a mostra. Tinha muito ritmo.
21. Вrian Kennedy da República da Irlanda cantou uma balada tipicamente irlandesa: Every song is a cry for love. Sabe-se que o rapaz já cantou no Broadway. Colega disse, que o tipo lhe parece o António Banders mais novo, ou algo por ai...
22. Carola da Suécia já ganhou o festival em 1991. Agora a menina brunette, com pó de arroz nas bochechas um pouco escuro, queria repetir a doze. Não valeu, pode voltar daqui a quinze anos...
23. Sibel Tüzün da Turquia cantou a Superstar. Menina com uma voz bastante grave, loira falsa, bastante corpulenta, era acompanhada por quatro matulões a-la Alexandre Frota, vestidos de preto.
24. Andre, chamado de Ricky Martin da Arménia, cantou a Without Your Love, uma canção de amor, usando os motivos fortemente étnicos. A roupa do rapaz – camisola com capuz, tinha decoração tradicional arménia. Música era bastante alegre, coreografia original (o rapaz era puxado pelas meninas pelas faixas de pano). O país pela primeira vez actuou no concurso.
Nota: Vergonha para a Mcel, pois não se conseguia mandar nenhuma SMS para apoiar a Ucrânia, quando no semi – final, usamos a Vodacom e conseguimos várias!

Obrigado à todos os países que votaram em Ucrânia:

Portugal: 12 pontos
Arménia, Belarus, Rússia: 10 pontos;
Moldova, Turquia: 8 pontos
Lituânia: 7 pontos;
Chipre, Polónia, Islândia, Israel: 6 pontos;
Andorra, Letónia, Estónia, Bósnia, Grécia, Macedônia: 5 pontos;
???: 4 pontos
Roménia, Espanha, Bulgária: 3 pontos;
Eslovénia, Finlândia, Servia, Malta, Mónaco: 2 votos;
Suécia, Irlanda, Holanda: 1 voto.

Mais sobre a representante ucraniana:

http://www.eurovision.tv/english/593.htm (em inglês)
http://www.eurovision.tv/francais/ukraine.htm (em francês)
http://1tv.com.ua/eurovision/euronews/ (em ucraniano)
http://www.eurovision.tv/english/593.htm (lírica em inglês)
Fotos: RTP Internacional e UNIAN

sexta-feira, maio 19, 2006

Ucrânia na Eurovisão 2006



Semi – final, dia 18 de Maio de 2006
*Com a colaboração do amigalhaço Valentyn Chernysh, uma Absolut, duas Red Bull e 1 litro do sumo...
Dia 18 de Maio, a cidade grega de Atenas viveu o semi – final do festival, onde a representante ucraniana concorreu com representantes dos 23 países, e conseguiu o seu lugar entre 10 melhores, rumo ao Grande Final no dia 20. No total, no concurso, participam representantes das 37 países, mas 14 destes, já tiveram o seu lugar assegurado, graças às classificações altas que obtiveram em 2005.
Neste ano, a Ucrânia é representada no festival da Eurovisão pela cantora Tina Karol (Тіна Кароль).

Os participantes do semi - final:

1. Andre – Arménia – alguma coisa o rapaz a as suas bailarinas aprenderam com os contemporâneos, radicados nos EUA, os míticos System of a down... Deu para passar para o final.
2. Mariana Popova – Bulgária – não era nem muito má, nem muito boa...Ficou-se pelo caminho.
3. Anzej Dezan – Eslovénia – podia ser melhor... Voltou para casa...
4. Jenny Serrano – Andorra – cantou em espanhol e era uma menina um bocado gordinha... Não se safou...
5. Polina Smolova – Belarus – mama deixa me namorar, ou algo assim, não se percebia o que queria dizer a rapariga! Mas tinha uma dançarinas bastante giras com meias de liga sexy, que não bastaram para o entrar no final...
6. Luiz Ejlli - Albânia – rapaz tinha um look dos cantores “pimba” de Portugal (camisa por cima do casaco, o resto muito a-la Ricky Martin). Era acompanhado pelos dois tipos com trajes e instrumentos albaneses tradicionais. Não valeu...
7. Kate Ryan - Bélgica – a musica chamava-se J T’adore e era qualquer coisa parecida com o pop actual da Europa: menina sexy, estilo soul, algum decote e pernas a mostra. Menina parecia uma Britney Spears envelhecida... Dançarinos eram rapazes vestidos de preto, com umas estacas muito Freudianas para segurar o micro da loirinha... Não valeu...
8. Вrian Kennedy – República da Irlanda – não fugiu muito do estilo habitual irlandês: homem bem vestido, back vocals também bem vestidos, de trajes clássicas. Uma espécie da musica country europeia... Sempre compensa neste festival, seguiu em frente.
9. Annette Artani– República da Chipre – uma grega étnica que vive em Nova Iorque, com seios bem a mostra, tentou responder a questão essencialmente retórica: porque os anjos choram? Tinha um coro de gospel em seu apoio e o apresentador português disse que a tipa anda cantar com a Britney. Será? Aqui ficou-se pelo caminho...
10. Severine Ferrer – Monaco – La coco dance – pretendia fazer um tributo a cultura nativa da Polinésia Francesa. Não sei se os nativos gostaram da ideia. Era uma musiquinha alegre, daqueles que são consumidas na praia, junto com umas vodkas e umas meninas nativas. Ups... eu disse alguma coisa politicamente incorrecta?..
11. Elena Ristevska – FYR Macedônia – a cantora era realmente sexy e sabia mexer o seu corpo bem torneado! Musica também era bastante alegre, com fortes motivos balcânicos. Merecidamente passou para o final.
12. Ich Troje – Polónia – “Eles são três / Follow my heart”, eram uns tipos bem talentosos, com a roupa sexy que era uma mistura entre o ouro kitch e as máscaras da Veneza. Na musica tinham motivos russos, sabe-se lá porque... Deviam aprender, já no ano passado o Iwan & Delfim ferraram-se com coisas dessas. No fim da musica, o rapaz puxou o vestido da rapariga, mostrando o fio dental dela. Era giro, mas tinham que voltar ao país com as mãos a abanar...
13. Dima Bilan – Rússia – musica era assim – assim, mas a coreografia bem trabalhada, embora algo plagiada do vídeo – clipe do grupo afro – ucraniano Black Peelers. Os russos prometeram que haverá duas meninas africanas como back vocals, mas por alguma razão, estas foram substituídas pelas meninas bem russas. Dima passou para o final.
14. Sibel Tuzun – Turquia – menina tinha uns tatoos bem bonitas e um visual de Xena, a Guerreira. Era loira falsa. Só os sovacos podiam ser melhor depilados... Passou para o final.
15. Tina Karol – Ucrânia – Show me your love, uma coreografia bastante estilizada, que na realidade tinha muito pouco ver com a Ucrânia real (era mais a-la Ucrânia para os estrangeiros). Musica, na continuação da Ruslana: pop com motivos étnicos, mas também com fortíssimas influências da Chakira. Será que o folclore era ucraniano? Pessoalmente, duvido. Talvez russo – balcânico disfarçado. Mas passou para o final, mereceu um copo extra...
16. Lordi – Finlândia – Vikings que querem brincar aos Monstros do Rock. O microfone era disfarçado de machado da guerra, os tatoos faciais diabólicos, asas de morcego, mascaras de borracha dos membros da banda a imitar os monstros, as vozes graves das pessoas que acabaram de consumir a mistura explosiva da “hera” com Absolut. Enfim, o pop que morre para disfarçar-se de metal pesadão... Mas passaram para o final.
17. Treble – Holanda – mais umas princesas Xenas com batuques africanos e roupas a-la Destiny Child... Mais alguns motivos ciganas... Não convenceram...
18. LT United – Lituânia – uns tipos de fatos pretos muito giros, que cantaram que ... já são os vencedores da Eurovisão. Podiam deixar a musica, o ritmo, mas deveriam mudar a letra. Ou talvez não, porque afinal, o público gostou, passaram para o final.
19. Non Stop – Portugal – Rita, Andreia, Kátia e Liliana são umas meninas parecidas com ABBA ou Bony M, só que em vez de ser dois homens e duas mulheres, são quatro raparigas... É a revolução sexual... Cantaram em português e inglês. Até eram giras... Lembravam a Âgata, quando era jovem. Por dentro dos vestidos apertados, podiam-se deslembrar os mamilos, e o púbis, denunciava-se como bem peludo. E ainda um pais católico... Na Europa as raparigas não vergaram...
20. Carola – Suécia – com a musica chamada Invencível, estilo de ABBA e umas roupas um pouco kowboy, um pouco índios... Uma menina brunette, que vem da Suécia... Mmmm. Quero loiras, eu! Coreografia... just normal... Passou para o final.
21. Sandra Oxenryd – Estónia – uma sueca representou a Estónia, tem 23 anos e canta desde os seus 11. Through my window, chamava-se o tema. Visual também era um pouco à ABBA: botas brancas altas, meninas loiras como back vocals, vestidos a imitar os trajes femininos da Grécia antiga, só que o seu comprimento era do século XXI...
22. HariMataHari – Bósnia e Herzegovina – a canção chamava-se Lejla, musica tinha violino e uma harmónica, estilo do palco muito minimalista, muito preto & branco, que trazia um ambiente muito calmo, sensual e ... misterioso. Rapaz cantou em bósnio. Passou para o final.
23. Silvia Night – Islândia – Congratulations, era o seu tema, o apresentador português disse que rapariga insultou os gregos e que era o escândalo local... São parecidos com Maroon5, se você sabe o que quero dizer com isso... Menina tinha muitas penas, botas brancas, cetim. A própria musica ura um spaghetti pop sem qualidade, tipo anos 80. Vozinha de uma menina mimada dizia qualquer coisa sobre as nações europeias. No fim, a cantora e os dançarinos semi arrancaram mutualmente as roupas... Não convenceram...
Para confirmar: Em 2006 o concurso será visto pelos 100 milhões de pessoas em cinco continentes. No concurso foram acreditados cerca de 2.000 jornalistas. Para criar maior transparência, cada número do telefone, permitia fazer apenas 20 chamadas para a votação.
(Mandamos democraticamente uns 25 SMS para apoiar a Ucrânia, se calhar, valeu!)

Mais inforormação sobre a representante ucraniana:

http://www.eurovision.tv/english/593.htm (em inglês)
http://www.eurovision.tv/francais/ukraine.htm (em francês)
http://1tv.com.ua/eurovision/euronews/ (em ucraniano)http://www.eurovision.tv/english/593.htm (lírica em inglês)
Fotos: RTP Internacional

quinta-feira, maio 18, 2006

Gregory Hlady – ucraniano em Hollywood


Nascido aos 4 de Dezembro de 1954, na aldeia de Khorostkiv, na região de Ternopil (Ucrânia Ocidental), Gregory Hlady (Hryhoriy Hladiy), depois de terminar a escola secundária em Lviv, muda-se para a capital de Ucrânia, Kyiv, onde obtém a graduação em Instituto Teatral de Karpenko – Kariy, como actor de teatro e do cinema.
Interessado em aprender a arte de realizador, Hryhoriy inscreve-se para o curso de realizadores no Instituto Estatal de Artes Teatrais em Moscovo, onde estuda sob a tutela do talentoso realizador soviético Anatoliy Vassiliev.
Rapidamente, Hryhoriy Hladiy, torna-se um dos mais promissores actores e realizadores da ex-URSS, contudo, o seu talento não encontra aceitação das autoridades conservadores da Ucrânia soviética. Em 1989, Hladiy deixa a Kyiv, mudando-se para a capital da Estónia, cidade muito mais liberal, Tallinn. Mas já em 1990, ele assina o contracto para representar a peça teatral "Six Characters in Search of an Author", em Montreal, Canada. No novo mundo, a sua adaptação francófona, do clássico do Franz Kafka, "Amerika" troce-lhe elogios rasgados da critica em Montreal e Bruxelas. Mas foi a sua adaptação do Harold Pinter, "The Homecoming", que lhe ajudou a ganhar o Prémio da Critica “Quebec Theater Critics Award”, para melhor realização no época teatral de 1991-1992.
Alem de realizar as peças teatrais: "O Idiota" de Dostoyevskiy (Lausana, Suíça), "Exit the King" de Ionesco e "Electra" de Sófocles (Montreal), Gregory Hlady também participa nas master classes em Áustria, Bélgica, Itália, Alemanha, Suíça e Ucrânia. Em 2000 ele juntou-se a companhia teatral de Vassiliev, para fazer o papel de Salieri em "Salieri e Mozart" em Roma. Em 2002, ele apareceu no filme do estúdio Paramount: "A soma de todos os medos", ao lado do Ben Affleck e Morgan Freeman e em 2005, fez o papel do tradutor em “Far Side of the Moon”.
Actualmente, o aclamado actor ucraniano aparece na peça teatral "The Other", da portuguesa Paula de Vasconcelos (Montreal).
Gregory Hlady fala Inglês, Francês, Lituano, Polaco, Russo e Ucraniano e vive em Montreal.

Filmografia

The Point (2006) (pós - produção) – Homem no carro cinzento
Gadkie lebedi (2006) (pós - produção) – Victor Banev
Far Side of the Moon - (2005) – Tradutor
Last Best Chance (2005) (V) – Dubrovsky
Manners of Dying (2004) – Cozinheiro
Jack Paradise (Les nuits de Montréal) (2004) – Gino O'Connor
The Iris Effect (2004) – Ivan
The Sum of All Fears - (2002) – Milinov
Neskorenyj (2000) – general Roman Shukhevych
The Red Violin - (1999) – Coat Attendant
The Assignment - (1997) – oficial da KGB
Bullet to Beijing - (1997) – Inspector da Polícia

Foto: Gregory Hlady no filme Neskorenyj (Ucrânia, 2000), titulo nos EUA “The Undefeated”

quinta-feira, maio 11, 2006

Solidariedade com Belarus


Initiators of holding Days of Solidarity have called upon Belarusian citizens to come to the Embassy of the Russian Federation in Minsk (Staravilenskaya Street, 48) and bring candles and portraits of Belarusian abducted and political prisoners and demand to stop support of the Belarusian regime. The Belarusians abroad and all those who are concerned over the fate of Belarus, are also called upon to come to Russian embassies and missions in different cities of the world. Initiators of the Days of Solidarity note that out of all neighbouring countries, only the leadership of Russia had recognized the rigged results of the presidential elections in Belarus, and as before provides support to dictator Lukashenka. However, the initiators of the protest believe, Russia can demand Lukashenka stop repressions against political opponents and the civil society.

“It is known that G-8 summit, a summit of the world`s most developed democratic countries, is planned to take place in July in St. Petersburg. On the eve on this event Russian authorities hired one of leading international PR-agencies to improve image of Russia. We offer Russian authorities several simple steps to change image of Russia as a democratic country to the better. It is in your power to demand from Lukashenka to stop repressions against his political opponents and civil society, to create an independent international commission to investigate cases of disappeared leaders of opposition Viktar Hanchar, Yury Zakharanka, Anatoly Krasouski and a journalist of ORT channel Dzmitry Zavadsky; to stop criminal persecution of oppositionists and release all political prisoners,” the address published at internet-source: http://www.solidarity16.org/

Prisoners of conscience in prisons of Belarus are:
Autuhovich, Mikalay, a leader of entrepreneur movement
Astreyka, Mikalay, a member of civil initiative on election monitoring
Branitskaya, Enira, a member of civil initiative on election monitoring
Dranchuk, Tsimafey, a member of civil initiative on election monitoring
Zubro, Zmitser, a youth activist
Kazakou, Aliaksandr, a youth activist
Klimau, Andrey, an ex-MP of the Supreme Soviet of 13th convocation
Kazulin, Aliaksandr, an ex-candidate on presidency
Levaneuski, Valery, the leader of entrepreneur movement
Leshkevich, Siarhey, an activist of Milinkevich headquarters
Nibiyko, Dzianis, a member of civil initiative on election monitoring
Radzivil, Yury, an activist of Kazulin headquarters
Razumau, Mikalay, an activist of trade-union movement
Sasim, Nikita, a youth leader
Seviarynets, Pavel, a youth leader
Skrabets, Siarhey, an ex-MP
Statkevich, Mikalay, the leader of Belarusian social-democratic party "Narodnaya Hramada"
Finkevich, Arthur, a youth leader
Shalayka, Aliaksandr, a member of civil initiative on election monitoring

Fonte: http://www.charter97.org/eng/news/2006/05/11/russia

terça-feira, maio 09, 2006

DiCaprio viaja na LAM



Leonardo DiCaprio deixou o Moçambique no dia 6 de Maio, às 7 horas de manha, rumo à Cidade de Cabo, para encontrar-se com a sua nova namorada, modelo israelita Bar Refaeli (20).
Curioso, que desta vez, DiCaprio usou o voo comercial das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM, voo TM 301), em vez do habitual jacto privado, usado pelo astro nas ocasiões anteriores.
No entanto, já no dia 7 de Maio (domingo a noite), DiCaprio voltou para Moçambique, pois a produção do Blood Diamond tinha programado novas filmagens nocturnas na marginal de Maputo para o dia 9 de Maio (junto ao cenário artístico do “Beach bar”, montado na praia).
Modelo Bar Refaeli é também conhecida, pelo facto de se casar em 2004 com um amigo da família, mais velho que ela, para evitar o serviço militar obrigatório em Israel. Pois, no país, todas as mulheres com idades entre 18 e 20 anos são obrigadas a alistar-se, mas as senhoras casadas, são dispensadas. Bar Refaeli, que neste momento ainda está oficialmente casada, possui uma larga lista de namorados anteriores, que inclui diversos milionários e actores.
Fonte: OBS.online

segunda-feira, maio 08, 2006

Daria Werbowy - supermodelo ucraniana


Una ucraniana-canadiense, de 22 años, es la nueva sensación en las pasarelas internacionales; Hace poco, el sitio internet www.models.com uno de los más prestigiosos en el mundo fashion, dio a conocer la lista de las 50 modelos que los editores de moda de las principales ciudades del mundo consideran como la nueva camada de las top . Encabeza la lista Daria Werbowy.
Ella es quien está abriendo y cerrando los grandes desfiles en las pasarelas de Milán, París y Nueva York, y los grandes diseñadores de marcas como Prada, Christian Dior, Yves Saint Laurent, Chanel, Christian Lacroix, Emanuel Ungaro, Givenchy, Jean Paul Gaultier, Valentino y Versace se pelean porque luzca sus colecciones.
¿Cuál es el secreto de Daria? Los expertos responden: sus piernas largas y hermosas, sus pies pequeños, sus estrechas caderas, unos ojos azules de mirada transparente y una frescura que las tops de mayor edad han perdido irremediablemente.

“La Divina”
Quienes la han visto caminar sobre la pasarela o han trabajado con ella, dicen que Daria es "la más hermosa del mundo".
En su opinión, encarna la belleza por dentro y por fuera; también alaban su "elegancia moderna, femenina y sensual". Por eso comienzan a referirse a ella como La Divina , un mote que hace muchísimos años se impuso a Greta Garbo, la misteriosa actriz sueca que se retiró de los reflectores en plena gloria, a los 36 años.
Karl Lagerfeld, una institución como diseñador, se entusiasma al hablar de la joven canadiense: "Ella es mucho más que una modelo de las tantas que he conocido a lo largo de mi vida; es una mezcla rara y difícil de encontrar, de personalidad y belleza única". Como Lagerfeld, muchos otros expertos han enaltecido su mirada azul profunda, sus rasgos felinos, su sonrisa encantadora y su facilidad para cambiar de imagen.
Fuente: El Universal de Mexico / www.ucrania.com

Daria Werbowy
Eho was born at November 19, 1983 in Krakow, Poland is a Ukrainian-Canadian Supermodel due to her Ukrainian heritage and Canadian up-bringing. Daria moved to Mississauga, Ontario when she was 3.
At age 14, Daria was a gigantic 5'11", slim with narrow hips and sporting braces. She had never seriously considered modeling, but found herself launched into the business after meeting a schoolmate's mother who headed Toronto's Susan J. Model & Talent Management. After a year working with Susan J. however, Daria thought she could be doing more with another agency.
After switching over to Elite Models, Daria began landing several prominent bookings in Canada, but still wasn't meeting with much international success.
When Elite Canada's head scout, Elmer Olsen, started his own agency however, Daria followed and her career really began to flourish. Within a few years, and under the guidance of International Management Group (IMG) internationally, she had built one of the most enviable resumes in the modeling world.
To date, her clients have included Prada, Yves Saint Laurent, Versace, Marc Jacobs, Louis Vuitton, Gucci, Givenchy, Belstaff, Lancôme, Ralph Lauren, Christian Dior and Chanel. In her first season she captured two of the modelling world's most coveted prizes: the cover of Vogue Italia, twice; and Prada's Fall/Winter ad campaign.
Daria is also regarded as one of the top runway models ever, and appeared in more shows in 2003 than any model had ever walked in a single season.
While promoting the brand Lancome and being the face of its 'Hypnose' perfume, Daria took a well-earned break from the fashion runways. She returned in early '06 to the delight of the fashion world.
Interesting Facts
Daria has a navel piercing and a tattoo of waves on her foot.
She is rumoured to have briefly dated the American actor Josh Hartnett.
Her last name, Werbowy, is Ukrainian for "willow tree."

Daria Werbowy Online
http://onethousandmodels.com/dariawerbowy/dariawerbowy.html
modelresource.ca
Chilax - celebrities portal
supermodels.nl
Simply Daria Werbowy